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terça-feira, 21 de julho de 2026

GREVE GERAL 21 DE JULHO DE 1983 * Ernesto Germano Parés/RJ

GREVE GERAL 21 DE JULHO DE 1983
GREVE GERAL ENFRENTA A DITADURA!
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Há 43 anos o Brasil vivia um importante momento histórico. Em plena ditadura militar, três milhões de trabalhadores foram às ruas! A greve teve a adesão de 35 entidades sindicais e de associações de funcionários públicos. O destaque da época é que entidades da sociedade civil, que se calaram recentemente quando o país sofria com os golpes da direita, participaram e deram apoio à aquele movimento: Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e outras se solidarizaram com os trabalhadores e divulgaram notas e apoio público às manifestações.
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O país tinha o general João Batista de Figueiredo como presidente e o chamado “milagre econômico” dos militares já tinha naufragado. A economia arrasada, inflação descontrolada (chegando a 100% ao ano), a crise da dívida externa e o desemprego em massa.
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Em 1981, como já relatamos e ilustramos em um texto anterior, havia sido criada a “Comissão Nacional Pró-CUT”, durante o encontro que foi conhecido como Conclat. E foi a “Comissão Pró-CUT” que conclamou os trabalhadores para a 1ª Greve Geral no país depois do golpe de 1964.
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“Foi a primeira grande luta nacional que unificou os trabalhadores, após as greves de 1978, 1979, e obteve muita repercussão, contribuindo para termos um forte movimento pelas Diretas Já, alguns meses depois. Sem dúvida, foi um marco fundamental da resistência à ditadura, que já se encontrava em forte declínio, tanto que conseguimos derrotar um dos seus decretos na votação da Câmara”, lembrou em um depoimento o ex-deputado federal José Genoíno (PT-SP).
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Atendendo às determinações do FMI, o governo aumentava os juros para conter a inflação e cortava despesas, chegando ao ponto de baixar, em maio, o Decreto-Lei 2.025 que extinguia todos os benefícios dos empregados das empresas estatais. A reação dos trabalhadores foi imediata. No dia 16 de junho, 35 entidades sindicais e associações de funcionários públicos aprovam o estado de greve, em protesto contra o decreto.
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Metalúrgicos, petroleiros, bancários, professores e outras categorias assumiram aquela bandeira e mostraram que os trabalhadores já não suportavam o arrocho e a violência.
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O governo recuou, mas no dia 29 de junho Figueiredo assinou um novo decreto, o 2.036, atacando diretamente os direitos dos funcionários das estatais acabou com o abono de férias, as promoções, os auxílios alimentação e transporte, o salário adicional anual e a participação nos lucros, só para citar alguns. Menos de um mês depois, em julho, emitiu o Decreto-Lei 2.045 para limitar ainda mais os reajustes salariais da categoria. Em todo o país o exército entra em prontidão!
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“Fora Daqui o FMI” foi o grito que explodiu com toda a força por tanto tempo represado. E a Greve Geral de 24 horas em todo o país se tornou uma realidade. Setores reformistas da esquerda não acreditavam na greve, não aconselhavam a greve, não desejavam a greve, mas tiveram que engolir também os trabalhadores nas ruas gritando que não suportavam mais.
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Importante destacar que aquela greve impactou profundamente mais de 40 milhões de pessoas e foi o caminho encontrado pelo conjunto de mais de cem entidades sindicais para a luta em defesa dos direitos dos trabalhadores.
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Pouco mais de um mês depois, no dia 28 de agosto de 1983, em um Congresso de Trabalhadores era fundada a Central Única dos Trabalhadores!
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VIVA A GREVE GERAL DE 1983!
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VIVA A LUTA DA CLASSE TRABALHADORA!
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A GREVE É UM DIREITO LEGÍTIMO DOS TRABALHADORES.
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sábado, 21 de março de 2026

sábado, 28 de junho de 2025

ATENÇÃO RODOVIARIOS * Trabalhadores de Classe e de Luta/RJ

ATENÇÃO RODOVIÁRIOS

Acabamos de sofrer uma "volta" do sindicato, que chamou assembleia mas já tinha assinado acordo com os patrões. Ou seja, nos fez de palhaços. Outra, apoiou proposta de greve mas nem saiu do sofá. E deixou que muitos companheiros se prejudicassem fazendo mobilização e correndo o risco de demissão. ISSO É CORRETO?

NÃO! Sindicato que se preze, compra a briga do trabalhador. MAIS: tem um monte de propostas e reivindicações circulando de mão em mão dentro da categoria. Mas qual é a que vem do sindicato? Está difícil saber. Isso tem como objetivo confundir os trabalhadores. Por exemplo: A PL- participação em lucros. Muitos estão entusiasmados, mas não sabem da manobra. O sindicato sabe muito bem que o patrão desconta do faturamento da empresa todas as suas benesses, os prejuízos com os ônibus, todas as despesas, e, se ele quiser, comprova com o balanço que não teve lucro. Com isso, o trabalhador vai ganhar o quê? Portanto, a solução não é PL, mas propor um adicional ao salário como compensação por exercício de duas funções.

PRECISAMOS DE UMA PAUTA DE REIVINDICAÇÕES

1 - REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO: FIM DA ESCALA 6X1.

2 - PAUTA DE REIVINDICAÇÕES UNIFICADA: as propostas vindas dos trabalhadores devem ser incluidas.

3 - VALE ALIMENTAÇÃO: 1000,00

4 - REAJUSTE SALARIAL 10%

5 - Inclusão da hora de almoço como hora extra.

6 - CRIAÇÃO DE GRUPOS POR EMPRESA: adicione este zap21.999479208 e fique por dentro.

*NOSSA LUTA É POR DIREITOS*
*TODA FORÇA AO TRABALHADOR RODOVIARIO*
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segunda-feira, 21 de abril de 2025

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista! * Trabalhadores de Classe e de Luta/TCL

Retomar o Primeiro de Maio de luta, socialista e antiimperialista!

Ha quase 140 anos do histórico levante proletário em Chicago em 1886, quando os trabalhadores, organizados e municiados por uma profunda consciência de classe e dos seus interesses para si, em brava e heróica batalha contra as forças do capital, tiveram seus históricos mártires assassinados covardemente pelas forças de repressão da burguesia. Da qual daí em diante foi instituído pela Segunda Internacional, o Primeiro de Maio como data mundial do proletariado.

Após quase 140 anos desse combate histórico de nossa classe, nos encontramos num período cuja principal característica seja o avanço da contra-revolução burguesa em praticamente todos os países. Particularmente desde o fim da União Soviética e a queda do Muro de Berlim no crepúsculo do século passado, o capital não sessou uma vasta ofensiva econômica, política e ideológica contra o proletariado e seu programa científico de emancipação histórica: o marxismo.

As ideologias vulgares que pregavam o "fim da história"; o "empreendedorismo"; o identitarismo anti-classista; o politicismo e conciliação com o inimigo de classe; o conformismo e resignação com o presente, marcado pelo "congelamento" histórico, etc., não passam de artimanhas estratégicas e táticas da burguesia mundial e seus meios de propagação de mentiras e irracionalismo, visando arrefecer a fé dos trabalhadores no socialismo e na sua própria emancipação dos grilhões da sociedade de classes.

Em compasso com os ataques econômicos e sociais contra as conquistas históricas que o proletariado arrancou da burguesia no último século de duras batalhas, vemos uma verdadeira ofensiva ideológica e cultural por parte do imperialismo, visando um vasto entorpecimento de seu antagonista histórico para assim, quebrar suas perspectivas revolucionárias como forma de garantir a perenidade e sobrevida do regime capitalista em sua fase senil, marcada por crises cada vez mais recorrentes e de grande duração, ameaçando mesmo a própria humanidade.
Em todo o mundo governado pelo modo de produção capitalista, temos visto o desmonte dos mecanismos de proteção dos trabalhadores. Os direitos trabalhistas e o chamado "Estado de bem estar social" (onde existiu) tem sido radicalmente suprimidos; o nível econômico e social das classes trabalhadoras em todo o mundo não param de cair.

Na verdade entramos na era da superexploração do trabalho como um fenômeno mundial. As seguidas revoluções tecnológicas e informacional criou uma massa crônica de desempregados e seres humanos "supérfluos" pela ótica do capital e que não podem mais serem inseridos produtivamente no mundo das mercadorias cada vez mais mercantilizado e fetichizado. Para essa massa humana "sobrante"--um verdadeiro exército de reserva utilizado para aviltar os salários e condições de trabalho dos que ainda labutam--a "saída" burguesa é cada vez mais a repressão e extermínio malthuziano.

Nessa esteira, a chamada "composição orgânica do capital" como bem o conceituou Karl Marx, atua como um verdadeiro pêndulo contra a taxa de lucros do capital, obrigando seus servidores (a burguesia e seus agentes, sim, servidores de sua criatura) a recorrerem a um padrão de reprodução do capitalismo mundial francamente destrutivo, selvagem e incontrolável, que põe mesmo como horizonte a destruição da civilização como a conhecemos.

As guerras e o capital: uma relação de mão dupla

Com o alastrar da decadência capitalista, o recrudescimento das guerras de baixa e alta intensidade, tornaram-se algo corriqueiro, mesmo banal.

Neste século atual por exemplo, tivemos as guerras de tipo neocolonial por parte do imperialismo contra o Afeganistão, Iraque, Haiti, Líbia, Síria, Ucrânia (guerra por procuração do imperialismo ianque contra a Rússia), Iêmen, Palestina, etc. Também os golpes de Estado de novo tipo pela vida das revoluções coloridas e guerras híbridas, tem se tornado constantes e diversos países já foram ou estão sendo vítimas dessa forma de ataque encoberto, por parte das forças imperialistas e seus fantoches.

A instabilidade política promovida pela CIA contra governos populares e/ou nacionalistas também é algo que avança nessa época marcada pela crise geral do capitalismo, que exige de forma imperiosa ao grande capital, colonizar e impor sua agenda destrutiva em todo o mundo: diante de sua fase senil, o Globo terrestre já se tornou demasiado pequeno para o capital e seu caráter ontológico expansionista.

Daí a necessidade cada vez mais premente por parte do grande capital em controlar com mãos de ferro as fontes energéticas, de matéria prima, os mercados e o assalto aos Estados nacionais. Uma nova redivisão do mundo e da divisão mundial do trabalho, está em andamento; em tal movimento tectonico, o que o grande capital imperialista impõe aos povos da periferia capitalista é uma ainda maior subalternidade, agravando sua crônica relação de dependência e subdesenvolvimento.

Em suma, o preço pago pela humanidade com a perenidade até o presente do modo de produção capitalista tem sido alto demais. O próprio desenvolvimento histórico e das forças produtivas internacionalmente já estabeleceram as condições objetivas necessárias para a superação do regime burguês e para a construção do socialismo.

Os trabalhadores e os povos oprimidos resistem

O proletariado mundial embora ainda confuso, disperso e cambaleante diante da atual correlação desfavorável, resiste como pode. Vimos desde a última década importantes movimentos de luta dos trabalhadores em diversos países, sobretudo em nossa América latina. Os trabalhadores venezuelanos, bolivianos, equatorianos, chilenos, peruanos, haitianos e colombianos por exemplo, tem protagonizado ou protagonizaram nos últimos anos, importantes e heróicas lutas contra as forças da extrema direita, das tentativas golpistas e do imperialismo em seus países.

O povo palestino tem dado lições históricas a seus irmãos trabalhadores do mundo, através de sua gigantesca resistência armada contra os genocidas sionistas que comandam o facínora Estado de Israel e seus patrões imperialistas da Casa Branca. Embora o gigantesco tributo pago com o sangue sagrado de seus mártires, a resistência militar palestina impõe duríssimo revés ao sionismo, causando mesmo a desmoralização histórica mundial do Estado sionista e uma crise existencial de Israel.

Na África negra, seu valente povo derrotou o colonialismo francês, causando uma séria desmoralização e crise política profunda no interior dessa pátria imperialista decadente.
Os exemplos de brava resistência dos povos trabalhadores iemanita e haitiano, que nas mais desfavoráveis condições resistem e lutam bravamente contra seus exploradores e opressores internos e o imperialismo, deixa valiosa lição para o proletariado mundial.

Fortalecer um pólo revolucionario e antiimperialista internacional

A condição mais essencial do momento, é estabelecer uma frente internacional de lutas dos trabalhadores contra as forças do imperialismo. O atual período histórico se caracteriza pela ofensiva da burguesia e pela contra-revolução no mundo.
É imprescindível para as organizações de vanguarda dos explorados ter bem claro as forças que se batem, a correlação entre as classes antagônicas, para daí tirar as conclusões estratégicas e táticas do atual período. Uma das principais constatações a se considerar no momento é o fato de que as forças revolucionárias e de vanguarda da classe se encontrarem numa grave situação de fragmentação, divisão e sem protagonismo no interior das massas. E isso em todo o mundo.
Fortalecer as organizações dirigentes no interior de cada país é paço essencial para a retomada de uma agenda revolucionária e socialista que volte a hegemonizar as parcelas mais esclarecidas dos trabalhadores. Por outro lado, fortalecer um bloco revolucionário e antiimperialista internacional é sem dúvida uma das tarefas mais importantes do momento.

Em sua fase de deslocamento permanente pelo mundo, o capital cada vez mais internacionalizado põem na defensiva qualquer estratégia ou tática puramente nacional dos trabalhadores. Daí ser imprescindível mais do nunca, organizar o combate internacional sistemático contra a burguesia, que tem no imperialismo seu chefe de fila no mundo.

Portanto, fortalecer uma frente internacional antiimperialista deve ser no momento uma das questões táticas centrais do proletariado mundial e seus aliados.

O grave impasse em que vive a humanidade, deixa bem claro que o capitalismo entrou em uma fase de potencial destrutivo sem precedentes. As saídas reformistas que buscam reformar ou mesmo humanizar o regime do capital, estão barradas. A contra-revolução neoliberal, a atual escalada de guerras e golpes de Estado em todo o mundo, são as provas dessa verdade histórica. A revolução socialista é neste caso não só de uma atualidade indiscutível, como também, e mais importante, a garantia de sobrevivência da própria humanidade.
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quarta-feira, 10 de julho de 2024

CARTA AOS APOSENTADOS * TRABALHADORES DE CLASSE E DE LUTA

CARTA AOS APOSENTADOS
LULA QUER SUSTENTAR OS PATRÕES ÀS CUSTAS DO APOSENTADO!!

Vejam o que um Aposentado escreveu hoje no Jornal Diário de São Paulo SOBRE O INSS.
O Aposentado que vive com 1320,00 Reais por mês , em Carta publicada no Jornal Diário de São Paulo.

Hoje , vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais , bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas , adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8 , meninas de 14 anos parindo filhos sem pai , toda a classe política desse país esfregando a bandalheira na nossa cara e desfilando uma incompetência absurda , o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz...

Deveria ter ficado em casa quieto ao invés de ir às ruas. Lutei pra quê ? Pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por quê agora estamos quietos ? Cade vocês nas ruas ? Esqueçam cor de bandeiras. Vamos nos unir e lutar por um só motivo : Nossos direitos.
SOMOS mais de trinta milhões de aposentados !

Não podemos admitir :
Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida ;
Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas ;
Professor R$ 2.200,00 para nos preparar para a vida ;
Médico R$ 9.260,00 para manter a vida ;


E o Deputado Federa tem
R$ 26.700,00 (Salário)
R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)
R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)
R$ 5.000,00 (Combustível)
R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)
R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)
R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)
R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)
R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)
R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)
Auxílio Dentista
Auxílio Farmácia

E outros, para LASCAR as nossas vidas!

E o trabalhador R$ 1320,00 , para sustentar a família.

Será que o problema do Brasil são os trabalhadores ? Os aposentados ?

Publique!!!

Se você repassar para somente 2 amigos nas primeiras horas , em 28 horas toda a população brasileira vai tomar conhecimento deste ABSURDO.

Recebi em outro grupo, confesso que me deu uma tristeza imensa.
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sábado, 29 de junho de 2024

APOSENTADOS DE CLASSE E DE LUTA * TRABALHADORES DE CLASSE E DE LUTA

APOSENTADOS DE CLASSE E DE LUTA
FACEBOOK PAULO LINDSAY

AUDIÊNCIA PÚBLICA NA COMISSÃO LEGISLATIVA PARTICIPATIVA DA CÂMARA DOS DEPUTADOS - PRESIDENTE DEPUTADO FEDERAL GLAUBER BRAGA.

Se conseguirmos êxito nessa PEC 555/06, será uma grande Vitória política e financeira para aposentados (as) e pensionistas.

MEMBROS DA MESA DE DEBATE SOBRE O FIM DA CONTRIBUIÇÃOPREVIDENCIÁRIAPARAAPOSENTADOSEPENSIONISTAS:

1 - Cleuza Maria Faustino - FENASPS;

2 - Paulo Lindesay - Representante do FONASEFE. Diretor de Executiva Nacional da ASSIBGE-SN/ Coordenador do Núcleo Sindical Canabarro/Coordenador da Auditoria Cidadã Núcleo RJ.

3 - Lúcia Lopes - Diretora dos Assuntos dos Aposentados - ANDES-SN

4 - Lucena Martins - Coordenadora da FONASEFE.

Audiência pública sobre orçamento e FIM DA CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA DOS APOSENTADOS e PENSIONISTAS, na Comissão Legislativa Participativa.

Após intenso e rico debate, o presidente da Comissão, o Deputado Federal Glauber Braga vai encaminhar o APENSADO das PEC 555/2006 e a PEC 06/2024.

A PEC 555, já está pronta para ir a plenário, há mais de 10 anos. Mas não foi votada até a presente data. Portanto precisa ser votada até o fim dessa legislatura. Se não for votada, será arquivada definitivamente. Será o fim da possibilidade de extinção da contribuição Previdenciária nessa PEÇA DE EMENDA CONSTITUCIONAL. Restaria a PEC 06/2024, que terá que passar por várias comissões para ir a votação em plenário.

O que é APENSADO?

Quando um documento ou mesmo um processo é apensado a outro, isso significa dizer que ele foi anexado ao final do processo principal, sem alterar a ordem dos documentos que compõem esse processo principal.

Após o intenso debate dos representantes das entidades, dos participantes do plenário e o Deputado Federal Glauber Braga, a solução é encaminhada, pelo presidente da Comissão Legislativa Participativa, Glauber Braga do PSOL. Foi APENSADO das duas PECs.

Agora precisamos intensificar uma campanha nacional, com a participação das entidades e os trabalhadores (as) ativos e aposentados. Para pressionar os políticos em aceitar a junção da PEC 555/2006 e a PEC 06/2024. Elegendo um novo relator e aprovar um documento substitutivo que proponha o fim da contribuição Previdenciária dos aposentados e pensionistas, imediatamente, à ser votado no Congresso Nacional. Além de intensificar a luta pela revogação da Emenda Constitucional 103/2019, reforma da Previdência de Bolsonaro, revogação do ARCABOUÇO FISCAL, que impede os investimentos públicos e reestruturações das carreiras e reajuste salariais para ativos e aposentados. Mas libera, cada vez mais recursos para banqueiros e grandes corporações, a partir do pagamento da Dívida Pública Federal.

Paulo Lindesay, diretor da ASSIBGE-SN/Coordenador do Núcleo Sindical Canabarro/Coordenador da Auditoria Cidadã Núcleo RJ.

VÍDEO DA AUDIÊNCIA PÚBLICA NA ÍNTEGRA
APOSENTADOS
*Veja o que pode acabar mudado na aposentadoria*
CARTA DO APOSENTADO

SOBRE O INSS.

O Aposentado que vive com 1320,00 Reais por mês , em Carta publicada no Jornal Diário de São Paulo.

Hoje , vendo pessoas morrendo em filas de Hospitais , bandidos matando por R$ 10,00 e pessoas andando feito zumbis nas ruas por causa das drogas , adolescentes que não sabem quanto é 6 x 8 , meninas de 14 anos parindo filhos sem pai , toda a classe política desse país esfregando a bandalheira na nossa cara e desfilando uma incompetência absurda , o nosso país sendo ridicularizado por tantos escândalos...

Eu peço perdão ao Brasil pela porcaria que fiz...

Deveria ter ficado em casa quieto ao invés de ir às ruas. Lutei pra quê? Pra ver corrupto no poder fazendo manobras pra se manter no poder e por quê agora estamos quietos ? Cadê vocês nas ruas? Esqueçam cor de bandeiras. 

 Vamos nos unir e lutar por um só motivo: 
 Nossos direitos.

SOMOS mais de trinta milhões de aposentados !
Não podemos admitir :
Policial R$ 3.660,00 para arriscar a vida ;
Bombeiro R$ 3.960,00 para salvar vidas ;
Professor R$ 2.200,00 para nos preparar para a vida ;
Médico R$ 9.260,00 para manter a vida ;
E o Deputado Federa ?
R$ 26.700,00 (Salário)
R$ 94.300,00 (Verba de Gabinete)
R$ 53.400,00 (Auxílio Paletó)
R$ 5.000,00 (Combustível)
R$ 22.000,00 (Auxílio Moradia)
R$ 59.000,00 (Passagens Aéreas)
R$ 17.997,00 (Auxílio Saúde)
R$ 12.100,00 (Auxílio Educação)
R$ 16.400,00 (Auxílio Restaurante)
R$ 13.400,00 (Auxílio Cultural)
Auxílio Dentista
Auxílio Farmácia
E outros, para LASCAR as nossas vidas!
E o trabalhador R$ 1320,00 , para sustentar a família.
Será que o problema do Brasil são os trabalhadores ?

Os aposentados?
Publique!!!

Se você repassar para somente 2 amigos nas primeiras horas , em 28 horas toda a população brasileira vai tomar conhecimento deste ABSURDO.

Recebi em outro grupo, confesso que me deu uma tristeza imensa.

LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA/DF
LULA DENUNCIA A ISENÇÃO FISCAL

VITÓRIA DOS APOSENTADOS

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu nesta quarta-feira (19) o julgamento de 13 ações que contestam pontos da reforma da Previdência, aprovada em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O julgamento foi suspenso por um pedido de vista feito pelo ministro Gilmar Mendes. A vista é um mecanismo previsto no regimento interno da Corte que permite aos membros do STF pedir mais prazo para analisar o processo antes de proferir os votos. Não há data para a retomada da análise do caso.

Até o momento, o Supremo tem maioria de votos para derrubar pelo menos três pontos da reforma. Contudo, a suspensão ainda não está valendo porque depende da finalização do julgamento.

A maioria dos ministros já votou contra o mecanismo que autoriza a contribuição extraordinária de aposentados e pensionistas quando ocorrer déficit atuarial das contas da Previdência.

Também há votos para impedir a anulação de aposentadorias do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS), a previdência dos servidores públicos, que utilizaram a contagem do Regime Geral de Previdência Social (RGPS), destinado aos trabalhadores celetistas, sem o pagamento de contribuições correspondentes.

A maioria dos ministros também está derrubando a regra que diferencia o tempo de contribuição para aposentadoria entre mulheres do regime próprio e do regime geral. Nos dois regimes, a aposentadoria de mulheres pode ocorrer aos 62 anos. Contudo, no regime geral, o tempo mínimo de contribuição é de 15 anos, enquanto no regime próprio é de 25 anos.

As ações foram protocoladas na Corte por associações que representam diversas categorias de servidores públicos.
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QUANDO LULA TERÁ PALAVRA?

SEUS ATOS LHE DESMENTEM
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sábado, 22 de junho de 2024

PETROLEIROS DE CLASSE E DE LUTA * Jornal dos Trabalhadores/JT

 PETROLEIROS DE CLASSE E DE LUTA

 *Essa luta é de todos nós!*

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*Primeiro dia do acampamento petroleiro para a retomada dos direitos dos ativos, aposentados e pensionistas participantes da Petros e arrancar uma solução para problema dos equacionamentos*.

O Litoral Paulista conta com 31 pessoas acampadas, entre petroleiros ativos, aposentados e diretores. Além disso, a mobilização conta com petroleiros de Minas Gerais, Campos, São Paulo e Manaus.

A luta teve hora para começar, mas não tem hora para acabar! Portanto, participe e contribua para o sucesso dessa empreitada!

*Clique no vídeo e veja o recado do secretário geral da FNP e diretor do LP, Adaedson Costa.*
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