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quinta-feira, 23 de julho de 2026

RIO IN ROCK IN RIO * MOVIMENTO DE UNIÃO DOS RODOVIÁRIOS-MUR

RIO IN ROCK IN RIO 
Houve ontem, 22/07, a 5ª rodada de negociação entre rodoviários e patrões. Mas terminou sem acordo. Os patrões querem dar apenas 5% de aumento salarial mas os trabalhadores insistem na sua pauta de reivindicações. 

AS REIVINDICAÇÕES:
A pauta de reivindicações dos trabalhadores, que operam uma frota de aproximadamente 3.600 ônibus na capital, inclui:
● Reajuste: 12% (dividido em duas parcelas);
● Piso Salarial: R$ 5 mil para motoristas do BRT e R$ 4 mil para os demais;
● Benefícios: Vale-alimentação de R$ 1 mil e implementação de plano de saúde;
● Condições laborais: Revisão da escala de trabalho e da jornada de 7 horas e meia.
RIO IN ROCK IN RIO 
é o clima que toma conta da cidade. Calor de mais de 40 graus e frio de menos de 10. Gripes, sinusites, tosses,
pneumonias, tudo matando sem piedade, sem saúde pública à altura, sem
saúde alimentar suficiente, sem governador, sem prefeito, sem limites
para o "poder paralelo" abusar dentro e fora de todas as linhas. Por
que sem governo ou com governo, quem detém o "poder paralelo"?

RIO IN ROCK IN RIO de greves de ônibus e a população à mercê do
transporte clandestino achacante, do ônibus bandalha conduzido por
bandoleiro, do protesto de motoristas no metrô, no terminal GENTILEZA
ou ALVORADA, da passeata de camelôs na zona sul,por que os turistas do
RIO IN ROCK IN RIO não podem ver a CIDADE MARAVILHOSA REAL, com seus
pobres nas calçadas, crianças pedindo um pão, meninas se prostituindo,
jovens vendendo drogas e pivetes-trombadinhas-marginais assaltando um
celular.

Tudo isso por que o capital do investidor vende por vias virtuais uma
cidade imaginária, pra convencer o gringo de que o RIO IN ROCK IN RIO
é o paraiso na terra do PATROPI. Aliás, a música que chega a ouvidos
moucos não fala disso.

O PIB do Estado do Rio de Janeiro cresceu 4,2% no primeiro trimestre
de 2026. Esse avanço foi puxado pelo setor industrial, que disparou
9,8%. A extração de petróleo e gás natural continua como o motor
principal da economia fluminense.

A Construção Civil apresentou alta de 2,6%, gerando cerca de 7,4 mil
novos empregos com obras de infraestrutura.
Turismo: Movimentou R$ 12,2 bilhões apenas no primeiro quadrimestre na
capital, um aumento de 3,2%. [1, 2, 3].

.... No transporte de passageiros, o estado busca ampliar a integração
entre modais (como trens, metrô e ônibus) e manter tarifas sociais
estáveis para garantir o direito à mobilidade e o acesso ao emprego... como se 5,00 por passagem fosse "tarifa estável"...

Transporte de Passageiros: O segmento rodoviário e aéreo de
passageiros apresentou recuo de receita recentemente, mas o estado
implementou medidas para tornar os aeroportos fluminenses mais
competitivos, visando atrair companhias e fomentar o turismo. Além
disso, a expansão da Tarifa Zero avança em municípios da região
metropolitana como alternativa para devolver poder de compra à
população.

...O transporte de passageiros busca estratégias como a tarifa zero
municipal e incentivos ao Galeão para reaquecer o setor, enquanto a
construção civil e a logística compensam quedas em outras áreas para
gerar empregos ...

E OS TRABALHADORES COM ISSO....

Os motoristas de ônibus no Rio de Janeiro estão em estado de greve e
novas paralisações podem ocorrer a qualquer momento. A categoria
rejeitou a oferta de 5% de reajuste salarial feita pelo sindicato das
empresas. Uma nova audiência no Tribunal Regional do Trabalho (TRT)
está marcada para a próxima quarta-feira (22). 

MOVIMENTO DE UNIÃO DOS RODOVIÁRIOS-MUR


terça-feira, 21 de julho de 2026

GREVE GERAL 21 DE JULHO DE 1983 * Ernesto Germano Parés/RJ

GREVE GERAL 21 DE JULHO DE 1983
GREVE GERAL ENFRENTA A DITADURA!
*
Há 43 anos o Brasil vivia um importante momento histórico. Em plena ditadura militar, três milhões de trabalhadores foram às ruas! A greve teve a adesão de 35 entidades sindicais e de associações de funcionários públicos. O destaque da época é que entidades da sociedade civil, que se calaram recentemente quando o país sofria com os golpes da direita, participaram e deram apoio à aquele movimento: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e outras se solidarizaram com os trabalhadores e divulgaram notas e apoio público às manifestações.
*
O país tinha o general João Batista de Figueiredo como presidente e o chamado “milagre econômico” dos militares já tinha naufragado. A economia arrasada, inflação descontrolada (chegando a 100% ao ano), a crise da dívida externa e o desemprego em massa.
*
Em 1981, como já relatamos e ilustramos em um texto anterior, havia sido criada a “Comissão Nacional Pró-CUT”, durante o encontro que foi conhecido como Conclat. E foi a “Comissão Pró-CUT” que conclamou os trabalhadores para a 1ª Greve Geral no país depois do golpe de 1964.
*
“Foi a primeira grande luta nacional que unificou os trabalhadores, após as greves de 1978, 1979, e obteve muita repercussão, contribuindo para termos um forte movimento pelas Diretas Já, alguns meses depois. Sem dúvida, foi um marco fundamental da resistência à ditadura, que já se encontrava em forte declínio, tanto que conseguimos derrotar um dos seus decretos na votação da Câmara”, lembrou em um depoimento o ex-deputado federal José Genoíno (PT-SP).
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Atendendo às determinações do FMI, o governo aumentava os juros para conter a inflação e cortava despesas, chegando ao ponto de baixar, em maio, o Decreto-Lei 2.025 que extinguia todos os benefícios dos empregados das empresas estatais. A reação dos trabalhadores foi imediata. No dia 16 de junho, 35 entidades sindicais e associações de funcionários públicos aprovam o estado de greve, em protesto contra o decreto.
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Metalúrgicos, petroleiros, bancários, professores e outras categorias assumiram aquela bandeira e mostraram que os trabalhadores já não suportavam o arrocho e a violência.
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O governo recuou, mas no dia 29 de junho Figueiredo assinou um novo decreto, o 2.036, atacando diretamente os direitos dos funcionários das estatais acabou com o abono de férias, as promoções, os auxílios alimentação e transporte, o salário adicional anual e a participação nos lucros, só para citar alguns. Menos de um mês depois, em julho, emitiu o Decreto-Lei 2.045 para limitar ainda mais os reajustes salariais da categoria. Em todo o país o exército entra em prontidão!
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“Fora Daqui o FMI” foi o grito que explodiu com toda a força por tanto tempo represado. E a Greve Geral de 24 horas em todo o país se tornou uma realidade. Setores reformistas da esquerda não acreditavam na greve, não aconselhavam a greve, não desejavam a greve, mas tiveram que engolir também os trabalhadores nas ruas gritando que não suportavam mais.
*
Importante destacar que aquela greve impactou profundamente mais de 40 milhões de pessoas e foi o caminho encontrado pelo conjunto de mais de cem entidades sindicais para a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores.
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Pouco mais de um mês depois, no dia 28 de agosto de 1983, em um Congresso de Trabalhadores era fundada a Central Única dos Trabalhadores!
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VIVA A GREVE GERAL DE 1983!
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VIVA A LUTA DA CLASSE TRABALHADORA!
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A GREVE É UM DIREITO LEGÍTIMO DOS TRABALHADORES.
*

quarta-feira, 15 de julho de 2026

NEGOCIAÇÕES ENTRE RODOVIÁRIOS E EMPRESAS DE ÔNIBUS NO RIO TERMINAM SEM ACORDO NO TRT * Mídia Informal

NEGOCIAÇÕES ENTRE RODOVIÁRIOS E EMPRESAS DE ÔNIBUS NO RIO TERMINAM SEM ACORDO NO TRT

A tentativa de conciliação entre o sindicato dos rodoviários e o Rio Ônibus, que representa as empresas do setor, terminou sem um acordo nesta quarta-feira (15), no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Com o impasse, uma nova audiência foi agendada para o dia 22 de julho.

O cenário de negociação permanece travado. As empresas mantiveram a oferta de 5% de reajuste salarial e no valor da cesta básica, argumentando não haver espaço para novas contrapropostas. Os rodoviários, por sua vez, rejeitaram o índice, reforçando suas exigências por uma valorização maior. A categoria, que iniciou o processo pedindo 17% de aumento, cedeu para uma proposta de 12%, a ser quitada em duas parcelas, mas não houve consenso.

PONTOS DE DIVERGÊNCIA

Além da questão salarial, a jornada de trabalho é um dos principais focos de conflito. O sindicato dos rodoviários contesta a jornada de 7 horas e meia, alegando que o desconto salarial referente à última meia hora é indevido, uma vez que o intervalo não permite condições adequadas para alimentação ou descanso.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) acompanhou a audiência e manifestou apoio à demanda da categoria, solicitando que as empresas apresentem uma solução para o impasse na jornada.

AS REIVINDICAÇÕES:
A pauta de reivindicações dos trabalhadores, que operam uma frota de aproximadamente 3.600 ônibus na capital, inclui:
● Reajuste: 12% (dividido em duas parcelas);
● Piso Salarial: R$ 5 mil para motoristas do BRT e R$ 4 mil para os demais;
● Benefícios: Vale-alimentação de R$ 1 mil e implementação de plano de saúde;
● Condições laborais: Revisão da escala de trabalho e da jornada de 7 horas e meia.

As partes devem retornar ao TRT na próxima semana para tentar evitar um agravamento do movimento grevista no sistema de transporte da cidade.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

TRABALHADORES DA SGS D.CAXIAS EM GREVE * COMISSÃO TRABALHADORES DA SGS EM GREVE NA PLANTA DA BRASKEM Q4 DE CAMPOS ELÍSEOS

TRABALHADORES DA SGS D.CAXIAS EM GREVE

"A paralisação teve início na segunda-feira passada, dia 25 de agosto de 2025, os trabalhadores da empresa SGS, empresa contratada da Braskem, decidiram paralisar as atividades de forma temporária até que suas reivindicações fossem atendidas.

Importa destacar que a paralisação teve início pela soma de diversos fatores, um dos pontos de grande importância se deu pela inobservância de normas de segurança do trabalho ocasionando acidentes no interior da unidade e a tentativa da empresa de ocultar esses acidentes dois representantes eleitos para comissão interna de prevenção de acidentes.

O que surpreende é que desde o início das reivindicações o número expressivo de policiais, policiais militares de várias regiões, estão aparecendo para escoltar ônibus, permanecendo ao redor das assembleias realizadas diariamente pelos trabalhadores, ostentando armamento desproporcional e desnecessário. Os trabalhadores não entendem a razão pela qual na última assembleia realizada no dia 1 de setembro de 2025, haviam em torno de 30 viaturas, todas com policiais armados de fuzis.

Já houve audiência de conciliação no tribunal do trabalho seção de dissídios coletivos, porém, até o momento não houve solução em razão do fato da proposta apresentada ter sido ínfima.

O problema é que a empresa, que atualmente possui um efetivo de 600 trabalhadores, optou por ignorar a reivindicação realizada pelos trabalhadores organizados em comissão eleita para essa finalidade.

Outro fator de extrema relevância é que a empresa sgs afirma que o sindicato representante da classe trabalhadora é um sindicato cuja atividade representada não possui nenhuma relação com aquelas exercidas nas unidades de trabalho Braskem e Arlanxeo, gerando grande prejuízo a todos os trabalhadores em razão da prática de salários e benefícios inferiores aqueles devidos pelas funções desempenhadas.

Na tentativa de ocultar os acidentes, a empresa SGS retirou os representantes da CIPA da unidade de trabalho, tendo transferido o representante Patrick para o terminal marítimo, o deixando isolado do convívio com outros trabalhadores e retirado o representante da CIPA de nome Sérgio da unidade de trabalho.

Houve um acidente no mês de junho que culminou no afastamento de um trabalhador e outro acidente no mês de agosto que pode ter contaminado vários trabalhadores em razão disposição prolongada ao benzeno, já sendo de conhecimento da comissão de trabalhadores que ao menos trabalhadores da empresa SGS foram expostos a benzeno.

No esforço de tentar frustrar a paralisação a empresa SGS proibiu os motoristas dos ônibus contratados de abrirem as portas, impedindo que os trabalhadores desçam para participarem das assembleias que são realizadas diariamente na porta da unidade.

Ao se organizarem dessa forma, os trabalhadores da SGS entendem que estão no legítimo exercício do direito de paralisação, contudo, as empresas envolvidas insistem em não negociar, e pior, estão se utilizando indevidamente das forças policiais do Estado para intimidar os trabalhadores na tentativa de frustrar o movimento grevista, destaca-se ainda que a data base da categoria indicada pela empresa SGS é 01/08/2025, portanto, a reivindicação estaria sendo feita no tempo oportuno, tendo em vista que não há Norma coletiva vigente.

Em razão das práticas abusivas da empresa SGS e diante de sua resistência em conversar com a classe trabalhadora, não restou outra alternativa senão organizar uma pauta de reivindicação e pleitear melhorias das condições de trabalho, salários e benefícios.

Os integrantes da comissão de trabalhadores formalizaram denúncias junto ao Ministério público do Trabalho noticiando todas as irregularidades e pedindo auxílio do Ministério público, NF 001125.2025.01.004/3, NF 001063.2025.01.004-0. (Trabalhadores da Sgs em greve na planta da Braskem q4 em Campos eliseos)"
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TRABALHADORES DA SGS EM GREVE NA PLANTA DA BRASKEM Q4 DE CAMPOS ELÍSEOS - RJ

quinta-feira, 4 de abril de 2024

PELEGUISMO SUGA TRABALHADORES "ECETISTAS" * Coletivo de Ecetistas

PELEGUISMO SUGA TRABALHADORES "ECETISTAS" 

A preparação da chamada “ GREVE” dos trabalhadores de Correios do dia 4 e 5/04/2024 representa um cuspe na nossa cara. Foi “ PREPARADA” para nos desmoralizar e aplicar novos golpes contra nós, principalmente na próxima campanha salarial.

Os pelegos das duas federações em conluio com a ECT ficam tirando sarro de nós:

•⁠ ⁠⁠Marcaram uma “GREVE” por um dia, dividida intencionalmente pelos pelegos do PCdoB e MDB que controlam os sindicatos de SP e do RJ, com assembleias para o mesmo dia em que os 31 sindicatos da Fentect entrariam em greve;

•⁠ ⁠As duas federações agendaram uma audiência de conciliação com o TST um dia antes da greve e no mesmo dia das assembleias marcadas pelos pelegos da Fentect;

•⁠ ⁠Os pelegos das duas federações surpreendentemente ainda se reuniram com a direção da ECT, um dia antes da mediação junto ao TST e Assembleia para deflagração de greve, sem avisar os trabalhadores e sem esclarecer a pauta da reunião;

•⁠ ⁠Esses pelegos patronais agem como se fossem capitães do mato, como se fossem donos dos sindicatos, principalmente do nosso dinheiro, o qual eles usam e dele abusam para objetivos pessoais;

•⁠ ⁠Isso depois deles terem empurrado goela abaixo o último ACT, Acordo Coletivo de Trabalho, no ano passado, que representou mais um ataque contra nós, apresentando-o como se fosse uma panaceia;

•⁠ ⁠A greve foi convocada sem organização pela base: reuniões setoriais, boletins que expressem as nossas necessidades, delegados sindicais ativos e de luta, sem plano de mobilização, sem considerar os trabalhadores terceirizados, sem nenhuma intenção de parar a produção, pois nos centros operacionais hoje só trabalham terceirizados;

•⁠ Os pelegos orientaram as ultra esvaziadas assembleias aprovarem a proposta do TST, Tribunal Superior do Trabalho, o que acabou acontecendo no fundamental.

•⁠ Esse peleguismo traidor com certeza levará a uma “greve” sem quase adesão. Nessas condições dificilmente mas de 3% da Categoria irá aderir;

•⁠ Os pelegos traidores trabalham ativamente pela nossa derrota e na prática, são agentes da entrega total da soberania do Brasil.
PARA AS ASSEMBLEIAS QUE SERÃO CONVOCADAS PARA 11.4.2024

•⁠ ⁠Manter o estado de greve não pode ser um repeteco daquele velho filme das federações pelegas divisionistas que negociam com o governo e tudo acaba em pizza;

•⁠ ⁠Os trabalhadores da base precisam organizar a luta, denunciando cada uma das sacanagens dos pelegos que atuam a mando da Empresa e do governo, a partir de um núcleo nacional e que represente toda a categoria, que conta com 200 mil trabalhadores, considerando os terceirizados e aposentados;

•⁠ ⁠Devemos fazer o que os pelegos traidores, corruptos e preguiçosos não fazem: começar um boletim nacional para toda a Categoria;

•⁠ ⁠Devemos buscar a unidade com os trabalhadores de luta de todo o Brasil, concursados, terceirizados e de outras categorias;
DEVEMOS EXIGIR;

•⁠ Concurso público para pelo menos 50 mil trabalhadores concursados não temporários, além dos que saírem no PDI, e investimento em tecnologia;
• Plano de carreiras com lisura, onde todos(as) possam competir com igualdade na busca de um crescimento profissional.
•⁠ ⁠Abertura dos livros fiscais para acabar de vez com a farsa do déficit nos Correios;
•⁠ ⁠QUE AS NEGOCIAÇÕES SEJAM TRANSMITIDAS VIA VIDEO- CONFERÊNCIA COM A POSSIBILIDADE DOS TRANSMISSÃO ASSISTIREM ACESSANDO COM SEU NÚMERO DE MATRÍCULA E PODEREM FAZER SEUS COMENTÁRIOS, JÁ COM » CLÁUSULA DO PRÓXIMO ACORDO COLETIVO 2024/2025
•⁠ ⁠Vamos organizar uma greve de verdade para vencer!
•⁠ ⁠Os sindicatos pertencem aos trabalhadores para lutar!
•⁠ ⁠Precisamos defender os nossos empregos e o futuro do Brasil.

Duarte, trabalhador da base de Correios – SAP/RS
Nayara, trabalhadora da base de Correios – BH/MG
Edson, trabalhador da base de Correios – Coaraci/BA
Mineo, trabalhador da base de Correios – SA/SP
Norma, trabalhadora da base de Correios – POA/RS
Lisandro, trabalhador da base de Correios – POA/RS
Derly – trabalhadora de base de Correios – Goiânia/Goiás

COLETIVO DE ECETISTAS

FONTE
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domingo, 3 de setembro de 2023

Possível greve histórica na indústria automobilística dos EUA * PLR América Latina

Possível greve histórica na indústria automobilística dos EUA!
PLR América Latina

Setembro poderá trazer uma reviravolta dramática para a indústria automóvel dos EUA, uma vez que cerca de 150.000 trabalhadores do sector automóvel estão prestes a deixar os seus empregos enquanto negociam um novo contrato com grandes fabricantes de automóveis. Este contrato inclui aumentos salariais significativos e melhores benefícios.
A crise não discrimina

Num mundo onde a crise económica não faz distinção entre nações, a situação é urgente. A luta por melhores condições de trabalho e salários justos não se limita a uma suposta divisão entre o “primeiro” e o “segundo” mundo. Os trabalhadores nos Estados Unidos enfrentam desafios semelhantes aos dos seus pares em todo o mundo, mostrando que a pressão económica não conhece fronteiras.

A actual crise global não é uma situação passageira, efémera como uma brisa primaveril. Neste momento, o imperialismo, particularmente o imperialismo dos EUA, juntamente com os seus homólogos na União Europeia, enfrenta um problema sistémico tão profundamente enraizado que nenhum tratamento parece capaz de erradicá-lo. As próprias leis fundamentais do capitalismo estão a ser tensas a tal ponto que não há uma solução clara para a crise que elas próprias geraram através das suas acções.

Democracia e seu efeito real

Embora alguns procurem mudar o cenário político brincando de democracia, é fundamental questionar se estas mudanças realmente melhoram a vida das pessoas. Mudar os líderes sem abordar as questões sistémicas subjacentes pode resultar numa mera rotação de rostos no poder, sem qualquer impacto real na situação das comunidades. As verdadeiras melhorias exigem mais do que apenas uma mudança superficial na estrutura de governação.

Com os actuais contratos a expirar em 14 de Setembro, esta iminente acção laboral poderá tornar-se a maior greve que a indústria automóvel americana já viu em pelo menos meio século. O resultado destas negociações não terá apenas impacto sobre os trabalhadores e os fabricantes, mas também repercutirá em toda a economia dos EUA.
&
Greve nos EUA: funcionários da GM, Ford e Stellantis têm apoio do sindicato Os trabalhadores das fábricas reivindicam melhores salários, além de benefícios e direitos mais justos em relação ao lucro ... - Leia mais em https://autopapo.uol.com.br/curta/greve-gm-ford-stellantis-eua/

O sindicato United Auto Workers (UAW) aprovou a greve dos cerca de 150 mil trabalhadores das Big Three (Três Grandes) sediadas em Detroit, nos Estados Unidos da América. Essas gigantes mundiais também... - Leia mais em https://autopapo.uol.com.br/curta/greve-gm-ford-stellantis-eua/

Os objetivos desta greve nos Estados Unidos tem como ponto principal a reivindicação de melhores salários. Além disso, o sindicato insiste na redução da jornada de trabalho de 40h para 32h semanais, n... - Leia mais em https://autopapo.uol.com.br/curta/greve-gm-ford-stellantis-eua/
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quinta-feira, 31 de agosto de 2023

LULA FORÇA GREVE DOS SERVIDORES FEDERAIS * Movimento Brasil Operário-MBO

LULA FORÇA GREVE DOS SERVIDORES FEDERAIS
Indignação, revolta, insatisfação generalizada, é o resultado da reunião dos servidores federais com a "Mesa de Negociação". Isso demonstra o emaranhado de conchavos que o "governo lula/alckmin" representa. Sua submissão ao capital aliada à farsa de pacificação e reconstrução nacional se desmascaram a cada dia. A frieza e indiferença ante as reivindicações apresentadas pelos trabalhadores do serviço publico federal é de dar calafrios. Os olhares gelados e as respostas lacônicas fariam Hitchcock se arrepiar.
Ninguém desconhece a situação politica e econômica do mundo atual, de queda de lucros e insegurança nos investimentos, geradas basicamente pela beligerância imperialista, promovendo guerras e instabilidades aonde os seus negócios vão de mal a pior. Também conhecemos bem sua sanha pelo alheio, afanando as riquezas nacionais aonde bem entender. Haja visto o assalto à PRETROBRAS e tantas estatais brasileiras, desde sempre, mormente do GOLPE 2016 até agora. É sabida a sua preferência e promoção de regimes fascistas e genocidas, sobretudo na América Latina, aonde o Brasil foi alvo de um governo genocida "bozonazifscista" por quatro doloridos anos. Ainda é muito cedo para comemorarmos a vitória nas eleições de 2022 sob o lema de DESNZIFICAÇÃO DO BARSIL, até por que o resultado parlamentar não inspira tranquilidade. O "trumpazo" do 8 de janeiro bem o registra. Mas o combate foi árduo, diga-se de passagem, para ambos os lados.
No entanto, o andamento da gestão lula/alckmin causa preocupação. O arrazoado de concessões ao capital, com compra de apoio parlamentar e maracutaias ministeriais, são de tirar o sono. E a cada dia isso se eleva, com o chefe do executivo fazendo um papel de pseudo-porta-voz do governo que deveria ser seu. Andam resmungando pelas alcovas que o "lula não governa". Isso nos leva a crer que o embate contra o "bozonazifascismo" nas urnas e nas ruas se esvaneceu. Parece que virou lenda urbana ou episódio da "ILHA DA FANTASIA'. Daí se depreende que precisamos relembrar-lhe que tem uma dívida conosco. Afinal, os trabalhadores em geral, e os servidores públicos em especial, entre os quais os federais, estão amargando perdas salariais sucessivas, que remontam aos tempos 'sarney-fhc". Portanto, é inconcebível uma proposta de "...até 1%..." Isso soa mais a uma ofensa do que a algo oriundo de um governo eleito sob expressiva participação popular.

Disso tudo entendemos apenas uma coisa: irmos à luta irremediavelmente. A greve é só uma questão de tempo. Mas lembre-se, depois não diga que não NEGOCIAMOS. 

"SÓ A LUTA GARANTE O DIREITO!"
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quinta-feira, 29 de junho de 2023

A ENFERMAGEM PÁRA O BRASIL * Movimento Brasil Operário/MBO

A ENFERMAGEM PÁRA O BRASIL

🗣️A FORÇA ESTÁ NA UNIÃO!
🗣️CONSCIENTIZE SEUS COLEGAS 🗣️PROFISSIONAIS
ORGANIZEM AS ESCALAS DO SEU SETOR
🗣️RESPEITEM O QUANTITATIVO.
URGÊNCIA, EMERGÊNCIA E UTI NÃO PODEM PARAR, MAS OUTROS SETORES SIM
🗣️BUSQUEM DIRETAMENTE AS INFORMAÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DA GREVE COM SEUS SINDICATOS.

🗣️SE O PATRONAL PRESSIONAR DENUNCIE NO SINDICATO, POIS O PATRÃO AGE CONTRA A LEI QUANDO COAGE O TRABALHADOR QUE TEM DIREITO A REIVINDICAR SEUS DIREITOS.

🗣️É DIREITO

🗣️NÃO ABRA MÃO DE SEUS DIREITOS PARA FICAR ESCRAVISADO.



sexta-feira, 26 de maio de 2023

FORA CLAUDIO CASTRO * MOVIMENTO BRASIL OPERÁRIO/MBO

 FORA CLAUDIO CASTRO

MOVIMENTO BRASIL OPERÁRIO
MBO
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"TEXTO: SEPE RJ
Sepe repudia anúncio do governo estadual: 
queremos o piso para todas as carreiras!

24 de maio de 2023

1) O Sindicato dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro repudia a nota do governo estadual de que irá implementar o seu projeto de pagamento de piso apenas aos professores que recebem menos que o Piso Nacional do Magistério e ignorando os funcionários administrativos;

2) O governador, em pelo menos três ocasiões diferentes e recentes, disse que iria pagar o piso aos professores, não citando qualquer problema em relação à Justiça: na campanha eleitoral, ano passado; e em 2023, em duas publicações em redes sociais;

3) O Piso Nacional do Magistério é uma lei de 2008 (Lei Federal nº 11.738/2008) e o Sepe a incorporou em nossas reivindicações básicas devido, principalmente, ao achatamento salarial que os servidores do estado e em especial a Educação sofreram – ficamos sem qualquer reajuste de 2014 a 2022;

4) Os servidores receberam uma recomposição salarial das perdas de 2017 a 2021, que seriam pagas em três vezes, a partir de acordo entre a Alerj e o governo Castro. Mas o governo só pagou a primeira parcela, em 2022, e não pagou a segunda, que seria agora em 2023;

5) O Sepe, devido ao descompromisso histórico do governo em não cumprir o piso salarial, entrou com uma ação no Tribunal de Justiça, que se encontra vitoriosa e já em 2ª instância;

6) Destacamos que a Justiça, em 1ª e 2ª instâncias, deu ganho de causa ao Sepe, garantindo o piso nacional para todos os professores a partir do nível 1, com incidência automática no curso do desenvolvimento da carreira, conforme prevê o plano de cargos e salários da categoria. Atualmente, o processo aguarda o julgamento do recurso apresentado ao STF pelo Estado do Rio de Janeiro. A presidência do Tribunal Fluminense, antes de enviar o processo ao STF, decidiu que a causa só poderá ser executada depois da decisão final (trânsito em julgado). No entanto, diferentemente do alegado pelo governo, a Presidência do TJ não se manifestou diretamente sobre o mérito do recurso, apenas, insistimos, determinou que a execução da ação deve aguardar o desfecho final dos debates travados no STF. Porém, destacamos que a decisão não impede que o governo do Estado implemente, desde já, corretamente o piso nacional, já que detém autonomia política para tanto;

7) O Sepe vem desde o início da gestão Castro, desde quando ele assumiu o cargo a partir do impeachment do ex-governador Witzel, apresentando nossa pauta de pagamento do piso e reivindicando um cronograma de aplicação do mesmo, tendo em vista o cumprimento do Plano de Carreira. Lembramos que até há poucos meses o discurso do governo era o de que o Estado passava por uma “fase saudável de saneamento financeiro” etc; tudo isso, por um passe de mágica, mudou – não por coincidência após a eleição – e agora o próprio governo alega que não tem condições de cumprir a lei do plano de carreira;

8) Por uma questão de dignidade profissional, por sobrevivência e também por entender que o próprio governador já tinha falado em pagar o piso e vinha descumprindo esse compromisso, a categoria declarou greve a partir do dia 17 de maio, e reivindica o pagamento do piso, com o cumprimento do plano de carreira;

9) O Sepe está aberto à negociação, mas não podemos aceitar que esta venha com o risco de que, ao fim e ao cabo, o nosso plano de carreira, tão duramente conquistado ainda nos anos 80, venha a ser destruído a partir de promessas de que “assim que a justiça permitir” o plano será pago etc;

10) A greve segue mantida. A próxima assembleia da categoria está marcada para o dia 1º de junho e esperemos que na ocasião a categoria possa discutir uma proposta que atinja todos os profissionais de educação."

FONTE
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segunda-feira, 6 de março de 2023

ENFERMAGEM PÁRA O RIO * Sindicato dos Enfermeiros do Estado do Rio de Janeiro-RJ

ENFERMAGEM PÁRA O RIO

Com 82% de votos na enquete realizada durante assembleia geral extraordinária online, enfermeiras e enfermeiros do Estado do Rio de Janeiro optaram por entrar em greve por tempo indeterminado a partir do próximo dia 10 de março. A decisão, ratificada ao fim do encontro realizado pelo Sindicato dos Enfermeiros do Rio (SindEnfRJ), nesta sexta-feira (03/03), também definiu que, durante a paralisação, haverá assembleias permanentes e diárias. A greve acontece em virtude do atraso do Governo federal em editar uma medida provisória que garanta as fontes de custeio para o pagamento do Piso Salarial Nacional.

A paralisação, que, de acordo com lei, precisa manter 30% dos trabalhadores em serviço nos hospitais, começa à 0h do próximo dia 10 – menos em Nova Iguaçu, por força de liminar da Justiça. No mesmo dia, às 10h, haverá um grande ato que deverá reunir centenas de profissionais na porta do Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro da capital. Os demais 18% participantes da assembleia desta sexta acabaram optando por uma greve de 24h também no dia 10 – proposta recusada. A última paralisação da Enfermagem aconteceu no dia 14 de fevereiro em todo o país. No Rio, houve manifestação em frente ao Quinta D”Or, em São Cristóvão.

segunda-feira, 2 de agosto de 2021

A VOLTA À CENA POLÍTICA BRASILEIRA * Ernesto Germano Parés/RJ

A VOLTA À CENA POLÍTICA BRASILEIRA

(Ernesto Germano Parés/RJ)
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O dia 12 de maio de 1978 marca o retorno dos trabalhadores ao palco principal dos acontecimentos. Na fábrica de caminhões da Scânia Vabis, em São Bernardo, os metalúrgicos chegam, abrem o ponto, dirigem-se aos locais de trabalho e nada acontece! Silêncio absoluto nas máquinas, a produção está parada. Era um novo tipo de movimento conhecido como “braços cruzados, máquinas paradas”. Diria um metalúrgico, quando foi entrevistado por um jornal de São Paulo: “se o patrão não ouve nossas reclamações porque as máquinas fazem muito barulho, paramos as máquinas para ele ouvir melhor”!
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quarta-feira, 26 de maio de 2021

SOS PROFESSORES * Movimento Brasil Operário / MBO

 SOS PROFESSORES

Muitos municípios Brasil a fora estão voltando às aulas presenciais. Mas alguém á se perguntou pelos riscos dessa aglomeração dentro de uma sala, em sua maioria, desconfortável?
Para pensar sobre isso, acesse o link abaixo:
https://jacobin.com.br/2021/05/100-dias-de-greve-pela-vida/ 
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