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sexta-feira, 15 de setembro de 2023

Para os servidores RJU, principalmente aos técnicos administrativos em educação.(Taes) * Lilia Bachinski/UFSM-HUSM - RS

Para os servidores RJU, principalmente aos técnicos administrativos em educação.(Taes)
Vou deixar um recadinho para reflexão.

Acreditem ou não. Mas os fatos estão se desenhando, basta observar.

E quem quiser continuar servidor público RJU e não ser empregado público celetista ou cedido pra qualquer empresa pública privada que possa aparecer no mercado; tem que sair da zona de conforto e lutar pelos seus direitos e valorizar seu concurso prestado. E observar com muita atenção, as mudanças, aos desmonte dos serviços públicos e as reformas de Estado.

A exemplo: Já temos a EBSERH...

Pois então.

No apagar das luzes da governança passada, Lula assinou deixando o presentinho de grego que Haddad fez e deixou aos servidores públicos RJU dos hospitais universitários, a .EBSERH.

Os defensores de Lula, PT, uma boa maioria dos servidores defendem a tal empresa mas não avaliam, pensam e valorizam a função, o cargo que ocupam e o concurso que prestaram a universidade federal e para HU e que servem ao público e a sociedade, cumprindo os princípios e diretrizes do SUS. (https://futurodasaude.com.br/diretrizes-do-sus/)

Esta empresa (EBSERH) o seu criador justifica que foi criada para extiguir os contratos de trabalhadores contratados pelas Fatec. Pura distorção e mentira. Seria simples resolver, abrir concursos públicos para reposição de pessoal que a evolução dos serviços e postos tiveram. Solucionaria o problema da falta de servidores e dos serviços prestados. Mas aí também tem a desculpa justificativa dos gastos. Mas se tinha dim dim para os contratos via Fatec; e teve e tem dim dim com a criação da EBSERH tem para pagar os celetista da EBSERH. A tal justificativa cai por terra.

EBSERH foi criada com objetivo de dar o início ao desmonte dos serviços públicos e dos servidores públicos e RJU, incluindo a educação e saúde. Iniciando extinção dos servidores públicos pelos Hus RJU. E o governo se eximindo das responsabilidades, passa a responsabilidade a comunidade universitária e sua gestão. E aí esta a EBSERH mais de dez anos consumindo dinheiro público mas não cumprindo a disse que viria; e deixando dúvidas quando a sua legalidade para a formação de profissionais da área da saúde e prestação de serviços públicos de saúde que seria da responsabilidade UF. Mas que a gestão UF passou e delegou a esta empresa. Que seria a finalidade de resolver os problemas contratos dos servidores e serviços dos HUs. Não existindo concurso para RJU no Hu. EEBSERH  não esta cumprindo a que disse vir.

Quem trabalha e trabalhou no HU sabe o quanto os RJU e Taes construíram os HUs, a UF. E colaboraram na construção da UF, do ensino, pesquisa, extensão e prestação de serviços à comunidade universitária e sociedade. A EBSERH não tem este perfil, objetivo e formação para hospital escola.

E o seguinte passo do desmonte, e destruição dos governos, será as UFs e a educação, com oferta o PDG. Os servidores com o passar do tempo serão meros prestadores de serviços e tarefas, trabalhadores independentes e por consequência irão se auto extinguir sem poder judicializar o Estado. Porque foi sua própria escolha. Educação e saúde e os servidores não são mercadorias.

Então quem quiser continuar a ser servidor público e RJU e taes e tem orgulho de ser servidor público; é a hora da luta. E lute pelos seu lugar e direitos.

Porque o Estado, com os políticos e a elite, sistema financeiro esta tratorando os servidores públicos e tomando os serviços públicos para eles.

E nós servidores públicos, taes não pensem que alguém ficará fora do barco.

E educação, saúde pública gratuita é dever do Estado com servidores públicos prestando os serviços públicos.

Os servidores públicos trabalhadores, saúde, educação não são mercadorias....

Merecemos respeito e valorização!

Lilia Bachinski
UFSM-HUSM - RS
(Foto: fotógrafas Giulia Cassol e Carol Ferraz, do Sul21.)
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sábado, 1 de maio de 2021

REFORMA ADMINISTRATIVA, PARA QUÊ? * Movimento Brasil Operário/MBO

REFORMA ADMINISTRATIVA, PARA QUÊ?
REFORMA ADMNISTRATIVA
Cartilha Diga Nao A Pec 32 Contrarreforma Administrativa

A tão propagada REFORMA ADMINISTRATIVA reforma o quê? Não reforma nada! É mais um golpe no trabalhador brasileiro, e desta vez o trabalhador do serviço público. O grande objetivo dos reformadores é extinguir o serviço público e tornar o nosso país uma "MALBORO", como os ESTADOS UNIDOS, onde não existe nada público, uma verdadeira terra arrasada!

E como estão pretendendo realizar mais esse assalto contra o nosso país? Simples: primeiro, acabaram com a CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, tornando a assinatura de carteira opcional. Segundo, extinguiram a aposentadoria por contribuição ou tempo de serviço. Terceiro, legalizaram a terceirização de serviços públicos. Com essas três facadas no povo, o que nos resta? Nada! Portanto, com essa tal REFORMA ADMINISTRATIVA, pretendem extinguir o CONCURSO PÚBLICO, e a estabilidade do servidor concursado. Feito isso, a PRIVATIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO entra em pauta. 

POR ISSO MEU IRMÃO, 
serviço público é patrimônio público e privatização é roubo! E nossa única defesa é barrar a sanha desses vampiros que veem o nosso país como uma banheira de sangue, pra matar a sede deles. São capitalistas expulsos de outros lugares onde seus interesses foram esgotados e agora querem sugar aqui, às nossas custas. Vejam as privatizações. Todas elas pioraram aquilo que foi privatizado, desde o transporte ferroviário até as rodovias. Os pedágios só aumentam e a qualidade das estradas continua sofrível.

PORTANTO, 
FORA PRIVATISTAS
!!!
UM MOMENTO DE REFLEXÃO:

Antônio, depois de muito estudar, virou técnico judiciário do TRT. Infelizmente, não resistiu à COVID que contraiu e morreu com 44 anos. Com 15 anos de serviço no Tribunal, deixou esposa de 40 anos e 1 filho de 11 anos.

Após o luto, a esposa de Antônio deu entrada na papelada pra ficar com a pensão do seu companheiro de 15 anos. Lá, a servidora da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) lhe explicou o seguinte:

1) Como Antônio ingressou em 2006 no serviço público, não tem direito à aposentadoria integral e já pegou a regra da média das contribuições.

2) Como a esposa de Antonio tem 40 anos, não terá direito à pensão vitalícia. Só poderá contar com a pensão pós-morte durante 15 anos.

3) Após calcular a média das contribuições de Antônio, a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) chegou à conclusão de que essa média foi de 8.000,00 (valor presente).

4) A SGP explicou à viúva de Antônio que, como o servidor morreu com 15 anos de contribuição, o cálculo será feito com base em 60% da média das contribuições, o que dá 4.800,00.

5) A viúva de Antônio ainda ficou sabendo que, como o servidor deixou 2 dependentes, a pensão será paga da seguinte forma:

- 70% de 4.800 até o filho completar 21 anos, o que dá 3.360,00 (por mais 10 anos) para a família e

- 60% de 4800,00 (2880,00), por mais 5 anos.

- Depois de 15 anos, a viúva perderia a pensão pra sempre.

A viúva de Antonio, que está desempregada, saiu de lá arrasada e pensou como fará pra pagar as contas do mês, incluindo o aluguel de um 2 quartos na Zona Norte.

*Quando a gente não luta contra a retirada de direitos, não adianta chorar depois! Essa foi a reforma da previdência, que foi aprovada pelo Governo Bolsonaro!*

Portanto, agora temos que *lutar contra a Reforma Administrativa e a favor da manutenção da estabilidade!*