domingo, 16 de março de 2025

Hoje os servidores públicos norte americanos e depois nós: efeito Orloff * Ricardo Queiroz

Hoje os servidores públicos norte americanos e depois nós: efeito Orloff
Texto essencial e assustador de 
Ricardo Queiroz
_______

"Trump e Musk não estão apenas desmantelando o Estado americano. Estão construindo um modelo. Um protótipo. Um experimento de laboratório que a direita internacional poderá replicar onde for conveniente. O que acontece hoje nos EUA não é uma exceção: é um ensaio. E a intenção é clara – transformar a destruição do serviço público em um espetáculo bem-sucedido, pronto para ser exportado.

Essa estratégia não é só ideológica, é performática. O que importa não é apenas cortar gastos, fechar órgãos ou precarizar o funcionalismo. Isso, aliás, a direita tradicional já fazia. O diferencial de Trump e Musk é o método. O show. O simbolismo da destruição sendo celebrada como um triunfo. O governo não está sendo esvaziado em silêncio, mas diante das câmeras, com aplausos e memes. Transformaram o desmonte do Estado em um reality show neoliberal.

O Departamento de Eficiência Governamental (DOGE), liderado por Elon Musk sob a administração Trump, é o epicentro desse laboratório neoliberal. Financiado secretamente com quase 40 milhões de dólares, o DOGE opera como uma agência federal blindada de leis de transparência, *transformando o desmantelamento do serviço público em um espetáculo midiático.* Musk, que se apresenta como o visionário de tudo, é o rosto desse novo tipo de ataque ao setor público.

A ordem não é apenas cortar gastos, mas também humilhar, expondo funcionários como descartáveis e moldando o imaginário social contra o Estado. Esse modelo performático não apenas precariza o funcionalismo, mas também legitima a destruição estatal como narrativa política global, consolidando a cultura política neoliberal. Utilizando a manipulação de narrativas e o engajamento massivo, o DOGE não só corta gastos, mas transforma a precarização estatal em um protótipo exportável de desmonte do Estado, ancorado na humilhação pública e na retórica da eficiência privada.

David Harvey já alertava: o neoliberalismo não é só um modelo econômico, é um projeto político de reconfiguração do poder. Ele não apenas transfere riqueza do público para o privado, mas redefine a relação entre governantes e governados, enfraquecendo qualquer possibilidade de contestação. Trump e Musk aplicam essa lógica na sua forma mais brutal: esvaziam o Estado, depois dizem que ele não funciona. E assim justificam mais cortes, mais privatizações, mais concentração de poder.

Naomi Klein descreveu esse fenômeno como a “Doutrina do Choque”. O truque é sempre o mesmo: criar ou explorar uma crise para impor mudanças radicais que, em circunstâncias normais, seriam inaceitáveis. A administração Trump não esperou desastres naturais ou recessões para agir – fabricou sua própria crise ao transformar o funcionalismo público em um bode expiatório. Quanto mais o governo parece disfuncional, mais justificativa há para privatizá-lo. E esse mesmo roteiro, em breve, será copiado mundo afora.

Gramsci chamaria isso de guerra de posição. A batalha contra o Estado não acontece só no nível econômico, mas no campo cultural, na disputa de imaginários. Se o serviço público passa a ser visto como ineficiente e corrupto, se a ideia de que “tudo que é público é um peso” se torna dominante, a destruição do Estado vira consenso. E o consenso é a arma mais poderosa do neoliberalismo.

O sucesso desse modelo depende de duas coisas: da inércia e do aplauso. Se não há resistência, o jogo avança sem oposição. Se há aplauso, ele se espalha e vira demanda pública. No final, esse não é apenas um projeto político – é uma reconfiguração da cultura política. A ideia de Estado como bem público sendo trocada pelo fetiche da eficiência privada, sem mediações, sem debate, sem a farsa da gestão eficiente.

Mas sejamos realistas: o Estado não é um ente puro ou neutro. Ele sempre foi um espaço de disputa – entre controle e emancipação, entre dominação e direito. Pode ser uma ferramenta de opressão e burocracia, mas também pode ser a última trincheira contra o avanço de um mercado que não reconhece nada além do que interesses privados. O problema nunca foi apenas seu tamanho, mas quem o controla e a serviço de quais interesses ele opera. Abandoná-lo à sanha privatista de Trump e Musk é aceitar a falácia de que a destruição do público tornará tudo mais eficiente. Não tornará. Apenas reforçará o controle daqueles que já detêm o poder e transferirá a engrenagem do Estado para as mãos de quem monopoliza o capital.

É simples e fatal."

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista! * Trabalhadores de Classe e de Luta/TCL

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista!

Ha quase 140 anos do histórico levante proletário em Chicago em 1886, quando os trabalhadores, organizados e municiados por uma profunda consciência de classe e dos seus interesses para si, em brava e heróica batalha contra as forças do capital, tiveram seus históricos mártires assassinados covardemente pelas forças de repressão da burguesia. Da qual daí em diante foi instituído pela Segunda Internacional, o Primeiro de Maio como data mundial do proletariado.

Após quase 140 anos desse combate histórico de nossa classe, nos encontramos num período cuja principal característica seja o avanço da contra-revolução burguesa em praticamente todos os países. Particularmente desde o fim da União Soviética e a queda do Muro de Berlim no crepúsculo do século passado, o capital não sessou uma vasta ofensiva econômica, política e ideológica contra o proletariado e seu programa científico de emancipação histórica: o marxismo.

As ideologias vulgares que pregavam o "fim da história"; o "empreendedorismo"; o identitarismo anti-classista; o politicismo e conciliação com o inimigo de classe; o conformismo e resignação com o presente, marcado pelo "congelamento" histórico, etc., não passam de artimanhas estratégicas e táticas da burguesia mundial e seus meios de propagação de mentiras e irracionalismo, visando arrefecer a fé dos trabalhadores no socialismo e na sua própria emancipação dos grilhões da sociedade de classes.

Em compasso com os ataques econômicos e sociais contra as conquistas históricas que o proletariado arrancou da burguesia no último século de duras batalhas, vemos uma verdadeira ofensiva ideológica e cultural por parte do imperialismo, visando um vasto entorpecimento de seu antagonista histórico para assim, quebrar suas perspectivas revolucionárias como forma de garantir a perenidade e sobrevida do regime capitalista em sua fase senil, marcada por crises cada vez mais recorrentes e de grande duração, ameaçando mesmo a própria humanidade.
Em todo o mundo governado pelo modo de produção capitalista, temos visto o desmonte dos mecanismos de proteção dos trabalhadores. Os direitos trabalhistas e o chamado "Estado de bem estar social" (onde existiu) tem sido radicalmente suprimidos; o nível econômico e social das classes trabalhadoras em todo o mundo não param de cair.

Na verdade entramos na era da superexploração do trabalho como um fenômeno mundial. As seguidas revoluções tecnológicas e informacional criou uma massa crônica de desempregados e seres humanos "supérfluos" pela ótica do capital e que não podem mais serem inseridos produtivamente no mundo das mercadorias cada vez mais mercantilizado e fetichizado. Para essa massa humana "sobrante"--um verdadeiro exército de reserva utilizado para aviltar os salários e condições de trabalho dos que ainda labutam--a "saída" burguesa é cada vez mais a repressão e extermínio malthuziano.

Nessa esteira, a chamada "composição orgânica do capital" como bem o conceituou Karl Marx, atua como um verdadeiro pêndulo contra a taxa de lucros do capital, obrigando seus servidores (a burguesia e seus agentes, sim, servidores de sua criatura) a recorrerem a um padrão de reprodução do capitalismo mundial francamente destrutivo, selvagem e incontrolável, que põe mesmo como horizonte a destruição da civilização como a conhecemos.

As guerras e o capital: uma relação de mão dupla

Com o alastrar da decadência capitalista, o recrudescimento das guerras de baixa e alta intensidade, tornaram-se algo corriqueiro, mesmo banal.

Neste século atual por exemplo, tivemos as guerras de tipo neocolonial por parte do imperialismo contra o Afeganistão, Iraque, Haiti, Líbia, Síria, Ucrânia (guerra por procuração do imperialismo ianque contra a Rússia), Iêmen, Palestina, etc. Também os golpes de Estado de novo tipo pela vida das revoluções coloridas e guerras híbridas, tem se tornado constantes e diversos países já foram ou estão sendo vítimas dessa forma de ataque encoberto, por parte das forças imperialistas e seus fantoches.

A instabilidade política promovida pela CIA contra governos populares e/ou nacionalistas também é algo que avança nessa época marcada pela crise geral do capitalismo, que exige de forma imperiosa ao grande capital, colonizar e impor sua agenda destrutiva em todo o mundo: diante de sua fase senil, o Globo terrestre já se tornou demasiado pequeno para o capital e seu caráter ontológico expansionista.

Daí a necessidade cada vez mais premente por parte do grande capital em controlar com mãos de ferro as fontes energéticas, de matéria prima, os mercados e o assalto aos Estados nacionais. Uma nova redivisão do mundo e da divisão mundial do trabalho, está em andamento; em tal movimento tectonico, o que o grande capital imperialista impõe aos povos da periferia capitalista é uma ainda maior subalternidade, agravando sua crônica relação de dependência e subdesenvolvimento.

Em suma, o preço pago pela humanidade com a perenidade até o presente do modo de produção capitalista tem sido alto demais. O próprio desenvolvimento histórico e das forças produtivas internacionalmente já estabeleceram as condições objetivas necessárias para a superação do regime burguês e para a construção do socialismo.

Os trabalhadores e os povos oprimidos resistem

O proletariado mundial embora ainda confuso, disperso e cambaleante diante da atual correlação desfavorável, resiste como pode. Vimos desde a última década importantes movimentos de luta dos trabalhadores em diversos países, sobretudo em nossa América latina. Os trabalhadores venezuelanos, bolivianos, equatorianos, chilenos, peruanos, haitianos e colombianos por exemplo, tem protagonizado ou protagonizaram nos últimos anos, importantes e heróicas lutas contra as forças da extrema direita, das tentativas golpistas e do imperialismo em seus países.

O povo palestino tem dado lições históricas a seus irmãos trabalhadores do mundo, através de sua gigantesca resistência armada contra os genocidas sionistas que comandam o facínora Estado de Israel e seus patrões imperialistas da Casa Branca. Embora o gigantesco tributo pago com o sangue sagrado de seus mártires, a resistência militar palestina impõe duríssimo revés ao sionismo, causando mesmo a desmoralização histórica mundial do Estado sionista e uma crise existencial de Israel.

Na África negra, seu valente povo derrotou o colonialismo francês, causando uma séria desmoralização e crise política profunda no interior dessa pátria imperialista decadente.
Os exemplos de brava resistência dos povos trabalhadores iemanita e haitiano, que nas mais desfavoráveis condições resistem e lutam bravamente contra seus exploradores e opressores internos e o imperialismo, deixa valiosa lição para o proletariado mundial.

Fortalecer um pólo revolucionario e antiimperialista internacional

A condição mais essencial do momento, é estabelecer uma frente internacional de lutas dos trabalhadores contra as forças do imperialismo. O atual período histórico se caracteriza pela ofensiva da burguesia e pela contra-revolução no mundo.
É imprescindível para as organizações de vanguarda dos explorados ter bem claro as forças que se batem, a correlação entre as classes antagônicas, para daí tirar as conclusões estratégicas e táticas do atual período. Uma das principais constatações a se considerar no momento é o fato de que as forças revolucionárias e de vanguarda da classe se encontrarem numa grave situação de fragmentação, divisão e sem protagonismo no interior das massas. E isso em todo o mundo.
Fortalecer as organizações dirigentes no interior de cada país é paço essencial para a retomada de uma agenda revolucionária e socialista que volte a hegemonizar as parcelas mais esclarecidas dos trabalhadores. Por outro lado, fortalecer um bloco revolucionário e antiimperialista internacional é sem dúvida uma das tarefas mais importantes do momento.

Em sua fase de deslocamento permanente pelo mundo, o capital cada vez mais internacionalizado põem na defensiva qualquer estratégia ou tática puramente nacional dos trabalhadores. Daí ser imprescindível mais do nunca, organizar o combate internacional sistemático contra a burguesia, que tem no imperialismo seu chefe de fila no mundo.

Portanto, fortalecer uma frente internacional antiimperialista deve ser no momento uma das questões táticas centrais do proletariado mundial e seus aliados.

O grave impasse em que vive a humanidade, deixa bem claro que o capitalismo entrou em uma fase de potencial destrutivo sem precedentes. As saídas reformistas que buscam reformar ou mesmo humanizar o regime do capital, estão barradas. A contra-revolução neoliberal, a atual escalada de guerras e golpes de Estado em todo o mundo, são as provas dessa verdade histórica. A revolução socialista é neste caso não só de uma atualidade indiscutível, como também, e mais importante, a garantia de sobrevivência da própria humanidade.
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

JORNAL "A INTERSINDICAL" Associação Intersindical de Trabalhadores Classistas (AIT)Ch

JORNAL "A INTERSINDICAL"
Associação Intersindical de Trabalhadores Classistas (AIT)Ch

Compartilhamos com vocês a edição #43, de fevereiro de 2025, do jornal da Associação Intersindical de Trabalhadores Classistas (AIT). Os seguintes artigos estão incluídos nesta edição:

Este 2025 continua levantando sindicatos para lutar
Diante da farsa previdenciária patronal. Lutando contra pensões miseráveis.

Pagamento de dívida histórica. Uma zombaria que não chega nem perto de compensar os professores.

Sobre os desafios do combate à atomização e despolitização do movimento sindical. Âmbito e limitações da negociação de sucursais

Com o exemplo de Juan Pablo Jiménez para fortalecer o sindicalismo classista e combativo

Por um sindicalismo classista e combativo
Junte-se a um sindicato para lutar
CHILE: LUCHA DE LOS TRABAJADORES Y DESAFÍOS DEL SINDICALISMO
ALEX CHAMAN PORTUGAL Ph. D./REVISTA ATREVERSE/YOUTUBE.CHILE
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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

MANIFESTO CIPEIRO * Trabalhadores de Classe e de Luta/TCL

MANIFESTO CIPEIRO
Por uma CIPA a serviço da segurança e dos interesses dos trabalhadores.


1- As condições de trabalho e de vida do conjunto dos trabalhadores do setor de transporte, lojística, construção civil, estocagem etc, POR EXEMPLO,  tem passado por um processo de deterioração;

2- A sobrecarga de trabalho, marcada por horários alongados, excesso de peso nas entregas em carga e descarga do qual os trabalhadores estão sujeitos, número absurdo de notas que resultam numa intensidade brutal de sobre trabalho, etc., tornaram-se rotina para nós, do setor de transporte;

3- Essa realidade diária nossa, de motoristas e ajudantes, contrasta abertamente com a filosofia formal da empresa sobre a questão da segurança no trabalho. O sobre trabalho, o peso excessivo que nós precisamos carregar diariamente e em locais completamente inapropriados, tem levado diretamente a uma condição crônica de insalubridade, insegurança e riscos para estes profissionais;

4- Somasse a isso, a deterioração e mesmo corrosão do nosso vale alimentação, que há aproximadamente três anos não sofre reajuste. Para se ter uma ideia do problema, somente em 2024, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação do período foi de 4,7%. Se somarmos os três últimos anos, teremos um acumulado inflacionário na casa de aproximadamente 10%, o que representa considerável perda do poder de compra do nosso vale alimentação;

5- Uma outra questão muito importante e que tem afetado diretamente às condições de trabalho e mesmo de vida dos profissionais no setor de transporte, tem sido a forma como vem sendo utilizado o chamado "banco de horas": pela própria característica externa do trabalho, pouco depende do motorista ou ajudante o controle do horário em atividade.

Dessa forma, independente dos trabalhadores, quase sempre é excedido os horários de entregas e coletas. Assim, ao não ter possibilidade de decisão deliberada quanto ao seu horário laboral, os profissionais do transporte acabam obrigados a aceitarem o "banco de horas", o que equivale a fornecerem na prática trabalho gratuito;

Propostas dos profissionais do setor, para dignidade no trabalho e melhores condições de existência:

6- Propomos, no sentido de arrefecer ou mesmo eliminar os ricos a saúde do conjunto dos trabalhadores, uma carga justa de trabalho e o estabelecimento de uma regra clara, que determine o limite máximo da quantidade de peso que o trabalhador individualmente possa suportar e transportar;

7- Propomos o fim imediato do "banco de horas", absolutamente inadequado ao setor de transporte, que possui característica própria e que limita o controle dos trabalhadores sobre seu próprio horário de atividades;

8- Propomos a correção do vale alimentação de acordo com os índices inflacionários acumulados dos últimos três anos e com aumento real em seu valor, sem o qual continuaremos sofrendo a corrosão do poder de compra de nosso vale alimentação.

Enviamos nossas propostas e perspectivas descritas acima, ao sindicato de nossa categoria, juntamente com o setor responsável, na certeza da integridade e justeza de nossas demandas.

Comissão Interna de Prevenção de Acidentes.

quarta-feira, 10 de julho de 2024

CARTA AOS APOSENTADOS * TRABALHADORES DE CLASSE E DE LUTA

CARTA AOS APOSENTADOS
LULA QUER SUSTENTAR OS PATRÕES ÀS CUSTAS DO APOSENTADO!!

Vejam o que um Aposentado escreveu hoje no Jornal Diário de São Paulo SOBRE O INSS.
O Aposentado que vive com 1320,00 Reais por mês , em Carta publicada no Jornal Diário de São Paulo.

Hoje , vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais , bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas , adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8 , meninas de 14 anos parindo filhos sem pai , toda a classe política desse país esfregando a bandalheira na nossa cara e desfilando uma incompetência absurda , o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz...

Deveria ter ficado em casa quieto ao invés de ir às ruas. Lutei pra quê ? Pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por quê agora estamos quietos ? Cade vocês nas ruas ? Esqueçam cor de bandeiras. Vamos nos unir e lutar por um só motivo : Nossos direitos.
SOMOS mais de trinta milhões de aposentados !

Não podemos admitir :
Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida ;
Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas ;
Professor R$ 2.200,00 para nos preparar para a vida ;
Médico R$ 9.260,00 para manter a vida ;


E o Deputado Federa tem
R$ 26.700,00 (Salário)
R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)
R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)
R$ 5.000,00 (Combustível)
R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)
R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)
R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)
R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)
R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)
R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)
Auxílio Dentista
Auxílio Farmácia

E outros, para LASCAR as nossas vidas!

E o trabalhador R$ 1320,00 , para sustentar a família.

Será que o problema do Brasil são os trabalhadores ? Os aposentados ?

Publique!!!

Se você repassar para somente 2 amigos nas primeiras horas , em 28 horas toda a população brasileira vai tomar conhecimento deste ABSURDO.

Recebi em outro grupo, confesso que me deu uma tristeza imensa.
***

sábado, 29 de junho de 2024

APOSENTADOS DE CLASSE E DE LUTA * TRABALHADORES DE CLASSE E DE LUTA

APOSENTADOS DE CLASSE E DE LUTA
FACEBOOK PAULO LINDSAY

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA COMISSÃO LEGISLATIVA PARTICIPATIVA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS - PRESIDENTE DEPUTADO FEDERAL GLAUBER BRAGA.

Se conseguirmos êxito nessa PEC 555/06, será uma grande Vitória política e financeira para aposentados (as) e pensionistas.

MEMBROS DA MESA DE DEBATE SOBRE O FIM DA CONTRIBUIÇÃOPREVIDENCIÁRIAPARAAPOSENTADOSEPENSIONISTAS:

1 - Cleuza Maria Faustino - FENASPS;

2 - Paulo Lindesay - Representante do FONASEFE. Diretor de Executiva Nacional da ASSIBGE-SN/ Coordenador do Núcleo Sindical Canabarro/Coordenador da Auditoria Cidadã Núcleo RJ.

3 - Lúcia Lopes - Diretora dos Assuntos dos Aposentados - ANDES-SN

4 - Lucena Martins - Coordenadora da FONASEFE.

Audiência pública sobre orçamento e FIM DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA DOS APOSENTADOS e PENSIONISTAS, na Comissão Legislativa Participativa.

Após intenso e rico debate, o presidente da Comissão, o Deputado Federal Glauber Braga vai encaminhar o APENSADO das PEC 555/2006 e a PEC 06/2024.

A PEC 555, já está pronta para ir a plenário, há mais de 10 anos. Mas não foi votada até a presente data. Portanto precisa ser votada até o fim dessa legislatura. Se não for votada, será arquivada definitivamente. Será o fim da possibilidade de extinção da contribuição Previdenciária nessa PEÇA DE EMENDA CONSTITUCIONAL. Restaria a PEC 06/2024, que terá que passar por várias comissões para ir a votação em plenário.

O que é APENSADO?

Quando um documento ou mesmo um processo é apensado a outro, isso significa dizer que ele foi anexado ao final do processo principal, sem alterar a ordem dos documentos que compõem esse processo principal.

Após o intenso debate dos representantes das entidades, dos participantes do plenário e o Deputado Federal Glauber Braga, a solução é encaminhada, pelo presidente da Comissão Legislativa Participativa, Glauber Braga do PSOL. Foi APENSADO das duas PECs.

Agora precisamos intensificar uma campanha nacional, com a participação das entidades e os trabalhadores (as) ativos e aposentados. Para pressionar os políticos em aceitar a junção da PEC 555/2006 e a PEC 06/2024. Elegendo um novo relator e aprovar um documento substitutivo que proponha o fim da contribuição Previdenciária dos aposentados e pensionistas, imediatamente, à ser votado no Congresso Nacional. Além de intensificar a luta pela revogação da Emenda Constitucional 103/2019, reforma da Previdência de Bolsonaro, revogação do ARCABOUÇO FISCAL, que impede os investimentos públicos e reestruturações das carreiras e reajuste salariais para ativos e aposentados. Mas libera, cada vez mais recursos para banqueiros e grandes corporações, a partir do pagamento da Dívida Pública Federal.

Paulo Lindesay, diretor da ASSIBGE-SN/Coordenador do Núcleo Sindical Canabarro/Coordenador da Auditoria Cidadã Núcleo RJ.

VÍDEO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ÍNTEGRA
APOSENTADOS
*Veja o que pode acabar mudado na aposentadoria*
CARTA DO APOSENTADO

SOBRE O INSS.

O Aposentado que vive com 1320,00 Reais por mês , em Carta publicada no Jornal Diário de São Paulo.

Hoje , vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais , bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas , adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8 , meninas de 14 anos parindo filhos sem pai , toda a classe política desse país esfregando a bandalheira na nossa cara e desfilando uma incompetência absurda , o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz...

Deveria ter ficado em casa quieto ao invés de ir às ruas. Lutei pra quê? Pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por quê agora estamos quietos ? Cadê vocês nas ruas? Esqueçam cor de bandeiras. 

 Vamos nos unir e lutar por um só motivo: 
 Nossos direitos.

SOMOS mais de trinta milhões de aposentados !
Não podemos admitir :
Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida ;
Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas ;
Professor R$ 2.200,00 para nos preparar para a vida ;
Médico R$ 9.260,00 para manter a vida ;
E o Deputado Federa ?
R$ 26.700,00 (Salário)
R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)
R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)
R$ 5.000,00 (Combustível)
R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)
R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)
R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)
R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)
R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)
R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)
Auxílio Dentista
Auxílio Farmácia
E outros, para LASCAR as nossas vidas!
E o trabalhador R$ 1320,00 , para sustentar a família.
Será que o problema do Brasil são os trabalhadores ?

Os aposentados?
Publique!!!

Se você repassar para somente 2 amigos nas primeiras horas , em 28 horas toda a população brasileira vai tomar conhecimento deste ABSURDO.

Recebi em outro grupo, confesso que me deu uma tristeza imensa.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA/DF
LULA DENUNCIA A ISENÇÃO FISCAL

VITÓRIA DOS APOSENTADOS

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quarta-feira (19) o julgamento de 13 ações que contestam pontos da reforma da Previdência, aprovada em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O julgamento foi suspenso por um pedido de vista feito pelo ministro Gilmar Mendes. A vista é um mecanismo previsto no regimento interno da Corte que permite aos membros do STF pedir mais prazo para analisar o processo antes de proferir os votos. Não há data para a retomada da análise do caso.

Até o momento, o Supremo tem maioria de votos para derrubar pelo menos três pontos da reforma. Contudo, a suspensão ainda não está valendo porque depende da finalização do julgamento.

A maioria dos ministros já votou contra o mecanismo que autoriza a contribuição extraordinária de aposentados e pensionistas quando ocorrer déficit atuarial das contas da Previdência.

Também há votos para impedir a anulação de aposentadorias do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), a previdência dos servidores públicos, que utilizaram a contagem do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), destinado aos trabalhadores celetistas, sem o pagamento de contribuições correspondentes.

A maioria dos ministros também está derrubando a regra que diferencia o tempo de contribuição para aposentadoria entre mulheres do regime próprio e do regime geral. Nos dois regimes, a aposentadoria de mulheres pode ocorrer aos 62 anos. Contudo, no regime geral, o tempo mínimo de contribuição é de 15 anos, enquanto no regime próprio é de 25 anos.

As ações foram protocoladas na Corte por associações que representam diversas categorias de servidores públicos.
*
QUANDO LULA TERÁ PALAVRA?

SEUS ATOS LHE DESMENTEM
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sábado, 22 de junho de 2024

PETROLEIROS DE CLASSE E DE LUTA * Jornal dos Trabalhadores/JT

 PETROLEIROS DE CLASSE E DE LUTA

 *Essa luta é de todos nós!*

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*Primeiro dia do acampamento petroleiro para a retomada dos direitos dos ativos, aposentados e pensionistas participantes da Petros e arrancar uma solução para problema dos equacionamentos*.

O Litoral Paulista conta com 31 pessoas acampadas, entre petroleiros ativos, aposentados e diretores. Além disso, a mobilização conta com petroleiros de Minas Gerais, Campos, São Paulo e Manaus.

A luta teve hora para começar, mas não tem hora para acabar! Portanto, participe e contribua para o sucesso dessa empreitada!

*Clique no vídeo e veja o recado do secretário geral da FNP e diretor do LP, Adaedson Costa.*
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sábado, 25 de maio de 2024

RODOVIÁRIOS BAIANOS MARCHAM PARA A GREVE * Jobson Barbosa.BA

RODOVIÁRIOS BAIANOS MARCHAM PARA A GREVE

Após várias rodadas de negociação, os patrões continuam intransigentes e se recusam a conceder um aumento digno para a categoria rodoviária.

ASSEMBLEIA

Se houver uma greve a culpa não é da categoria, como afirma o poder concedente, mas dos empresários que não estão abertos à negociação.

Os empresários estão com a tática mesquinha de fomentar uma paralisação, pois dessa forma eles podem induzir a justiça a retirar nossos direitos, conquistados depois de tanta luta e suor dessa categoria sofrida.

Por isso, companheiros, façam esse vídeo circular por todas as redes sociais e ajudem a divulgar toda a verdade envolvida nas negociações da campanha salarial dos rodoviários neste ano de 2024.

Jobson Barbosa.BA
Dirigente sindical
Vídeo:Jornal da Band

segunda-feira, 15 de abril de 2024

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista! * Movimento Brasil Operário/MBO

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista!

 Há quase 140 anos do histórico levante proletário em Chicago em 1886, quando os trabalhadores, organizados e municiados por uma profunda consciência de classe e dos seus interesses para si, em brava e heróica batalha contra as forças do capital, tiveram seus históricos mártires assassinados covardemente pelas forças de repressão da burguesia. Da qual daí em diante foi instituído pela Segunda Internacional, o Primeiro de Maio como data mundial do proletariado.

Após quase 140 anos desse combate histórico de nossa classe, nos encontramos num período cuja principal característica seja o avanço da contra-revolução burguesa em praticamente todos os países. Particularmente desde o fim da União Soviética e a queda do Muro de Berlim no crepúsculo do século passado, o capital não sessou uma vasta ofensiva econômica, política e ideológica contra o proletariado e seu programa científico de emancipação histórica: o marxismo.

As ideologias vulgares que pregavam o "fim da história"; o "empreendedorismo"; o identitarismo anti-classista; o politicismo e conciliação com o inimigo de classe; o conformismo e resignação com o presente, marcado pelo "congelamento" histórico, etc., não passam de artimanhas estratégicas e táticas da burguesia mundial e seus meios de propagação de mentiras e irracionalismo, visando arrefecer a fé dos trabalhadores no socialismo e na sua própria emancipação dos grilhões da sociedade de classes.

Em compasso com os ataques econômicos e sociais contra as conquistas históricas que o proletariado arrancou da burguesia no último século de duras batalhas, vemos uma verdadeira ofensiva ideológica e cultural por parte do imperialismo, visando um vasto entorpecimento de seu antagonista histórico para assim, quebrar suas perspectivas revolucionárias como forma de garantir a perenidade e sobrevida do regime capitalista em sua fase senil, marcada por crises cada vez mais recorrentes e de grande duração, ameaçando mesmo a própria humanidade.
Em todo o mundo governado pelo modo de produção capitalista, temos visto o desmonte dos mecanismos de proteção dos trabalhadores. Os direitos trabalhistas e o chamado "Estado de bem estar social" (onde existiu) tem sido radicalmente suprimidos; o nível econômico e social das classes trabalhadoras em todo o mundo não param de cair.

Na verdade entramos na era da superexploração do trabalho como um fenômeno mundial. As seguidas revoluções tecnológicas e informacional criou uma massa crônica de desempregados e seres humanos "supérfluos" pela ótica do capital e que não podem mais serem inseridos produtivamente no mundo das mercadorias cada vez mais mercantilizado e fetichizado. Para essa massa humana "sobrante"--um verdadeiro exército de reserva utilizado para aviltar os salários e condições de trabalho dos que ainda labutam--a "saída" burguesa é cada vez mais a repressão e extermínio malthuziano.

Nessa esteira, a chamada "composição orgânica do capital" como bem o conceituou Karl Marx, atua como um verdadeiro pêndulo contra a taxa de lucros do capital, obrigando seus servidores (a burguesia e seus agentes, sim, servidores de sua criatura) a recorrerem a um padrão de reprodução do capitalismo mundial francamente destrutivo, selvagem e incontrolável, que põe mesmo como horizonte a destruição da civilização como a conhecemos.

As guerras e o capital: uma relação de mão dupla

Com o alastrar da decadência capitalista, o recrudescimento das guerras de baixa e alta intensidade, tornaram-se algo corriqueiro, mesmo banal.

Neste século atual por exemplo, tivemos as guerras de tipo neocolonial por parte do imperialismo contra o Afeganistão, Iraque, Haiti, Líbia, Síria, Ucrânia (guerra por procuração do imperialismo ianque contra a Rússia), Iêmen, Palestina, etc. Também os golpes de Estado de novo tipo pela vida das revoluções coloridas e guerras híbridas, tem se tornado constantes e diversos países já foram ou estão sendo vítimas dessa forma de ataque encoberto, por parte das forças imperialistas e seus fantoches.

A instabilidade política promovida pela CIA contra governos populares e/ou nacionalistas também é algo que avança nessa época marcada pela crise geral do capitalismo, que exige de forma imperiosa ao grande capital, colonizar e impor sua agenda destrutiva em todo o mundo: diante de sua fase senil, o Globo terrestre já se tornou demasiado pequeno para o capital e seu caráter ontológico expansionista.

Daí a necessidade cada vez mais premente por parte do grande capital em controlar com mãos de ferro as fontes energéticas, de matéria prima, os mercados e o assalto aos Estados nacionais. Uma nova redivisão do mundo e da divisão mundial do trabalho, está em andamento; em tal movimento tectonico, o que o grande capital imperialista impõe aos povos da periferia capitalista é uma ainda maior subalternidade, agravando sua crônica relação de dependência e subdesenvolvimento.

Em suma, o preço pago pela humanidade com a perenidade até o presente do modo de produção capitalista tem sido alto demais. O próprio desenvolvimento histórico e das forças produtivas internacionalmente já estabeleceram as condições objetivas necessárias para a superação do regime burguês e para a construção do socialismo.

Os trabalhadores e os povos oprimidos resistem

O proletariado mundial embora ainda confuso, disperso e cambaleante diante da atual correlação desfavorável, resiste como pode. Vimos desde a última década importantes movimentos de luta dos trabalhadores em diversos países, sobretudo em nossa América latina. Os trabalhadores venezuelanos, bolivianos, equatorianos, chilenos, peruanos, haitianos e colombianos por exemplo, tem protagonizado ou protagonizaram nos últimos anos, importantes e heróicas lutas contra as forças da extrema direita, das tentativas golpistas e do imperialismo em seus países.

O povo palestino tem dado lições históricas a seus irmãos trabalhadores do mundo, através de sua gigantesca resistência armada contra os genocidas sionistas que comandam o facínora Estado de Israel e seus patrões imperialistas da Casa Branca. Embora o gigantesco tributo pago com o sangue sagrado de seus mártires, a resistência militar palestina impõe duríssimo revés ao sionismo, causando mesmo a desmoralização histórica mundial do Estado sionista e uma crise existencial de Israel.

Na África negra, seu valente povo derrotou o colonialismo francês, causando uma séria desmoralização e crise política profunda no interior dessa pátria imperialista decadente.
Os exemplos de brava resistência dos povos trabalhadores iemanita e haitiano, que nas mais desfavoráveis condições resistem e lutam bravamente contra seus exploradores e opressores internos e o imperialismo, deixa valiosa lição para o proletariado mundial.

Fortalecer um pólo revolucionario e antiimperialista internacional

A condição mais essencial do momento, é estabelecer uma frente internacional de lutas dos trabalhadores contra as forças do imperialismo. O atual período histórico se caracteriza pela ofensiva da burguesia e pela contra-revolução no mundo.
É imprescindível para as organizações de vanguarda dos explorados ter bem claro as forças que se batem, a correlação entre as classes antagônicas, para daí tirar as conclusões estratégicas e táticas do atual período. Uma das principais constatações a se considerar no momento é o fato de que as forças revolucionárias e de vanguarda da classe se encontrarem numa grave situação de fragmentação, divisão e sem protagonismo no interior das massas. E isso em todo o mundo.
Fortalecer as organizações dirigentes no interior de cada país é passo essencial para a retomada de uma agenda revolucionária e socialista que volte a hegemonizar as parcelas mais esclarecidas dos trabalhadores. Por outro lado, fortalecer um bloco revolucionário e antiimperialista internacional é sem dúvida uma das tarefas mais importantes do momento.

Em sua fase de deslocamento permante pelo mundo, o capital cada vez mais internacionalizado põem na defensiva qualquer estratégia ou tática puramente nacional dos trabalhadores. Daí ser imprescindível mais do nunca, organizar o combate internacional sistemático contra a burguesia, que tem no imperialismo seu chefe de fila no mundo.

Portanto, fortalecer uma frente internacional antiimperialista deve ser no momento uma das questões táticas centrais do proletariado mundial e seus aliados.

O grave impasse em que vive a humanidade, deixa bem claro que o capitalismo entrou em uma fase de potêncial destrutivo sem precedentes. As saídas reformistas que buscam reformar ou mesmo humanizar o regime do capital, estão barradas. A contra-revolução neoliberal, a atual escalada de guerras e golpes de Estado em todo o mundo, são as provas dessa verdade histórica. A revolução socialista é neste caso não só de uma atualidade indiscutível, como também, e mais importante, a garantia de sobrevivência da própria humanidade.

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES/FRT