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terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

JORNAL "A INTERSINDICAL" Associação Intersindical de Trabalhadores Classistas (AIT)Ch

JORNAL "A INTERSINDICAL"
Associação Intersindical de Trabalhadores Classistas (AIT)Ch

Compartilhamos com vocês a edição #43, de fevereiro de 2025, do jornal da Associação Intersindical de Trabalhadores Classistas (AIT). Os seguintes artigos estão incluídos nesta edição:

Este 2025 continua levantando sindicatos para lutar
Diante da farsa previdenciária patronal. Lutando contra pensões miseráveis.

Pagamento de dívida histórica. Uma zombaria que não chega nem perto de compensar os professores.

Sobre os desafios do combate à atomização e despolitização do movimento sindical. Âmbito e limitações da negociação de sucursais

Com o exemplo de Juan Pablo Jiménez para fortalecer o sindicalismo classista e combativo

Por um sindicalismo classista e combativo
Junte-se a um sindicato para lutar
CHILE: LUCHA DE LOS TRABAJADORES Y DESAFÍOS DEL SINDICALISMO
ALEX CHAMAN PORTUGAL Ph. D./REVISTA ATREVERSE/YOUTUBE.CHILE
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sábado, 20 de janeiro de 2024

TODO APOIO À GREVE GERAL DOS TRABALHADORES ARGENTINOS * JORNAL DOS TRABALHADORES/BR

TODO APOIO À GREVE GERAL DOS TRABALHADORES ARGENTINOS
&
CBST
FORA MILEI E O FMI

O secretário-geral da Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) da Argentina, Rodolfo Aguiar, confirmou nesta sexta (20) a participação daquela organização na greve geral e mobilização marcada para o dia 24 deste mês.

GREVE GERAL FORA MILEI
MILEI BASURA! VOCÊ É A DITADURA!!

Em declarações à Rádio El Destape, Aguiar afirmou que a ATE fará parte destas ações contra as medidas do Presidente Javier Milei, apesar das tentativas do Governo de desmobilizar os cidadãos.

Ontem à noite, a referida entidade foi convocada para negociações conjuntas no Ministério do Trabalho, Emprego e Segurança Social, nesta capital.

Se a convocação dessa reunião for uma estratégia para levantarmos a greve, alertamos que isso não acontecerá. São muitas as reclamações que temos. Ratificamos que nos mobilizaremos em massa, disse o dirigente sindical.

As razões que nos levam aos protestos são muito mais amplas e abrangem mais do que simplesmente a questão salarial, acrescentou.

Na próxima quarta-feira, membros de organizações sociais, sindicais e políticas manifestarão a sua rejeição a um plano de ajustamento, a um protocolo contra manifestações, a um decreto de necessidade e urgência e a um pacote de leis apresentado pelo Governo.

Estas duas últimas iniciativas envolvem a eliminação ou reforma de mais de 300 regulamentos e a declaração do estado de emergência com a atribuição de poderes legislativos ao Executivo até 2025, com possibilidade de prorrogação por dois anos.
Não aceitamos como inconstitucional o protocolo anti-piquetes da ministra da Segurança Patrícia Bullrich, nem aceitamos as multas que ela quer que paguemos ou as ameaças de descontos no dia da greve, afirmou Aguiar.