segunda-feira, 13 de dezembro de 2021
O ESTADO POLICIAL MILITARIZADO E A EMERGÊNCIA COMO NOVA MOEDA DO CAPITAL * COMUNA DA EMERGÊNCIA
domingo, 12 de dezembro de 2021
domingo, 24 de outubro de 2021
A origem do termo Gari * Joel Paviotti
A origem do termo Gari
O gari é um dos profissionais mais importantes da vida urbana. Sem eles, seria muito, muito complicado, manter a convivência social e a saúde pública.
O nome gari, dado no Brasil aos limpadores de rua, tem sua curiosa origem datada da época do Império Brasileiro. Logo após a chegada da família real ao Brasil, foi instituído o setor de "desempachamento" das ruas. A palavra, vinda do francês foi importada junto com o termo "higiene" que não existia no nosso país até então.
Para implantar a limpeza das ruas, o Império Brasileiro contratou o francês Aleixo Gary, dono de uma empresa de limpeza. O empresário deveria instituir um sistema de limpeza no centro da Capital e se livrar do lixo. Então, o francês passou a contratar homens para limpar a cidade e transportar o lixo urbano para a Ilha de Sapucaia, na Baía da Guanabara, que era usada de aterro para resíduos.
Como o uniforme usado pelos limpadores tinha estampado no bolso da camisa Aleixo "Gary", esses profissionais passaram a ser chamados pelo sobrenome do empresário e o nome pegou. Virou oficial e entrou em nosso dicionário.
Texto - @joelpaviotti
sábado, 2 de outubro de 2021
sexta-feira, 17 de setembro de 2021
OS MILITARES “INVENTAM” O FGTS PARA AJUDAR O CAPITAL * Ernesto Germano Parés / RJ
PARA NÃO ESQUECER – 13 DE SETEMBRO DE 1966
sexta-feira, 10 de setembro de 2021
REALIZA-SE NO RIO DE ANEIRO O II CONGRESSO OPERÁRIO BRASILEIRO * Ernesto Germano Parés/R
REALIZA-SE NO RIO DE ANEIRO O II CONGRESSO OPERÁRIO BRASILEIRO
domingo, 5 de setembro de 2021
Cuando la historia se escribe luchando * Gustavo Espinoza M
sábado, 4 de setembro de 2021
A existência de nove Centrais Sindicais no Brasil é uma anomalia * Valério Arcary/Brasil247
sexta-feira, 3 de setembro de 2021
O suicídio de Getúlio Vargas * Ernesto Germano Parés/RJ
O SUICÍDIO DE GETÚLIO VARGAS
(Ernesto Germano Parés/RJ)
*
Getúlio Vargas é uma figura controvertida e muito debatida até hoje por parcela dos que estudam o movimento social no Brasil. De ditador vinculado ao nazismo a nacionalista defensor do independentismo, atravessou uma fase história brasileira e teve os seus governos permeados pela participação dos trabalhadores organizados.
Suicídio de Getúlio Vargas * Ernesto Germano Parés/RJ
*
segunda-feira, 2 de agosto de 2021
A VOLTA À CENA POLÍTICA BRASILEIRA * Ernesto Germano Parés/RJ
domingo, 1 de agosto de 2021
Atentado contra Cuba em Paris * Central de Trabalhadores de Cuba / CU
ATENTADO CONTRA CUBA EM PARIS
Central de Trabajadores de Cuba
Declaración
La Central de Trabajadores de Cuba y los Sindicatos Nacionales, condenamos enérgicamente el vil ataque terrorista perpetrado contra la Embajada cubana en la República de Francia, causando daños materiales considerables. De igual modo los intentos por realizar hechos de similar naturaleza en otros países contra sedes diplomáticas.
Estos sucesos forman parte de las continuas campañas que hacia nuestra nación alientan estas conductas desde territorio de los Estados Unidos, con la impunidad que les garantiza el gobierno de ese país.
Denunciamos las plataformas del ciberespacio que están incitando al odio y a la violencia contra las misiones cubanas en el exterior, violando todas las normas del derecho internacional.
Son tiempos difíciles agravados por la Pandemia que azota a la humanidad y los cubanos vivimos con marcada intensidad los efectos del cruel Bloqueo del imperio yanqui en su obsesión de doblegarnos por hambre y necesidad. Nuestra decisión es: resistir, vencer y desarrollarnos.
Les agradecemos las acciones de solidaridad realizadas desde todos los continentes por organizaciones sindicales internacionales y amigos del mundo.
Los convocamos a condenar hechos brutales como estos, con los cuales el gobierno de Estados Unidos pretende recrudecer la hostilidad contra Cuba y empañar el ejemplo de paz y soberanía nacional. ¡No al terrorismo y la violencia!
Secretariado Nacional. CTC
Cuba
quinta-feira, 29 de julho de 2021
Situação brasileira * Jornal dos Trabalhadores/MBO
SITUAÇÃO BRASILEIRA
segunda-feira, 19 de julho de 2021
24 de julho – TODOS ÀS RUAS! * Movimento Brasil Operário / MBO
24 de julho – TODOS ÀS RUAS!
quinta-feira, 8 de julho de 2021
LA FSM CONDENA LOS ATAQUES CONTRA TRABAJADORESYSINDICALISTAS EN VENEZUELA * Federação Sindical Mundial / FSM
LA FSM CONDENA LOS ATAQUES CONTRA TRABAJADORESYSINDICALISTAS EN VENEZUELA
FEDERACIÓN SINDICAL MUNDIALClasista - unitaria - democratica - moderna – independiente – internationalista!
Atenas, el 06.07.2021
LA FSM CONDENA LOS ATAQUES CONTRA TRABAJADORESYSINDICALISTAS EN VENEZUELA
La Federación Sindical Mundial (FSM), por parte de sus 105 millonesdemiembros en 133 países de todo el mundo, condena el hostigamiento, larepresión y criminalización de la acción de trabajadores y sindicalistasenVenezuela, quienes son injustamente sometidos a procesos judiciales, arrestados y encarcelados por reivindicar sus derechos y mejorescondiciones de trabajo.
Hoy en día, hay decenas de trabajadores presos, otros bajo arrestodomiciliario, otros con juicios pendientes contra ellos. El movimientosindical mundial de clase exige la excarcelación inmediataylaanulación de las persecuciones penales contra ellos. Pedimos quecesenlas detenciones, judicializaciones, encarcelamientos y defendemosel respeto de los derechos y libertades sindicales y democráticas delasylos trabajadores de Venezuela.
Expresamos nuestro apoyo y solidaridad a los militantes encarceladosyasus familiares, asimismo a la lucha de la Central Unitaria de TrabajadoresdeVenezuela (CUTV) y del Frente Nacional de Lucha de la Clase Trabajadora(FNLCT) contra prácticas anti-obreras, anti-sindicales y anti-democráticas.
Como somos firmes contra las intervenciones imperialistas de EEUUysusaliados conta Venezuela, de la misma manera somos igualmente firmesenlos principios de las libertades sindicales.
El Secretariado
40, ZAN MOREAS, ATENAS 11745 GRECIA
TEL. (+30) 2109214417, (+30) 2109236700, FAX (+30) 210 9214517 www.wftucentral.org E-MAILS : info@wftucentral.org, international@wftucentral.org
quinta-feira, 1 de julho de 2021
Comitê em Defesa dos Correios * Alejandro Acosta/MG
Comitê em Defesa dos Correios
Vários trabalhadores dos Correios lançaram o Comitê em Defesa dos Correios com o objetivo de lutar contra a privatização, a defesa dos serviços sociais prestados (tais como as entregas dos materiais do ENEM e das prefeituras), assim como a defesa dos empregos.
O Comitê irá impulsionar uma campanha nacional com o objetivo de mobilizar os trabalhadores e a população na defesa desse importante patrimônio que está sendo intencionalmente sucateado para entrega-lo aos abutres capitalistas.
Sempre as privatizações dos serviços públicos foram seguidas do aumento sensível das tarifas, que são aplicadas contra a população como se fossem impostos.
A qualidade dos empregos gerados sempre são muito piores aos eliminados, até porque os abutres capitalistas buscam maximizar os lucros em cima do sangue e suor dos trabalhadores.
O Comitê irá utilizar vários mecanismos de propaganda com o objetivo de sensibilizar e mobilizar o povo brasileiro. Serão confeccionados banners, memes, matérias, abaixo assinados, vídeos, áudios. Buscaremos lançar outdoors, entrevistas nas rádios etc.
Em outras palavras, o Comitê irá promover uma série de atividades para enfrentar a entrega devido à inoperância das direções dos sindicatos atuais e dos partidos políticos. Todos eles atuam ajudando o Governo Bolsonaro a massacrar o Brasil.
O presidente da Câmara dos Deputados, o bolsonarista Artur Lira anunciou que colocará em pauta da privatização dos Correios já neste mês de julho, buscando que seja tão simples como a privatização da Eletrobras.
Vamos discutir com os trabalhadores e a população a importância de enfrentarmos o massacre do Brasil. Usemos esta campanha de propaganda como um instrumento para impulsionarmos a luta.
Por 250 mil empregos concursados, conforme recomendação da União Postal Universal.
Os Correios são nossos!
Trabalhadores uni-vos já!
ALEANDRO ACOSTA/MG
membro do Conselho Editorial do jornal GAZETA REVOLUCIONÁRIA
quarta-feira, 23 de junho de 2021
Primeira Greve Geral no Brasil * Ernesto Germano Parés/RJ
PARA NÃO ESQUECER – 09 DE JUNHO DE 1917
COMEÇA A PRIMEIRA GREVE GERAL NO BRASIL!
(Ernesto Germano Parés/RJ)
*
A primeira Greve Geral no Brasil, há mais de um século, foi iniciada por mulheres e durou mais de 30 dias!
*
No dia 8 de março de 1917 havia ocorrido a grande greve das tecelãs da Rússia que deflagrou a revolução de outubro. Aqui, no dia 9 de junho do mesmo ano uma greve tem início no Cotonifício Crespi (SP). As operárias reivindicavam aumento de salários e redução das jornadas de trabalho, que até então não eram garantidos por lei.
*
Ideologias como o anarquismo e o socialismo marxista, que chegaram a São Paulo principalmente pelos imigrantes italianos, tiveram um papel importante na organização do movimento. Com a adesão de operários de outras fábricas, a greve se espalhava e já tinha novas reivindicações: redução nos aluguéis, direito de organização, normalização do trabalho feminino e infantil e outras que não tinham ainda sido conquistadas.
*
O Brasil passava por um momento marcante. Chegavam as primeiras indústrias, trabalhadores imigrantes vinham para cá e o movimento operário começava a surgir. O período de 1917 a 1920 marcou um importante momento para os movimentos grevistas no Brasil. Principalmente liderados por imigrantes e mais fortemente os italianos.
*
Com o crescimento industrial e urbano, surgiram bairros operários em várias cidades brasileiras. Formados em sua maioria por imigrantes estrangeiros, a vida nesses bairros era bastante precária, refletindo os baixos salários dos operários, a jornada de trabalho estafante, a absoluta falta de garantias de leis trabalhistas, como descanso semanal, férias e aposentadoria.
*
Foi também um período muito difícil para os operários. Fábricas insalubres, jornadas desumanas, emprego maciço de mão-de-obra infantil e feminina, mais baratas que a de homem adulto. Muitas crianças empregadas acabavam com um dos membros mutilados pelas máquinas e, assim como os demais trabalhadores, não tinham direito a tratamento médico, seguro por acidentes de trabalho, etc.
*
No final de junho, a paralisação dos operários do Crespi contagiou os 1.500 operários da fábrica têxtil Ipiranga. Em seguida, se espalhou pela indústria de móveis, concentrada no Brás, e chegou até a fábrica de bebidas da Antarctica.
*
Em 9 de julho, um mês após o início da greve nos Cotonifícios e com várias categorias já em greve, uma carga de cavalaria foi lançada contra os operários que protestavam na porta da fábrica Mariângela, no Brás e resultou na morte do jovem anarquista espanhol José Martinez. Seu funeral atraiu uma multidão que atravessou a cidade acompanhando o corpo até o cemitério do Araçá onde foi sepultado. Três dias depois mais de 70 mil trabalhadores já aderiram à greve. Armazéns foram saqueados, bondes e outros veículos foram incendiados e barricadas foram erguidas em meio às ruas.
*
A adesão de outras categorias ia se ampliando e todo o movimento da cidade foi paralisado. Era a Primeira Greve Geral em um Estado, atingindo o fantástico (para a época) número de 75 mil trabalhadores em greve e foi dirigida pelos anarquistas. O comércio fechou, os transportes pararam e o governo era impotente para opor-se ao movimento. Os grevistas tomaram conta da cidade por 30 dias. Leite e carne só eram distribuídos para os hospitais, e dependia de autorização da Comissão de Greve. O governo abandonou a capital. Grevistas enfrentaram a polícia em Campinas. Após muita negociação a greve foi suspensa com um acordo.
*
A partir daí, a greve se alastrou para quase todas as cidades do interior de São Paulo. Campinas, Piracicaba, Santos, Sorocaba, Ribeirão Preto. Até Poços de Caldas, no sul de Minas, que não era uma cidade industrial, teve movimentos de greve.
*
As ligas e corporações operárias em greve, juntamente com o Comitê de Defesa Proletária reuniram-se na noite de 11 de julho e divulgaram um manifesto com 11 tópicos através dos quais apresentavam suas reivindicações.
*
- Que sejam postas em liberdade todas as pessoas detidas por motivo de greve;
- Que seja respeitado do modo mais absoluto o direito de associação para os trabalhadores;
- Que nenhum operário seja dispensado por haver participado ativa e ostensivamente no movimento grevista;
- Que seja abolida de fato a exploração do trabalho de menores de 14 anos nas fábricas, oficinas etc.;
- Que os trabalhadores com menos de 18 anos não sejam ocupados em trabalhos noturnos;
- Que seja abolido o trabalho noturno das mulheres;
- Aumento de 35% nos salários inferiores a $5000 e de 25% para os mais elevados;
- Que o pagamento dos salários seja efetuado pontualmente, cada 15 dias, e, o mais tardar, 5 dias após o vencimento;
- Que seja garantido aos operários trabalho permanente;
- Jornada de oito horas e semana inglesa;
- Aumento de 50% em todo o trabalho extraordinário.
*
Em 16 de julho - mais de um mês após o início da paralisação no Cotonifício Crespi - um acordo entre autoridades, organizações trabalhistas e industriais, mediado por jornalistas, pôs fim à greve em São Paulo. Mais ainda não era o fim da greve geral.
*
Segundo os historiados, apenas em São Paulo a greve terminou com uma negociação única. No Rio e em Porto Alegre, para onde o movimento já havia se espalhado, os movimentos tiveram dimensões gerais, mas só terminaram na medida em que cada setor chegava a um acordo com seu patronato. O ritmo de saída da greve foi aos poucos, assim como a adesão.
*
Outros historiadores afirmam que até o dia 18 de julho ainda havia categorias entrando em greve, como os pedreiros. Parte dos empresários se recusava a assinar os acordos e queria negociar condições diretamente com os funcionários.
*
Como em outras oportunidades, terminado o movimento o governo prendeu, espancou, processou e expulsou a maioria dos líderes da greve e não cumpriu as promessas feitas.
*
VIVA A GREVE GERAL DE SÃO PAULO EM 1917!
*
VIVA A LUTA DA MULHER TRABALHADORA!
*
A GREVE É UM DIREITO LEGÍTIMO DA CLASSE TRABALHADORA!
*


















