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segunda-feira, 15 de abril de 2024

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista! * Movimento Brasil Operário/MBO

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista!

 Há quase 140 anos do histórico levante proletário em Chicago em 1886, quando os trabalhadores, organizados e municiados por uma profunda consciência de classe e dos seus interesses para si, em brava e heróica batalha contra as forças do capital, tiveram seus históricos mártires assassinados covardemente pelas forças de repressão da burguesia. Da qual daí em diante foi instituído pela Segunda Internacional, o Primeiro de Maio como data mundial do proletariado.

Após quase 140 anos desse combate histórico de nossa classe, nos encontramos num período cuja principal característica seja o avanço da contra-revolução burguesa em praticamente todos os países. Particularmente desde o fim da União Soviética e a queda do Muro de Berlim no crepúsculo do século passado, o capital não sessou uma vasta ofensiva econômica, política e ideológica contra o proletariado e seu programa científico de emancipação histórica: o marxismo.

As ideologias vulgares que pregavam o "fim da história"; o "empreendedorismo"; o identitarismo anti-classista; o politicismo e conciliação com o inimigo de classe; o conformismo e resignação com o presente, marcado pelo "congelamento" histórico, etc., não passam de artimanhas estratégicas e táticas da burguesia mundial e seus meios de propagação de mentiras e irracionalismo, visando arrefecer a fé dos trabalhadores no socialismo e na sua própria emancipação dos grilhões da sociedade de classes.

Em compasso com os ataques econômicos e sociais contra as conquistas históricas que o proletariado arrancou da burguesia no último século de duras batalhas, vemos uma verdadeira ofensiva ideológica e cultural por parte do imperialismo, visando um vasto entorpecimento de seu antagonista histórico para assim, quebrar suas perspectivas revolucionárias como forma de garantir a perenidade e sobrevida do regime capitalista em sua fase senil, marcada por crises cada vez mais recorrentes e de grande duração, ameaçando mesmo a própria humanidade.
Em todo o mundo governado pelo modo de produção capitalista, temos visto o desmonte dos mecanismos de proteção dos trabalhadores. Os direitos trabalhistas e o chamado "Estado de bem estar social" (onde existiu) tem sido radicalmente suprimidos; o nível econômico e social das classes trabalhadoras em todo o mundo não param de cair.

Na verdade entramos na era da superexploração do trabalho como um fenômeno mundial. As seguidas revoluções tecnológicas e informacional criou uma massa crônica de desempregados e seres humanos "supérfluos" pela ótica do capital e que não podem mais serem inseridos produtivamente no mundo das mercadorias cada vez mais mercantilizado e fetichizado. Para essa massa humana "sobrante"--um verdadeiro exército de reserva utilizado para aviltar os salários e condições de trabalho dos que ainda labutam--a "saída" burguesa é cada vez mais a repressão e extermínio malthuziano.

Nessa esteira, a chamada "composição orgânica do capital" como bem o conceituou Karl Marx, atua como um verdadeiro pêndulo contra a taxa de lucros do capital, obrigando seus servidores (a burguesia e seus agentes, sim, servidores de sua criatura) a recorrerem a um padrão de reprodução do capitalismo mundial francamente destrutivo, selvagem e incontrolável, que põe mesmo como horizonte a destruição da civilização como a conhecemos.

As guerras e o capital: uma relação de mão dupla

Com o alastrar da decadência capitalista, o recrudescimento das guerras de baixa e alta intensidade, tornaram-se algo corriqueiro, mesmo banal.

Neste século atual por exemplo, tivemos as guerras de tipo neocolonial por parte do imperialismo contra o Afeganistão, Iraque, Haiti, Líbia, Síria, Ucrânia (guerra por procuração do imperialismo ianque contra a Rússia), Iêmen, Palestina, etc. Também os golpes de Estado de novo tipo pela vida das revoluções coloridas e guerras híbridas, tem se tornado constantes e diversos países já foram ou estão sendo vítimas dessa forma de ataque encoberto, por parte das forças imperialistas e seus fantoches.

A instabilidade política promovida pela CIA contra governos populares e/ou nacionalistas também é algo que avança nessa época marcada pela crise geral do capitalismo, que exige de forma imperiosa ao grande capital, colonizar e impor sua agenda destrutiva em todo o mundo: diante de sua fase senil, o Globo terrestre já se tornou demasiado pequeno para o capital e seu caráter ontológico expansionista.

Daí a necessidade cada vez mais premente por parte do grande capital em controlar com mãos de ferro as fontes energéticas, de matéria prima, os mercados e o assalto aos Estados nacionais. Uma nova redivisão do mundo e da divisão mundial do trabalho, está em andamento; em tal movimento tectonico, o que o grande capital imperialista impõe aos povos da periferia capitalista é uma ainda maior subalternidade, agravando sua crônica relação de dependência e subdesenvolvimento.

Em suma, o preço pago pela humanidade com a perenidade até o presente do modo de produção capitalista tem sido alto demais. O próprio desenvolvimento histórico e das forças produtivas internacionalmente já estabeleceram as condições objetivas necessárias para a superação do regime burguês e para a construção do socialismo.

Os trabalhadores e os povos oprimidos resistem

O proletariado mundial embora ainda confuso, disperso e cambaleante diante da atual correlação desfavorável, resiste como pode. Vimos desde a última década importantes movimentos de luta dos trabalhadores em diversos países, sobretudo em nossa América latina. Os trabalhadores venezuelanos, bolivianos, equatorianos, chilenos, peruanos, haitianos e colombianos por exemplo, tem protagonizado ou protagonizaram nos últimos anos, importantes e heróicas lutas contra as forças da extrema direita, das tentativas golpistas e do imperialismo em seus países.

O povo palestino tem dado lições históricas a seus irmãos trabalhadores do mundo, através de sua gigantesca resistência armada contra os genocidas sionistas que comandam o facínora Estado de Israel e seus patrões imperialistas da Casa Branca. Embora o gigantesco tributo pago com o sangue sagrado de seus mártires, a resistência militar palestina impõe duríssimo revés ao sionismo, causando mesmo a desmoralização histórica mundial do Estado sionista e uma crise existencial de Israel.

Na África negra, seu valente povo derrotou o colonialismo francês, causando uma séria desmoralização e crise política profunda no interior dessa pátria imperialista decadente.
Os exemplos de brava resistência dos povos trabalhadores iemanita e haitiano, que nas mais desfavoráveis condições resistem e lutam bravamente contra seus exploradores e opressores internos e o imperialismo, deixa valiosa lição para o proletariado mundial.

Fortalecer um pólo revolucionario e antiimperialista internacional

A condição mais essencial do momento, é estabelecer uma frente internacional de lutas dos trabalhadores contra as forças do imperialismo. O atual período histórico se caracteriza pela ofensiva da burguesia e pela contra-revolução no mundo.
É imprescindível para as organizações de vanguarda dos explorados ter bem claro as forças que se batem, a correlação entre as classes antagônicas, para daí tirar as conclusões estratégicas e táticas do atual período. Uma das principais constatações a se considerar no momento é o fato de que as forças revolucionárias e de vanguarda da classe se encontrarem numa grave situação de fragmentação, divisão e sem protagonismo no interior das massas. E isso em todo o mundo.
Fortalecer as organizações dirigentes no interior de cada país é passo essencial para a retomada de uma agenda revolucionária e socialista que volte a hegemonizar as parcelas mais esclarecidas dos trabalhadores. Por outro lado, fortalecer um bloco revolucionário e antiimperialista internacional é sem dúvida uma das tarefas mais importantes do momento.

Em sua fase de deslocamento permante pelo mundo, o capital cada vez mais internacionalizado põem na defensiva qualquer estratégia ou tática puramente nacional dos trabalhadores. Daí ser imprescindível mais do nunca, organizar o combate internacional sistemático contra a burguesia, que tem no imperialismo seu chefe de fila no mundo.

Portanto, fortalecer uma frente internacional antiimperialista deve ser no momento uma das questões táticas centrais do proletariado mundial e seus aliados.

O grave impasse em que vive a humanidade, deixa bem claro que o capitalismo entrou em uma fase de potêncial destrutivo sem precedentes. As saídas reformistas que buscam reformar ou mesmo humanizar o regime do capital, estão barradas. A contra-revolução neoliberal, a atual escalada de guerras e golpes de Estado em todo o mundo, são as provas dessa verdade histórica. A revolução socialista é neste caso não só de uma atualidade indiscutível, como também, e mais importante, a garantia de sobrevivência da própria humanidade.

FRENTE REVOLUCIONÁRIA DOS TRABALHADORES/FRT

sexta-feira, 28 de julho de 2023

FOCO NA CLASSE E NA LUTA * Enfermeiro RAJ - PR

 FOCO NA CLASSE E NA LUTA

Foto:SINDENFRJ

Análise crítica conjuntural sobre a luta pelo piso nacional da enfermagem.


Gostaria de chamar atenção sobre algumas questões, em específico na categoria da enfermagem, ressaltando evidentemente, pontos  importantes que ao meu ver tem culminado negativamente com o insucesso momentâneo do nosso movimento, principalmente no que se refere aos atos de agitação e nas tentativas de greve recentemente:



1°- Ponto importantíssimo. A história já nos mostrou, e tem nos mostrado através da literatura, filmes, músicas  e  afins que a luta da classe trabalhadora ao longo dos tempos, contra os desmandos, exploração e sacrifícios vindos da classe dominante, neste caso na figura dos empresários, donos dos grandes engenhos do passado, donos de terras e donos de fábricas, sobre os trabalhadores, é algo sistêmico desde a sua concepção e inerente ao sistema capitalista, fruto da própria relação de trabalho ( patrão x empregado)  e que durante este longo processo de relação, algumas concessões ( direitos adquiridos) foram conquistados, sobre o custo de muita luta, e porque não, muito sangue também, e hoje nos encontramos sob a luz desta mesma realidade, ou seja, luta por direitos. No entanto, é preciso que enxerguemos a história como um todo aprofundando o entendimento em todo o seu processo, para que evidentemente tenhamos a sabedoria pra seguir, agir, avançar e concluir positivamente este processo árduo e desgastante de luta.  Ora, é mais do que sabido , principalmente pelos mais experientes e conscientes que a classe trabalhadora só conquistou alguma coisa ao longo dos séculos e nas longas páginas de sua história, lutando. De que forma? Principalmente *FAZENDO GREVE NAS FRENTES DAS GRANDE FÁBRICAS DO BARÕES, PATRÕES DONOS DO CAPITAL*A história está aí para ser lida, entendida e  interpretada. 


A situação atual da enfermagem é muito simples e não se diferencia em nada das demais categorias, inclusive do passado; pelo contrário,  é muito semelhante em quase todos os aspectos. E de que forma precisamos agir? Com enfrentamento organizado e pressão, sobre quem? Governos? Sim evidentemente, mas principalmente contra os DONOS DO CAPITAL, que é quem evidentemente dá as cartas e controlam todo o rito do que acontece em Brasília ou melhor no Brasil e no mundo, ou vocês acham que não? Basta ver quem são os donos dos principais hospitais, redes ou grupos de saúde no Brasil e onde muitos deles estão inseridos, quem foram os principais responsáveis em colocar o piso da enfermagem na situação que se encontra hoje, além dos ministros do STF? Sim! E a quem o STF obedece senão aos donos do capital? Quais os interesses por trás daqueles ministros, Gilmar Mendes, Barroso, Fux etc. Então, a tarefa básica para nós trabalhadores da enfermagem é simples, direcionar nossas forças  no rumo correto, A INICIATIVA PRIVADA, os grandes hospitais, seguindo o exemplo dos colegas guerreiros do Rio de janeiro. Agora imaginem só, um grande movimento de agitação e manifestação , (não precisa ser greve neste primeiro momento), em frente ao hospital Sírio Libanês, Einstein ou algum hospital de ponta de qualquer cidade do Brasil que atende pacientes de classe média ou alta.  Basta algumas manifestações para ver se não chamamos atenção, inclusive da mídia vendida que é gerida pelos donos do capital. Creio que a direção principal seja esta que devemos seguir, basta organização e força de vontade e principalmente consciência de classe.


2° Ponto:  definir como pauta principal a bandeira de luta da categoria, a enfermagem, deixando de lado, todo e qualquer viés ideológico partidário. E preciso sobretudo ter entendimento que trata-se de uma luta contra o sistema no geral, independentemente de quem esteja no poder, isto não quer dizer evidentemente que não se deve cobrar de quem está no poder, pelo contrário, é tarefa nossa, porém a cobrança deve ser feita nas ruas , através de manifestações organizadas e direcionadas e não com ataques rasos e sem base contra presidente A ou B dentro dos grupos, por que isto não agrega em nada. Pelo contrário, só fragmenta e enfraquece a união e organização dos trabalhadores dentro do movimento que é composta por pessoas de um universo plural ideológico de opiniões diversas e acaba gerando um sentimento de mal-estar dentro da organização. O desejo e anseio dos trabalhadores em um processo de emancipação e conquista é apenas um:  a vitória dos trabalhadores.


3° Ponto: As entidades de representação que infelizmente deixam e tem deixado muito a desejar tem sido um problema muito grave para nós, porque atendem interesses próprios e deixam a categoria sob a luz de sua própria sorte. Neste sentido é preciso compor o fortalecimento da base organizada, igual estes grupos do “gigantes” que nasceram da real necessidade e organização dos trabalhadores e que vem lutando a cada dia de forma séria e corajosa, porque foi formado por trabalhadores da base, sobre esta condição e entendimento. 


É preciso ações combativas contra o peleguismo sindical e presença massiva dos trabalhadores da base no interior destas instituições, para que se faça valer os reais desejos e anseios da classe trabalhadora, é preciso presença e participação dos trabalhadores, sobretudo em todas as entidades representativas( Sindicatos, Corens e cofens), na composição e direção do interior de suas estruturas. Em suma, a análise é esta, seguimos juntos, sempre, até a vitória final!

APOIO

Fórum de Trabalhadores da Saúde

Movimento Brasil Operário - MBO
Frente Revolucionária dos Trabalhadores/FRT

quinta-feira, 29 de junho de 2023

A ENFERMAGEM PÁRA O BRASIL * Movimento Brasil Operário/MBO

A ENFERMAGEM PÁRA O BRASIL

🗣️A FORÇA ESTÁ NA UNIÃO!
🗣️CONSCIENTIZE SEUS COLEGAS 🗣️PROFISSIONAIS
ORGANIZEM AS ESCALAS DO SEU SETOR
🗣️RESPEITEM O QUANTITATIVO.
URGÊNCIA, EMERGÊNCIA E UTI NÃO PODEM PARAR, MAS OUTROS SETORES SIM
🗣️BUSQUEM DIRETAMENTE AS INFORMAÇÕES DE ORGANIZAÇÃO DA GREVE COM SEUS SINDICATOS.

🗣️SE O PATRONAL PRESSIONAR DENUNCIE NO SINDICATO, POIS O PATRÃO AGE CONTRA A LEI QUANDO COAGE O TRABALHADOR QUE TEM DIREITO A REIVINDICAR SEUS DIREITOS.

🗣️É DIREITO

🗣️NÃO ABRA MÃO DE SEUS DIREITOS PARA FICAR ESCRAVISADO.



sexta-feira, 14 de abril de 2023

Chile adota jornada menor de trabalho e descanso de três dias na semana * Central Única dos Trabalhadores/CUT

Chile adota jornada menor de trabalho e descanso de três dias na semana

Congresso aprovou a redução do trabalho semanal de 45 para 40 horas, além da possibilidade de trabalhar quatro dias e descansar três, ao contrário da legislação atual que exige um mínimo de cinco dias úteis

Os trabalhadores e trabalhadoras chilenos tiveram importantes conquistas com a decisão do Congresso daquele país em aprovar mudanças nas regras trabalhistas. A proposta, que foi sancionada pela Câmara dos Deputados após aprovação unânime no Senado, na terça-feira (11), reduz gradativamente a jornada de trabalho ao longo de cinco anos. O proejto, de autoria do governo vai à sanção do presidente Gabriel Boric, para passar a valer.

A carga horária semanal terá redução em cinco horas gradativamente. Um ano após a sua aplicação, a jornada de trabalho será reduzida das atuais 45 horas para 44 horas. Após três anos o limite será de 42 horas e após cinco anos chegará a 40 horas, que é a jornada de trabalho recomendada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT).

Outro benefício é o de poder trabalhar quatro dias e descansar outros três dias na semana. Para isso o trabalhador terá de cumprir horas extras que justifiquem o dia a mais de folga. Nesses casos, os funcionários poderão trabalhar em jornadas de até 52 horas semanais. A legislação chilena permitia 12 horas extras, mas a partir da nova lei ficará limitada a cinco horas extras por semana.

Projetos no Brasil

Além do Chile, apenas o Equador tem carga horária menor do que a do Brasil , de 44 semanais. Aqui, nas poucas empresas que adotaram a redução da carga horária, segundo reportagens, o resultado foi positivo para patrões e trabalhadores. Apesar da aprovação das empresas ao modelo, dois projetos apresentados no Congresso Nacional não andaram.

O primeiro projeto, que tem mais de 25 anos, foi protocolado pelo então deputado Paulo Paim (PT-RS), hoje senador. A proposta era instituir um limite de 6 horas diárias ou trinta horas semanais de trabalho com a garantia de que o salário não seria diminuído, a partir da sua sanção. Desde a promulgação da Constituição Cidadã de 1988, ficou estipulada uma carga de 8 horas no país.

Outra proposta é de 2019 e foi apresentada pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) e previa limite de trabalho de oito horas diárias e 36 por semana, mas com prazo de 10 anos para ser implementada, após ser publicada no Diário Oficial da União

Bom também para as empresas

As poucas empresas no Brasil que reduziram a carga horária dos seus trabalhadores também obtiveram benefícios como o aumento da produtividade e a redução de faltas ao trabalho.

Em Franca, interior de São Paulo, uma empresa de tecnologia reduziu a jornada semanal de cinco para quatro dias – as folgas serão às quartas-feiras -, sem redução de salário, e ainda ofereceu R$ 400 para cada um dos seus de 40 trabalhadores e trabalhadoras utilizar em aplicativos de lazer, como música, filmes, livrarias, cinemas, teatros e shows.

Outro caso ocorreu no município de Rio das Pedras, interior de São Paulo, onde a empresa Solpack Agronet reduziu a jornada de oito para seis horas diárias, sem cortar os salários. Em contrapartida, a companhia obteve 25% de aumento na produtividade.

A pesquisadora do mercado de trabalho e economista, Marilane Teixeira defende a jornada de quatro dias. Segundo ela, a redução da carga de horário promoverá “mais consumo, haverá maior demanda de produção e de serviços. Com jornadas reduzidas, empresas deverão contratar mais trabalhadores. Claro que não resolve o problema do desemprego, já que há uma competição muito forte do mercado de trabalho com o avanço da tecnologia, mas é um caminho a ser trilhado para diminuir os níveis que temos hoje”, disse ao Portal CUT, em entrevista em 2021.

Resultado no mundo

Pesquisa do 4 Day Week da Nova Zelândia mostrou no final do ano passado que as organizações que reduziram a carga horária envolvidas no estudo registraram ganhos de receita; a produtividade dos trabalhadores aumentou e eles estão faltando menos.

A rotatividade entre os trabalhadores com jornada de quatro dias também caiu e eles se mostraram mais inclinados a trabalhar no escritório do que de casa. A receita cresceu cerca de 8% durante o teste e 38% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As organizações classificaram o impacto das agendas de quatro dias como positivo, com uma nota média de 7,7 em uma escala de 1 a 10.

O absenteísmo dos funcionários caiu de 0,6 dia por mês para 0,4, enquanto os pedidos de demissão caíram e as novas contratações aumentaram ligeiramente. As companhias deram nota 9 à experiência como um todo.

Benefícios aos trabalhadores

Noventa e sete por cento dos trabalhadores querem continuar com a semana de quatro dias.

Eles relatam:

. menos estresse no trabalho

. menos esgotamento

. menos ansiedade

. menos fadiga

. menos problemas de sono

. menos conflitos entre o trabalho e a família

. menos exemplos de chegar em casa do trabalho cansado demais para fazer as tarefas domésticas indispensáveis

O tempo extra foi usado para a prática de hobbies, tarefas domésticas e autocuidados.

A prática de exercícios aumentou em 24 minutos por semana, colocando os trabalhadores em linha com as metas de exercício recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

***

sexta-feira, 7 de abril de 2023

REDE GLOBO INIMIGA DO POVO * Movimento Brasil Operário/MBO

REDE GLOBO INIMIGA DO POVO

Demitir, na Rede Globo, é o único verbo conjugado sem parar. É bom que saibam, ela vive de trabalho precário, temporário, e boa parte de sua mão-de-obra só trabalha no esquema intermitente, ou seja, quando ela quer. E ninguém a chama de escravista. Afinal, as reformas neoliberais extinguiram a obrigação de assinar carteira de trabalho.

Mas o que acontece no cotidiano de seus "escravos" não aparece em nenhuma mídia. É por isso que parece surpresa uma leva de demissões, desta vez de jornalistas, ou seja, a mão-de-obra super-especialisada, e, sem ofender, os chamados figurões da Rede Globo.

Só que isso, demitir levas de funcionários, geralmente no início de governos, tem uma função estratégica para a empresa, que normalmente acusa a política econômica do gestor como responsável por suas desgraças, como se ninguém soubesse que o seu patrimônio não paga as suas dívidas. Daí, ficar chantageando o presidente da república de plantão para ganhar alguma benesse.

Mas que ninguém durma no ponto com a sua política de repressão e desprezo pela classe trabalhadora, sobretudo em relação às suas mobilizações por melhores condições de vida e trabalho, quando são tratados como bandidos, e usados como instrumento de pressão contra a sociedade, em busca de uma "verbinha extra" de governos e anunciantes. Afinal, todos sabemos de suas chantagens!

quinta-feira, 29 de julho de 2021

Situação brasileira * Jornal dos Trabalhadores/MBO

SITUAÇÃO BRASILEIRA

Caminhoneiros,carteiros, entregadores, uber, servidores públicos, todos somos alvos do mesmo algoz: O CAPITAL. Os interesses dos investidores não miram apenas num único setor produtivo. Eles compram títulos nas bolsas de valores baseando-se apenas na perspectiva de lucro. Daí, a política chamada neoliberalismo, IMPOSTA PELO IMPERIALISMO DAS GRANDES POTÊNCIAS; ela busca tomar dos países tudo aquilo que é importante para a vida nacional, tanto dos governos como dos trabalhadores.Nesse jogo, quem nunca perde é o empresariado. 


No caso do TRANSPORTE - caminhoneiros, carteiros e entregadores, uber - o pulo do gato está no máximo de serviço com o mínimo de custo: lucro certo. A situação dos SERVIDORES PÚBLICOS é um pouco diferente, mas como envolve vários ramos de atividade, o empresariado está de olho, principalmente, no usuário: vide Caixa Econômica, saúde, educação, segurança etc. 



Por isso a PRIVATIZAÇÃO: ela tem dois objetivos embutidos =1- tomar do Poder Público ( Federal, Estadual e Municipal) suas melhores fontes de renda. Isso leva ao enfraquecimento do Estado/Poder Público diante do setor privado/empresariado. 2 - A privatização é um arranjo jurídico feito para jogar fora o patrimônio público construído com o nosso suor e promover o enriquecimento de grupos empresariais que financiam a corrupção política, através de propinas, como os escândalos da compra de vacinas. Isso geralmente acontece com a "venda" do setor pelo preço mínimo avaliado, "por eles mesmos."

É o que está acontecendo agora - julho de 2021 - com o Brasil. Todos os segmentos econômicos citados acima estão na mira do capital internacional. No caso dos trabalhadores por aplicativos - uber, entregadores - são vítimas de empresas em sua maioria multinacionais, como a AMAZON, a gigante do comércio virtual, e tem como aliados o Magazine Luiza e a Mercado Livre.

Olhando assim, de cara, o "bicho" parece brabo. Mas não é. Prova disso é a greve dos trabalhadores da AMAZON no mundo todo, que pararam as atividades e enviaram a pauta de reivindicações. Como não é fácil ter um operador de telemarketing devidamente treinado rapidamente, a categoria saiu vencedora. Portanto, a saída é união. 

E NO BRASIL

No Brasil não é diferente. Caminhoneiros, carteiros, entregadores e uber podem tranquilamente articular um movimento unitário e parar o setor. Isso pode levar algum tempo, mas não é impossível, principalmente se for viabilizado diretamente, entre os trabalhadores, sem centrais sindicais pelegas nem sindicatos vendidos aos patrões.Basta organizar assembleias regionais, até mesmo conjuntas, para fechar a pauta de reivindicações, eleger uma comissão de representantes e encaminha-la ao representante patronal. Simples assim...

CUIDADO COM OS INIMIGOS

Nosso principal inimigo é o CAPITAL.Não tenhamos dúvida. Mas entre nós trabalhadores e os patrões tem um elemento muito perigoso: O SINDICALISMO PELEGO. Ele vive de propinas pagas pelos patrões para nos arrastar ao matadouro. Isso acontece em nome dos sindicatos - sustentados por nós - que vão até ao patrão e se propõe a "resolver o problema": NÓS. E a solução sem sombra de dúvida é sermos eliminados do emprego, geralmente sob ameaças. 

No Brasil, neste momento, não temos nenhum sindicato nem central sindical dignos desses nomes, pois estão todos comprados. Haja visto a comodidade de todos eles perante a cassação de nossos direitos trabalhistas e sociais com as ditas REFORMAS. Nenhum chamou a  sua categoria para ir à luta, com mobilizações, vigílias em Brasília ou GREVE GERAL. Ou seja, todos estão recebendo dividendos com essa farra do empobrecimento dos trabalhadores e do povo brasileiros.

PORTANTO, nossa luta é contra os imperialistas do Brasil e do mundo e o mínimo a fazer é

 GREVE GERAL 
CONTRA AS PRIVATIZAÇÕES
E AS REFORMAS ! 

FORA BOLSONARO E OS GOLPISTAS, 
FORA O IMPERIALISMO!!
!!!

segunda-feira, 19 de julho de 2021

24 de julho – TODOS ÀS RUAS! * Movimento Brasil Operário / MBO

 24 de julho – TODOS ÀS RUAS!


FORA BOLSONARO, OS GOLPISTAS E O IMPERIALISMO!! 
TODO APOIO À REVOLUÇÃO CUBANA!!
TODO PODER AOS TRABALHADORES!!

A situação dos trabalhadores e do conjunto do povo brasileiro nunca esteve pior do que hoje. Mas isso se aprofunda quando incluímos a falta de atitude dos nossos sindicatos, das centrais sindicais, dos partidos pseudo-democráticos, progressistas, populares e da dita esquerda socialista. Todos, num imenso conluio, fingem de oposição no parlamento enquanto o patrimônio brasileiro e os nossos direitos escoam pelos ralos. Isso fica ainda mais triste quando nos lembramos de que certas personalidades se apresentam como candidatas à presidência em 2022. A conclusão que se tem é de que todos dormem um sono profundo estirados em berço esplêndido.

Enquanto isso o desemprego só aumenta. O custo de vida está se tornando insuportável e os produtos básicos do consumo familiar aumentaram mais de 40% durante a pandemia.

O Brasil está sendo “privatizado” a troco de nada e com um custo social obsceno.

A Eletrobras que ainda tinha 170 hidrelétricas foi “privatizada” pelo custo da Hidrelétrica de Belo Monte.

Os “CORREIOS” estão sendo entregues às ratazanas do comércio virtual.

Os campos de petróleo estão sendo doados por menos de 10% do valor de mercado e ainda sem licitação.

A CEF - Caixa Econômica Federal está na fila da privatização.

A PEC 32 ameaça converter todo o funcionalismo em pária.

A saúde se encontra em frangalhos rumo à privatização. O mesmo acontece com a educação pública.

Se os nossos 542 mil mortos fossem bancos, Bolsonaro os teria resgatado.

POR ISSO PROPOMOS:

Fim das privatizações e reversão das que já foram feitas, sob o controle dos trabalhadores organizados em comissões

Cancelamento da ultra corrupta dívida pública (que hoje consome mais de 40% do Orçamento Público Federal)

Aumento do salário mínimo para o valor equivalente hoje a R$ 5.000

Aumento do orçamento destinado para a saúde e educação públicas para 15% do orçamento público em cada setor

Amplo programa de obras públicas, com o objetivo de gerar um amplo programa de geração de empregos

Por um governo de trabalhadores!!!
***

terça-feira, 27 de abril de 2021

1º de Maio: Dia Internacional da Classe Trabalhadora * Movimento Brasil Operário/MBO

1º de Maio: Dia Internacional da Classe Trabalhadora
 O objetivo deste manifesto é manter viva a memória de luta advinda do trabalhador, não deixar que o 1º de Maio caia no esquecimento e seja descaracterizado. Temos que aproveitar os ensinamentos das lutas passadas de forma que sejam usados como subsídios às lutas de hoje. Nos Estados Unidos, assim como em quase todo o mundo, a jornada de trabalho era de 12, 14, podendo chegar até a 16 horas diárias no século XIX, sendo os trabalhadores terrivelmente explorados. Eis que 1886, com início na cidade de Chicago, o movimento operário respondeu com uma grande greve que se espalhou para todo o país. Esta greve geral pela redução da jornada de trabalho para oito horas diárias começou em 1º de Maio de 1886, paralisando as principais indústrias, já no dia 03 de maio, com vigorosos protestos populares os quais a polícia (que estava a mando da classe patronal) tratou de tentar dispersar com a violência, resultando em dezenas de feridos e nas mortes de importantes dirigentes do movimento operário dos Estados Unidos, conhecidos como “Mártires de Chicago”.

 Estes acontecimentos ficaram conhecidos como Revolta de Haymarket, e chamaram a atenção da solidariedade mundial. Três anos mais tarde, em 1889 na cidade de Paris, trabalhadores reunidos na Segunda Internacional Socialista deliberaram manifestar-se anualmente com o objetivo de lutar pelas oito horas de trabalho diárias, e a data escolhida foi justamente o 1º de Maio. Com o tempo, trabalhadores de todo o mundo – das fábricas, do comércio, da construção civil, do campo, etc – identificaram-se com a luta do povo de Chicago, a data passou a ser feriado em muitos países do mundo, e eis que nos tempos atuais a jornada de trabalho de 8 horas diárias é quase uma convenção em todo o mundo. 

Porém, com o passar do tempo, o 1º de Maio não só foi deturpado como as próprias conquistas hoje são exibidas como se fossem da agenda neoliberal. A classe dominante então se apossa do 1º de Maio, e a deturpa, domestica, para que o trabalhador esqueça sua história, transformando a data numa festividade antipedagógica com shows musicais, sorteios de carros, e palanque eleitoreiro propagando a enganação via pão e circo. 
O 1º de Maio é dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora, em homenagem e agradecimento aos heróis de Chicago contra a mesma elite que se esforça para nos fazer esquecer a origem desta data histórica. Nesse sentido, o Partido Comunista do Povo Brasileiro (PCPB), faz questão de relembrar à população seu posicionamento: Nossos direitos se fazem valer somente através da LUTA. Nenhum direito vêm de mão beijada, e todas as conquistas são retiradas se nós trabalhadores não nos organizamos. Não acreditamos em 'capitalismo humanizado', necessitamos construir um socialismo baseado na realidade brasileira, sem simplesmente copiar modelos. Faz-se necessário levar o movimento comunistas as massas, através do tripé organização, estudo e luta.

 “Escravos, Servos assalariados...travamos a luta mais antiga da humanidade.”
***

terça-feira, 13 de abril de 2021

Trabalhadores à Deus dará * MBO

Trabalhadores à Deus dará

A situação da classe trabalhadora brasileira nunca foi um paraíso. É verdade. Mas nesta conjuntura de pandemia - COVID-19 - nossa situação não tem outro nome a não ser calamidade. Mas isso não é por culpa dos trabalhadores. Isso acontece devido à falta de SOCORRO EMERGENCIAL por parte do governo federal. Nunca houve, claro. Sempre que caímos no desemprego, vemos a paz sair pela porta e o sossego pela janela. E assim a desgraça toma conta de nossas vidas. A solidariedade entre nós, enquanto categoria profissional, enquanto classe oprimida, sem dúvida, nunca houve, pois somos dominados pelo individualismo, pelo egoísmo e cegados pelo espírito de competição uns contra os outros. É graças a isso que os patrões nos massacram com tanta facilidade e os pelegos sindicais engordam cada vez mais às nossas custas.

No entanto, tudo isso está centuplicado na atualidade. Com a  aceleração das condições da produção capitalista nas últimas décadas, realizada através do avanço tecnológico, a competição entre as empresas se tornou algo suicida. O sucateamento tecnológico, a obsoletização forçada, consomem montanhas de recursos financeiros e científicos, que se utilizados a serviço do consumo doméstico, em benefício do mercado interno, gerariam uma multidão de empregos. Mas ao invés disso, o que ocorre é a competição desmedida, na disputa pelo mercado mundial. 

Paralelo a isso, a política empreendida pelo imperialismo, sob a liderança dos EUA - Estados Unidos da América - busca maximizar o lucro de seus investimentos às custas do suor do proletariado. É por isso que implanta REFORMAS NEOLIBERAIS mundo a fora, extinguindo direitos sociais conquistados durante décadas de lutas operárias e populares, permitindo assim que o patronato se veja de mãos desatadas para escravizar a vontade, sem pagar direitos nem indenizações a quem lhes prestar serviço. Como vemos no Brasil de hoje, a partir do GOLPE 2016, ocorreu o fim das leis trabalhistas, fim da previdência, fim da aposentadoria, fim da seguridade social para doentes crônicos e deficientes, ou seja, o trabalhador, em geral, foi atirado AO DEUS DARÁ. Mas o mais interessante é que toda essa desgraceira foi feita com o discurso de modernizar e desenvolver o Brasil, e estamos vendo o resultado da hipocrisia do nosso povo, elegendo vagabundos com discurso moralizante, contra corrupção, regalias, impunidade, ou seja, tudo que eles fazem.
Bolsonaro é fruto disso. Os milhões de votos creditados a ele, sofreram uma grande baixa para o corona. Já são 355 mil a menos, pois seus eleitores não acreditam no perigo. Dentre esses mortos tem algumas pessoas dignas, vítimas da saúde frágil, mas é a minoria. Todos são prova da necropolítica desse desgoverno, de total desprezo pela vida. Mas com o desespero causado pela pandemia, as pessoas estão sem meios de prover o pão-de-cada-dia. Grande parte das empresas fecharam as portas e simplesmente mandaram os trabalhadores à pqp... Algumas estão pagando parte dos salários e, pra não ficar de boca vazia, somos obrigados até a trabalhar mais... Perdemos nossas férias em troca de lockdown... Entre outros prejuízos.

Alguém sabe dizer que rumo levou aquela central sindical defensora dos trabalhadores, aquele sindicato combativo, aquele partido do povo, dos trabalhadores, defensor dos fracos e oprimidos, aqueles defensores da democracia, da igualdade, da fartura e da felicidade para todos? Deem uma olhada nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, na câmara federal e no senado. Estão todos lá, se fartando às nossas custas, afogados em gordas falcatruas, e fazendo discursos de oposição graças à calamidade que assola a todos nós!

É preciso que vejamos a nossa realidade e entendamos que a solução está em nossas mãos, nos unindo, por local de moradia, de trabalho e desenvolvamos comitês de ajuda uns aos outros para enfrentar esse caos

OUSAR LUTAR OUSAR VENCER
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quinta-feira, 1 de abril de 2021

NÓS POR NÓS CONTRA A FOME * Movimento Brasil Operário/MBO

 NÓS POR NÓS CONTRA  A FOME

A nossa organização é um movimento político que, antes de se destinar a  prestar assistência aos mais necessitados, visa levar informações a eles que  os pobres não são prioridade no orçamento, que não existem políticas específicas destinadas a eles e que, e principalmente que os atuais governos estadual e federal, só gastam dinheiro para equipar as polícias para  atacá-los, como fez agora o Governo do Estado do RJ que adquiriu 15 carros blindados (Caveirões). Não queremos ser iguais às outras organizações e igrejas que levam alimentos ao povo mas este continua sem entender a situação. Em muitos casos eles ficam tão confusos que acabam apoiando quem o ataca.
Nosso propósito é informar os que atendermos que a prioridade sempre foi atender aos interesses dos poderosos financiando seus investimentos e suas dívidas, desviando grandes somas do orçamento  para pagar juros aos bilionários, isentar as exportações de grãos de impostos enquanto o arroz, feijão  e outros itens da cesta do pobre pagam impostos sobre consumo. Nós queremos o contrário, que a maioria do orçamento  se destine a atender ao desenvolvimento do povo necessitado criando novas possibilidades de emprego e de educação e assistência que transforme a sociedade.  

Queremos que o povo consciente exija que os grandes capitalistas paguem impostos sobre dividendo, sobre grandes fortunas e sobre heranças, como acontecem em todo mundo, e que os itens de consumo básico sejam isentos e que haja escolas públicas para todos e não só para os ricos.


Inicialmente concentraremos nossas atividades no bairro da Mangueira, onde já temos uma infraestrutura, para avaliar a nossa iniciativa – no momento estamos fazendo um cadastro das pessoas que podemos atender. Eventualmente ajudaremos pessoas em situação de rua e de outras comunidades desassistidas . 


Estamos avaliando criar uma entidade formal para poder pleitear maiores recursos de entidades públicas.

Contamos com todos que lutam por uma sociedade justa e fraterna onde prevaleça um verdadeiro socialismo onde todos sejam tratados com dignidade.


Nós Por Nós Contra a Fome

01/04/2021

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

ALÔ CLASSE TRABALHADORA * Movimento Brasil Operário / MBO

ALÔ CLASSE TRABALHADORA

O DIESAT e a FIOCRUZ

divulgam o questionário de pesquisa

sobre a exposição de trabalhadores(as) ao SARS-CoV-2 buscando saber os riscos ao coronavírus e as condições de trabalho no contexto de pandemia.


Participe respondendo o questionário - você levará 5 minutos - e divulgue


http://diesat.org.br/2020/12/preencha-o-questionario-de-comunicacao-de-riscos-e-condicoes-de-trabalho-covid-19/


AbraSUS

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

O Bozo Não Cai Sozinho. Faça a Sua Parte * MBO

 O BOZOZZO NÃO CAI SOZINHO. FAÇA A SUA PARTE!

*Bolsonaro é o falastrão da República.*

Se o homem mais poderoso do país, *o presidente*, diz que nada pode fazer pelo seu próprio país, então *por que não renuncia*?


https://m.youtube.com/watch?v=1RbsZfxCB3g


Aaaah, a resposta para essa pergunta é simples! O Bozo gosta é de *gemer*! O Bozo gosta é de *se fazer de vítima*! O Bozo tem de praxe o costume de *terceirizar a culpa*! A culpa nunca é dele, que é um *vagabundo*, que só trabalhou, em média, *3 horas por dia* ao longo do ano todo de 2020, em meio a pandemia. Ele está tentando alegar que há uma *conspiração contra ele* que o impede de governar. 

A única coisa que ele se *empenhou em fazer* ao longo de 2020 foi o *suicídio coletivo da população*. De forma imperativa, disse que os mais pobres *não poderiam parar de trabalhar*, que isolamento social e uso de máscaras era coisa de "marica". *Ele trabalhou duro contra as medidas sanitárias para conter a Covid-19*. 

Bolsonaro gosta de *se fazer de vítima*, gosta de *gemer* e fazer *"mimimi"* em rede nacional, porque ele quer responsabilizar outros por sua *vagabundagem*. Ele é o *impotente*! É *sangue de barata*! Não honra as calças que veste, e *não tem capacidade para negociar uma reforma tributária*. 


Mas e o Brasil, está realmente quebrado?


A resposta é uma pergunta: *o que é o Brasil*? 


Brasil é uma ideia muito *vaga e abstrata*, você pode tirar e colocar o que quiser ali. *A ideia de Estado-nação é perigosa*. Para *Hitler* a Alemanha era "o povo ariano" , e só! Os *não "arianos" foram expulsos ou exterminados*. Quando falamos em termos de Brasil, falamos sobre o que exatamente?


As grandes empresas não estão quebradas! Os bancos, também não! *O que quebrou no Brasil*?


*Pequenas empresas* (que o Guedes afirmou que *não* daria apoio financeiro na crise de 2020, mesmo liberando *1 trilhão*, esse dinheiro ficou "empossado" nos *bancos* [sim, *os bancos privados estão tão acostumados a usurpar dinheiro público que o montante, de 1 trilhão, que deveria ser repassado à pequenas empresas ficou retido neles mesmos*]) e boa parte do *setor industrial* fechou as portas, desde *2019*. Veja aqui a situação industrial de SP:


https://www.google.com/amp/s/economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/07/21/numero-de-industrias-fechadas-em-sao-paulo-e-o-maior-em-uma-decada.amp.htm


Por que há essa crise?


Segundo *Maria Lúcia Fattorelli*, a crise econômica foi *fabricada pelo neoliberalismo*. O que mais falta a população é *emprego*, porque o que impera é o *capital financeiro* e não mais o *capital produtivo*. O capital gira entorno do investimento em papéis e *não mais na criação de espaços físicos para o trabalho*. 


O *setor industrial* foi praticamente *extinto* de vez, o *setor de serviços* está *saturado* e o campo é dominado pela *maquinaria do agronegócio*. Não há como gerar empregos em larga escala para atender a população com *um regime neoliberal que investe no capital financeiro e não no produtivo*.


Daqui pra frente será assim, *povo na miséria*, poucas e grandes empresas lucrando horrores, incluindo principalmente *os bancos privados*.


Bolsonaro não renunciará, ainda mais porque *58% dos empresários brasileiros o apoiam e acreditam que ele está fazendo um bom governo*, justamente porque esses mesmos empresários estão lucrando horrores e também NÃO estão nem ai com a miséria do povo, *são sociopatas como Jair, o Bozo*.

*O BOZO NAO CAI SOZINHO. FAÇA A SUA PARTE!*


POR UM GOVERNO DOS TRABALHADORES

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