VITÓRIA DOS TRABALHADORES DA ENFERMAGEM




VITÓRIA DOS TRABALHADORES DA ENFERMAGEM




A SAÚDE DO TRABALHADOR PARA ALÉM DA PANDEMIA
Ontem (27/06/22), as redes sociais da Rádio Comunitária Cantareira e o canal do YouTube mais DH, realizaram uma transmissão debatendo a questão da saúde do trabalhador, nossa conversa só foi possível com a participação do Edison Flores, que também é diretor do Sintaema e do Eduardo Bonfim ambos também compõe o DIESAT, um órgão intersindical, nos moldes do "DIEESE", mas voltado a questões de saúde.
Talvez até lamentássemos a necessidade dos trabalhadores precisarem serem obrigado a se organizar, pelo papel ineficiente do Estado, mas a eficiência, ainda que a função do DIESAT, assim como o DIEESE, é de prestar acessória aos sindicatos na organização da luta e para a luta.
Se o DIEESE, faz pesquisas sócio-econômicas, o DIESAT, faz estas assessorias no campo da saúde, percebe ocorrências análogas, dentre estas ocorrências está as questões psicológicas, a "síndrome do pânico", muitas vezes vista como uma situação pessoal, porém quando olhamos as pressões que o trabalhador sofre no dia-a-dia, faz com que o problema seja de saúde coletiva. Se os agravos à saúde é coletivo, o enfrentamento também deve ser.
Entrar aqui na importância dos sindicatos como ferramenta não apenas para assegurar direitos trabalhistas já legitimados, mas inclusive para ampliar tais conquistas.
Se os sindicatos são uma ferramenta indispensável para os trabalhadores, a assessoria científica para fundamentar a consolidação de tais direitos, ontem demos um pontapé, na tarefa de mostrar a importância do DIESAT, pretendemos ter outros programas mostrando as necessidades de conhecimento sobre o tema. Mas se você não viu este, acesse os canais do YouTube e do Facebook tanta da Rádio Cantareira quanto do canal MAIS DIREITOS HUMANOS.
Adão Alves dos Santos
FÓRUM DE TRABALHADORES DA SAÚDE
ACESSE NOSSO ZAP
https://chat.whatsapp.com/BjDaxhgzRHOB6DAODZY22Q
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1 - O *FÓRUM DE TRABALHADORES DA SAÚDE* reúne todas as categorias profissionais do setor: para-médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, auxiliar de enfermagem, socorrista, maqueiro e bombeiro civil.
2 - Sua tarefa é atuar na defesa dos interesses das categorias compreendidas no mesmo;
3 - lutar pela regularização profissional e seu reconhecimento.
4 - lutar pela conquista do PISO SALARIAL em todos os níveis: municipal, estadual e federal.
5 - lutar pela implantação e implementação do PISO SALARIAL onde houver e onde ainda não existe;
6 - organizar a categoria independente do sindicato e dos partidos políticos;
7 - impulsionar as lutas da categoria independente dos órgãos de governo, do sindicato, dos partidos e suas pautas, e do calendário eleitoral do país;
8 - criar o nosso FUNDO ASSISTENCIAL para apoiar as nossas lutas e socorrer companheiros em dificuldades.
Único: Ele deve ser gerido por dois membros em conta bancária conjunta.
9 - as decisões deste coletivo serão baseadas por maioria simples de votantes, ou seja 50%+1 dos membros presentes mediante convocação antecipada.
*LUTAR ORGANIZAR MOBILIZAR*
*Quem concorda entra em contato: 21.972963162*
SITES DA CATEGORIA
1 - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DE SAÚDE
Confederação Nacional de Saúde
2 - FRENTE PARLAMENTAR DO SERVIÇO PÚBLICO
Frente Parlamentar Mista do Serviço Público
3 - FEDERAÇÃO NACIONAL DOS ENFERMEIROS
FNE - Federação Nacional dos Enfermeiros
4 - CONSELHO FEDERAL DE ENFERMAGEM
Conselho Federal de Enfermagem - Brasil
5 - CONFEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES NA SAÚDE
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LIÇÕES DA GREVE NA GENERAL MOTORS
Em outubro de 2021, ocorreu uma importante luta operária em nosso país: a greve na GM de São Caetano do Sul, analisada aqui pelo Coletivo Cem Flores. Por quase 15 dias, milhares de operários e operárias daquela fábrica resistiram aos ataques dos patrões, contra o arrocho salarial e em defesa de suas conquistas. Tornaram-se assim exemplos e símbolos de luta nessa conjuntura tão dura para todas as classes trabalhadoras, de pandemia, desemprego, carestia, miséria, forte repressão e recuo das greves.
A força da greve, construída pela força e união da base, atropelando em vários momentos a direção pelega do sindicato, arrancou importantes vitórias, como o reajuste salarial integral e a manutenção da garantia de emprego aos acidentados no trabalho. Demonstrou assim a possibilidade de fazer o inimigo recuar através da luta. Essa é, para nós, a maior lição. O caminho para revertemos a deterioração de nossas condições de vida é o da luta e da organização, nos locais de trabalho e de moradia.
Mas para o avanço do proletariado na luta de classes, há que se destacar também os vários limites presentes nas atuais batalhas, provenientes de um nível recuado do movimento sindical, hegemonizada pelo peleguismo e sob forte controle estatal, e da baixa organização das massas como um todo. E sobre essas lições e limites, a serem superados na prática, pelas operárias e operários, no enfrentamento concreto contra o capital e seus comparsas, indicamos abaixo a avaliação da greve na GM dos camaradas do Centro de Estudos Victor Meyer (CVM).
Os camaradas, que também participaram recentemente de uma live sobre a greve na TV A Comuna, trazem uma rica avaliação do processo de mobilização na GM. Primeiro destacando o contexto da greve, a partir das estratégias patronais e dos limites gerados à luta da classe operária pelo atual aparelho sindical. Depois, relata o desenvolvimento da data-base que desencadeou a greve, o papel dos pelegos, e a postura dos trabalhadores e das trabalhadoras na mobilização. Por fim, realiza um balanço das conquistas e limites da greve. São vários os desafios para a luta operária contra o capital hoje no país, como o texto aponta. Dentre eles, o reforço dos grupos operários nas fábricas e da solidariedade ativa entre as categorias e unidades produtivas.
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A origem do termo Gari
O gari é um dos profissionais mais importantes da vida urbana. Sem eles, seria muito, muito complicado, manter a convivência social e a saúde pública.
O nome gari, dado no Brasil aos limpadores de rua, tem sua curiosa origem datada da época do Império Brasileiro. Logo após a chegada da família real ao Brasil, foi instituído o setor de "desempachamento" das ruas. A palavra, vinda do francês foi importada junto com o termo "higiene" que não existia no nosso país até então.
Para implantar a limpeza das ruas, o Império Brasileiro contratou o francês Aleixo Gary, dono de uma empresa de limpeza. O empresário deveria instituir um sistema de limpeza no centro da Capital e se livrar do lixo. Então, o francês passou a contratar homens para limpar a cidade e transportar o lixo urbano para a Ilha de Sapucaia, na Baía da Guanabara, que era usada de aterro para resíduos.
Como o uniforme usado pelos limpadores tinha estampado no bolso da camisa Aleixo "Gary", esses profissionais passaram a ser chamados pelo sobrenome do empresário e o nome pegou. Virou oficial e entrou em nosso dicionário.
Texto - @joelpaviotti