quinta-feira, 1 de julho de 2021

Comitê em Defesa dos Correios * Alejandro Acosta/MG

  Comitê em Defesa dos Correios

Vários trabalhadores dos Correios lançaram o Comitê em Defesa dos Correios com o objetivo de lutar contra a privatização, a defesa dos serviços sociais prestados (tais como as entregas dos materiais do ENEM e das prefeituras), assim como a defesa dos empregos.

O Comitê irá impulsionar uma campanha nacional com o objetivo de mobilizar os trabalhadores e a população na defesa desse importante patrimônio que está sendo intencionalmente sucateado para entrega-lo aos abutres capitalistas.

Sempre as privatizações dos serviços públicos foram seguidas do aumento sensível das tarifas, que são aplicadas contra a população como se fossem impostos.

A qualidade dos empregos gerados sempre são muito piores aos eliminados, até porque os abutres capitalistas buscam maximizar os lucros em cima do sangue e suor dos trabalhadores.

O Comitê irá utilizar vários mecanismos de propaganda com o objetivo de sensibilizar e mobilizar o povo brasileiro. Serão confeccionados banners, memes, matérias, abaixo assinados, vídeos, áudios. Buscaremos lançar outdoors, entrevistas nas rádios etc.

Em outras palavras, o Comitê irá promover uma série de atividades para enfrentar a entrega devido à inoperância das direções dos sindicatos atuais e dos partidos políticos. Todos eles atuam ajudando o Governo Bolsonaro a massacrar o Brasil.

O presidente da Câmara dos Deputados, o bolsonarista Artur Lira anunciou que colocará em pauta da privatização dos Correios já neste mês de julho, buscando que seja tão simples como a privatização da Eletrobras.

Vamos discutir com os trabalhadores e a população a importância de enfrentarmos o massacre do Brasil. Usemos esta campanha de propaganda como um instrumento para impulsionarmos a luta.


Por um Correios a serviço do Brasil!

Por 250 mil empregos concursados, conforme recomendação da União Postal Universal.

Os Correios são nossos!

Trabalhadores uni-vos já!


ALEANDRO ACOSTA/MG

membro do Conselho Editorial do jornal GAZETA REVOLUCIONÁRIA

quarta-feira, 23 de junho de 2021

Primeira Greve Geral no Brasil * Ernesto Germano Parés/RJ

 PARA NÃO ESQUECER – 09 DE JUNHO DE 1917



COMEÇA A PRIMEIRA GREVE GERAL NO BRASIL!

(Ernesto Germano Parés/RJ)

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A primeira Greve Geral no Brasil, há mais de um século, foi iniciada por mulheres e durou mais de 30 dias!

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No dia 8 de março de 1917 havia ocorrido a grande greve das tecelãs da Rússia que deflagrou a revolução de outubro. Aqui, no dia 9 de junho do mesmo ano uma greve tem início no Cotonifício Crespi (SP). As operárias reivindicavam aumento de salários e redução das jornadas de trabalho, que até então não eram garantidos por lei.

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Ideologias como o anarquismo e o socialismo marxista, que chegaram a São Paulo principalmente pelos imigrantes italianos, tiveram um papel importante na organização do movimento. Com a adesão de operários de outras fábricas, a greve se espalhava e já tinha novas reivindicações: redução nos aluguéis, direito de organização, normalização do trabalho feminino e infantil e outras que não tinham ainda sido conquistadas.

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O Brasil passava por um momento marcante. Chegavam as primeiras indústrias, trabalhadores imigrantes vinham para cá e o movimento operário começava a surgir. O período de 1917 a 1920 marcou um importante momento para os movimentos grevistas no Brasil. Principalmente liderados por imigrantes e mais fortemente os italianos.

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Com o crescimento industrial e urbano, surgiram bairros operários em várias cidades brasileiras. Formados em sua maioria por imigrantes estrangeiros, a vida nesses bairros era bastante precária, refletindo os baixos salários dos operários, a jornada de trabalho estafante, a absoluta falta de garantias de leis trabalhistas, como descanso semanal, férias e aposentadoria.

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Foi também um período muito difícil para os operários. Fábricas insalubres, jornadas desumanas, emprego maciço de mão-de-obra infantil e feminina, mais baratas que a de homem adulto. Muitas crianças empregadas acabavam com um dos membros mutilados pelas máquinas e, assim como os demais trabalhadores, não tinham direito a tratamento médico, seguro por acidentes de trabalho, etc.

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No final de junho, a paralisação dos operários do Crespi contagiou os 1.500 operários da fábrica têxtil Ipiranga. Em seguida, se espalhou pela indústria de móveis, concentrada no Brás, e chegou até a fábrica de bebidas da Antarctica.

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Em 9 de julho, um mês após o início da greve nos Cotonifícios e com várias categorias já em greve, uma carga de cavalaria foi lançada contra os operários que protestavam na porta da fábrica Mariângela, no Brás e resultou na morte do jovem anarquista espanhol José Martinez. Seu funeral atraiu uma multidão que atravessou a cidade acompanhando o corpo até o cemitério do Araçá onde foi sepultado. Três dias depois mais de 70 mil trabalhadores já aderiram à greve. Armazéns foram saqueados, bondes e outros veículos foram incendiados e barricadas foram erguidas em meio às ruas.

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A adesão de outras categorias ia se ampliando e todo o movimento da cidade foi paralisado. Era a Primeira Greve Geral em um Estado, atingindo o fantástico (para a época) número de 75 mil trabalhadores em greve e foi dirigida pelos anarquistas. O comércio fechou, os transportes pararam e o governo era impotente para opor-se ao movimento. Os grevistas tomaram conta da cidade por 30 dias. Leite e carne só eram distribuídos para os hospitais, e dependia de autorização da Comissão de Greve. O governo abandonou a capital. Grevistas enfrentaram a polícia em Campinas. Após muita negociação a greve foi suspensa com um acordo.

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A partir daí, a greve se alastrou para quase todas as cidades do interior de São Paulo. Campinas, Piracicaba, Santos, Sorocaba, Ribeirão Preto. Até Poços de Caldas, no sul de Minas, que não era uma cidade industrial, teve movimentos de greve.

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As ligas e corporações operárias em greve, juntamente com o Comitê de Defesa Proletária reuniram-se na noite de 11 de julho e divulgaram um manifesto com 11 tópicos através dos quais apresentavam suas reivindicações.

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- Que sejam postas em liberdade todas as pessoas detidas por motivo de greve;

- Que seja respeitado do modo mais absoluto o direito de associação para os trabalhadores;

- Que nenhum operário seja dispensado por haver participado ativa e ostensivamente no movimento grevista;

- Que seja abolida de fato a exploração do trabalho de menores de 14 anos nas fábricas, oficinas etc.;

- Que os trabalhadores com menos de 18 anos não sejam ocupados em trabalhos noturnos;

- Que seja abolido o trabalho noturno das mulheres;

- Aumento de 35% nos salários inferiores a $5000 e de 25% para os mais elevados;

- Que o pagamento dos salários seja efetuado pontualmente, cada 15 dias, e, o mais tardar, 5 dias após o vencimento;

- Que seja garantido aos operários trabalho permanente;

- Jornada de oito horas e semana inglesa;

- Aumento de 50% em todo o trabalho extraordinário.

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Em 16 de julho - mais de um mês após o início da paralisação no Cotonifício Crespi - um acordo entre autoridades, organizações trabalhistas e industriais, mediado por jornalistas, pôs fim à greve em São Paulo. Mais ainda não era o fim da greve geral.

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Segundo os historiados, apenas em São Paulo a greve terminou com uma negociação única. No Rio e em Porto Alegre, para onde o movimento já havia se espalhado, os movimentos tiveram dimensões gerais, mas só terminaram na medida em que cada setor chegava a um acordo com seu patronato. O ritmo de saída da greve foi aos poucos, assim como a adesão.

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Outros historiadores afirmam que até o dia 18 de julho ainda havia categorias entrando em greve, como os pedreiros. Parte dos empresários se recusava a assinar os acordos e queria negociar condições diretamente com os funcionários.

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Como em outras oportunidades, terminado o movimento o governo prendeu, espancou, processou e expulsou a maioria dos líderes da greve e não cumpriu as promessas feitas.

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VIVA A GREVE GERAL DE SÃO PAULO EM 1917!

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VIVA A LUTA DA MULHER TRABALHADORA!

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A GREVE É UM DIREITO LEGÍTIMO DA CLASSE TRABALHADORA!

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terça-feira, 22 de junho de 2021

TODO APOIO À LUTA DOS SERVIDORES DO CPII * Movimento Brasil Operário/MBO

 TODO APOIO À LUTA DOS SERVIDORES DO CPII

COLÉGIO PEDRO II

https://sindscope.org.br/lutas/geral/defesa-da-democracia-no-cpii-e-do-fim-dos-cortes-de-verbas-tera-ato-e-paralisacao-no-dia-29-de-junho 

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segunda-feira, 7 de junho de 2021

Trabalhadores denunciam contribuições para o SINDEEPRES * Movimento Brasil Operário/MBO

 TRABALHADORES DENUNCIAM CONTRIBUIÇÕES PARA O SINDEEPRES


A ASSOCIAÇÃO sempre tomou os cuidados de  

alertar os companheiros trabalhadores, que  

sofrem o desconto de Contribuições Assistencial,  

Negocial, Confederativa, para o SINDEEPRES é  

ilegal. 


O Sindicato impõe as empresas fazerem descontos  

dos salários dos trabalhadores Leituristas, Trabalhadores no Poupa Tempo, Trabalhadores no  Detran/SP, Trabalhadores em Merchandising-Trade Marketing, e outros, por força da Convenção  Coletiva de Trabalho.  

No entanto, existem denúncias que quando procuram o sindicato para protocolar a Carta de Oposição  ao desconto, não conseguem e são maltratados. 

Companheiros, temos uma enorme defasagem salarial e o Sindicato somente se preocupa em  descontar nos nossos salários.  

É hora de dar um basta ! Estamos preparando denúncias para o Ministério Público do Trabalho para  que faça valer nossos direitos, nos conformes das Leis, e possamos nos filiar a quem defende  verdadeiramente nossos direitos. 

NAO DEIXEM QUE METAM A MÃO NOS DIREITOS DOS TRABALHADORES, DENUNCIEM!


quarta-feira, 26 de maio de 2021

SOS PROFESSORES * Movimento Brasil Operário / MBO

 SOS PROFESSORES

Muitos municípios Brasil a fora estão voltando às aulas presenciais. Mas alguém á se perguntou pelos riscos dessa aglomeração dentro de uma sala, em sua maioria, desconfortável?
Para pensar sobre isso, acesse o link abaixo:
https://jacobin.com.br/2021/05/100-dias-de-greve-pela-vida/ 
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sábado, 1 de maio de 2021

Trabalhadores, uni-vos! * Movimento Brasil Operário/MBO

TRABALHADORES...UNI-VOS!!

 


REFORMA ADMINISTRATIVA, PARA QUÊ? * Movimento Brasil Operário/MBO

REFORMA ADMINISTRATIVA, PARA QUÊ?
REFORMA ADMNISTRATIVA
Cartilha Diga Nao A Pec 32 Contrarreforma Administrativa

A tão propagada REFORMA ADMINISTRATIVA reforma o quê? Não reforma nada! É mais um golpe no trabalhador brasileiro, e desta vez o trabalhador do serviço público. O grande objetivo dos reformadores é extinguir o serviço público e tornar o nosso país uma "MALBORO", como os ESTADOS UNIDOS, onde não existe nada público, uma verdadeira terra arrasada!

E como estão pretendendo realizar mais esse assalto contra o nosso país? Simples: primeiro, acabaram com a CLT - Consolidação das Leis Trabalhistas, tornando a assinatura de carteira opcional. Segundo, extinguiram a aposentadoria por contribuição ou tempo de serviço. Terceiro, legalizaram a terceirização de serviços públicos. Com essas três facadas no povo, o que nos resta? Nada! Portanto, com essa tal REFORMA ADMINISTRATIVA, pretendem extinguir o CONCURSO PÚBLICO, e a estabilidade do servidor concursado. Feito isso, a PRIVATIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO entra em pauta. 

POR ISSO MEU IRMÃO, 
serviço público é patrimônio público e privatização é roubo! E nossa única defesa é barrar a sanha desses vampiros que veem o nosso país como uma banheira de sangue, pra matar a sede deles. São capitalistas expulsos de outros lugares onde seus interesses foram esgotados e agora querem sugar aqui, às nossas custas. Vejam as privatizações. Todas elas pioraram aquilo que foi privatizado, desde o transporte ferroviário até as rodovias. Os pedágios só aumentam e a qualidade das estradas continua sofrível.

PORTANTO, 
FORA PRIVATISTAS
!!!
UM MOMENTO DE REFLEXÃO:

Antônio, depois de muito estudar, virou técnico judiciário do TRT. Infelizmente, não resistiu à COVID que contraiu e morreu com 44 anos. Com 15 anos de serviço no Tribunal, deixou esposa de 40 anos e 1 filho de 11 anos.

Após o luto, a esposa de Antônio deu entrada na papelada pra ficar com a pensão do seu companheiro de 15 anos. Lá, a servidora da Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) lhe explicou o seguinte:

1) Como Antônio ingressou em 2006 no serviço público, não tem direito à aposentadoria integral e já pegou a regra da média das contribuições.

2) Como a esposa de Antonio tem 40 anos, não terá direito à pensão vitalícia. Só poderá contar com a pensão pós-morte durante 15 anos.

3) Após calcular a média das contribuições de Antônio, a Secretaria de Gestão de Pessoas (SGP) chegou à conclusão de que essa média foi de 8.000,00 (valor presente).

4) A SGP explicou à viúva de Antônio que, como o servidor morreu com 15 anos de contribuição, o cálculo será feito com base em 60% da média das contribuições, o que dá 4.800,00.

5) A viúva de Antônio ainda ficou sabendo que, como o servidor deixou 2 dependentes, a pensão será paga da seguinte forma:

- 70% de 4.800 até o filho completar 21 anos, o que dá 3.360,00 (por mais 10 anos) para a família e

- 60% de 4800,00 (2880,00), por mais 5 anos.

- Depois de 15 anos, a viúva perderia a pensão pra sempre.

A viúva de Antonio, que está desempregada, saiu de lá arrasada e pensou como fará pra pagar as contas do mês, incluindo o aluguel de um 2 quartos na Zona Norte.

*Quando a gente não luta contra a retirada de direitos, não adianta chorar depois! Essa foi a reforma da previdência, que foi aprovada pelo Governo Bolsonaro!*

Portanto, agora temos que *lutar contra a Reforma Administrativa e a favor da manutenção da estabilidade!*

quinta-feira, 29 de abril de 2021

União Sindical dos Trabalhadores / Central Sindical * Movimento Brasil Operário/MBO

 CENTRAL SINDICAL UST 

União Sindical dos Trabalhadores - Classista

A Central Sindical UST foi fundado no Congresso Nacional, ocorrido na cidade de São Paulo, no dia 15 de janeiro de 2006, na defesa do movimento sindical com autonomia e independência frente a tutela do Estado, governos e partido políticos, é mais uma forma de organização, é uma ferramenta para os trabalhadores e um gesto de coragem e compromisso com nosso país.

Central está se consolidado como uma ferramenta que aglutina os trabalhadores, seja no campo, seja na cidade nos movimentos sindical e popular. Vamos organizar os demais setores populares da cidade e do campo. UST esta presente nos principais acontecimentos políticos do país, a central tem se constituído numa alternativa independente, de luta. O aprofundando da crise econômica e política, vamos nos firmar como uma opção e manter a confiança dos trabalhadores com a alternativa na politica sindical.

A Central Sindical UST surgiu a partir da unidade de vários setores do movimento sindical na luta contra toda forma de exploração e opressão contra classe trabalhadora e se pauta a sua atuação pela defesa das reivindicações imediatas e interesses históricos dos trabalhadores, tendo como meta o fim a perspectiva de alcançar as condições e construir uma sociedade socialista, governada pelos próprios trabalhadores e trabalhadoras.

A UST é uma organização nacional de caráter sindical, composta por entidades sindicais que reúne trabalhadores (as), Servidores (as), aposentados (as) e pensionistas, respeita sua ideologia, ou credo religioso ou partidário político e é compromissada com o Brasil e seus trabalhadores.

Possui capacidade de promover e acompanhar os avanços da sociedade; seus princípios classistas sua firmeza na defesa da unidade sindical e sua pluralidade interna além da capacidade de garantir espaço para todos os dirigentes sindicais filiados entre as diversas esferas.

Somos filiados a FSM – Federação Sindical Mundial, com plena participação na luta internacional, a solidariedade internacional entre os trabalhadores e trabalhadoras é parte constitutiva de nosso programa e a libertação da classe trabalhadora de toda forma de opressão e exploração é uma tarefa que não apenas de um país e deve ser tomada no plano internacional.

Nosso entendimento que é de extrema urgência a reorganização dos trabalhadores. Vivemos um momento de estagnação da luta operária. A desmoralização e o descrédito de algumas organizações PELEGAS traz um risco elevado à manutenção das conquistas trabalhistas e pode nos levar a perdas de direitos históricos. É necessário um amplo debate nacional acerca da atuação dos sindicatos e centrais sindicais, como forma de reavaliação do movimento sindical e sua independência em relação ao governo e as corporações capitalistas. Reconstruir o movimento sindical nacional significa realizar um resgate da luta da classe operária pela sua emancipação, através do fortalecimento de seus instrumentos de organização para continuar avançando na construção de uma sociedade mais justa e igualitária.

Estamos com presença nas grandes lutas nacionais que faz frente ao domínio da elite Nacional.

Seja bem vindo e conheça melhor a Central Sindical UST

Carlos Borges

Presidente Nacional

Central Sindical UST
http://ust.org.br/
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terça-feira, 27 de abril de 2021

1º de Maio: Dia Internacional da Classe Trabalhadora * Movimento Brasil Operário/MBO

1º de Maio: Dia Internacional da Classe Trabalhadora
 O objetivo deste manifesto é manter viva a memória de luta advinda do trabalhador, não deixar que o 1º de Maio caia no esquecimento e seja descaracterizado. Temos que aproveitar os ensinamentos das lutas passadas de forma que sejam usados como subsídios às lutas de hoje. Nos Estados Unidos, assim como em quase todo o mundo, a jornada de trabalho era de 12, 14, podendo chegar até a 16 horas diárias no século XIX, sendo os trabalhadores terrivelmente explorados. Eis que 1886, com início na cidade de Chicago, o movimento operário respondeu com uma grande greve que se espalhou para todo o país. Esta greve geral pela redução da jornada de trabalho para oito horas diárias começou em 1º de Maio de 1886, paralisando as principais indústrias, já no dia 03 de maio, com vigorosos protestos populares os quais a polícia (que estava a mando da classe patronal) tratou de tentar dispersar com a violência, resultando em dezenas de feridos e nas mortes de importantes dirigentes do movimento operário dos Estados Unidos, conhecidos como “Mártires de Chicago”.

 Estes acontecimentos ficaram conhecidos como Revolta de Haymarket, e chamaram a atenção da solidariedade mundial. Três anos mais tarde, em 1889 na cidade de Paris, trabalhadores reunidos na Segunda Internacional Socialista deliberaram manifestar-se anualmente com o objetivo de lutar pelas oito horas de trabalho diárias, e a data escolhida foi justamente o 1º de Maio. Com o tempo, trabalhadores de todo o mundo – das fábricas, do comércio, da construção civil, do campo, etc – identificaram-se com a luta do povo de Chicago, a data passou a ser feriado em muitos países do mundo, e eis que nos tempos atuais a jornada de trabalho de 8 horas diárias é quase uma convenção em todo o mundo. 

Porém, com o passar do tempo, o 1º de Maio não só foi deturpado como as próprias conquistas hoje são exibidas como se fossem da agenda neoliberal. A classe dominante então se apossa do 1º de Maio, e a deturpa, domestica, para que o trabalhador esqueça sua história, transformando a data numa festividade antipedagógica com shows musicais, sorteios de carros, e palanque eleitoreiro propagando a enganação via pão e circo. 
O 1º de Maio é dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora, em homenagem e agradecimento aos heróis de Chicago contra a mesma elite que se esforça para nos fazer esquecer a origem desta data histórica. Nesse sentido, o Partido Comunista do Povo Brasileiro (PCPB), faz questão de relembrar à população seu posicionamento: Nossos direitos se fazem valer somente através da LUTA. Nenhum direito vêm de mão beijada, e todas as conquistas são retiradas se nós trabalhadores não nos organizamos. Não acreditamos em 'capitalismo humanizado', necessitamos construir um socialismo baseado na realidade brasileira, sem simplesmente copiar modelos. Faz-se necessário levar o movimento comunistas as massas, através do tripé organização, estudo e luta.

 “Escravos, Servos assalariados...travamos a luta mais antiga da humanidade.”
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sábado, 17 de abril de 2021

Marx - uma biografia em quadrinhos * Corinne Maier / Anne Simon

 













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Marx - uma biografia em quadrinhos Capa comum – 19 janeiro 2018 Edição Português por Corinne Maier (Autor), Anne Simon (Autor),No ano do bicentenário de nascimento de um dos maiores filósofos de todos os tempos, a Boitempo lança um novo título pelo selo Barricada, Marx: uma biografia em quadrinhos, da suíça Corinne Maier e da francesa Anne Simon. A HQ aborda a vida e as principais ideias do filósofo alemão, que sonhou com um mundo livre da exploração, da desigualdade e do desemprego. Além de explicar de forma leve e bem humorada conceitos como capitalismo e luta de classes, a graphic novel passa por episódios marcantes na vida de Marx, como a redação do Manifesto Comunista e a influência do pensamento de Hegel em seu desenvolvimento intelectual.

terça-feira, 13 de abril de 2021

Trabalhadores à Deus dará * MBO

Trabalhadores à Deus dará

A situação da classe trabalhadora brasileira nunca foi um paraíso. É verdade. Mas nesta conjuntura de pandemia - COVID-19 - nossa situação não tem outro nome a não ser calamidade. Mas isso não é por culpa dos trabalhadores. Isso acontece devido à falta de SOCORRO EMERGENCIAL por parte do governo federal. Nunca houve, claro. Sempre que caímos no desemprego, vemos a paz sair pela porta e o sossego pela janela. E assim a desgraça toma conta de nossas vidas. A solidariedade entre nós, enquanto categoria profissional, enquanto classe oprimida, sem dúvida, nunca houve, pois somos dominados pelo individualismo, pelo egoísmo e cegados pelo espírito de competição uns contra os outros. É graças a isso que os patrões nos massacram com tanta facilidade e os pelegos sindicais engordam cada vez mais às nossas custas.

No entanto, tudo isso está centuplicado na atualidade. Com a  aceleração das condições da produção capitalista nas últimas décadas, realizada através do avanço tecnológico, a competição entre as empresas se tornou algo suicida. O sucateamento tecnológico, a obsoletização forçada, consomem montanhas de recursos financeiros e científicos, que se utilizados a serviço do consumo doméstico, em benefício do mercado interno, gerariam uma multidão de empregos. Mas ao invés disso, o que ocorre é a competição desmedida, na disputa pelo mercado mundial. 

Paralelo a isso, a política empreendida pelo imperialismo, sob a liderança dos EUA - Estados Unidos da América - busca maximizar o lucro de seus investimentos às custas do suor do proletariado. É por isso que implanta REFORMAS NEOLIBERAIS mundo a fora, extinguindo direitos sociais conquistados durante décadas de lutas operárias e populares, permitindo assim que o patronato se veja de mãos desatadas para escravizar a vontade, sem pagar direitos nem indenizações a quem lhes prestar serviço. Como vemos no Brasil de hoje, a partir do GOLPE 2016, ocorreu o fim das leis trabalhistas, fim da previdência, fim da aposentadoria, fim da seguridade social para doentes crônicos e deficientes, ou seja, o trabalhador, em geral, foi atirado AO DEUS DARÁ. Mas o mais interessante é que toda essa desgraceira foi feita com o discurso de modernizar e desenvolver o Brasil, e estamos vendo o resultado da hipocrisia do nosso povo, elegendo vagabundos com discurso moralizante, contra corrupção, regalias, impunidade, ou seja, tudo que eles fazem.
Bolsonaro é fruto disso. Os milhões de votos creditados a ele, sofreram uma grande baixa para o corona. Já são 355 mil a menos, pois seus eleitores não acreditam no perigo. Dentre esses mortos tem algumas pessoas dignas, vítimas da saúde frágil, mas é a minoria. Todos são prova da necropolítica desse desgoverno, de total desprezo pela vida. Mas com o desespero causado pela pandemia, as pessoas estão sem meios de prover o pão-de-cada-dia. Grande parte das empresas fecharam as portas e simplesmente mandaram os trabalhadores à pqp... Algumas estão pagando parte dos salários e, pra não ficar de boca vazia, somos obrigados até a trabalhar mais... Perdemos nossas férias em troca de lockdown... Entre outros prejuízos.

Alguém sabe dizer que rumo levou aquela central sindical defensora dos trabalhadores, aquele sindicato combativo, aquele partido do povo, dos trabalhadores, defensor dos fracos e oprimidos, aqueles defensores da democracia, da igualdade, da fartura e da felicidade para todos? Deem uma olhada nas câmaras de vereadores, nas assembleias legislativas, na câmara federal e no senado. Estão todos lá, se fartando às nossas custas, afogados em gordas falcatruas, e fazendo discursos de oposição graças à calamidade que assola a todos nós!

É preciso que vejamos a nossa realidade e entendamos que a solução está em nossas mãos, nos unindo, por local de moradia, de trabalho e desenvolvamos comitês de ajuda uns aos outros para enfrentar esse caos

OUSAR LUTAR OUSAR VENCER
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quinta-feira, 1 de abril de 2021

NÓS POR NÓS CONTRA A FOME * Movimento Brasil Operário/MBO

 NÓS POR NÓS CONTRA  A FOME

A nossa organização é um movimento político que, antes de se destinar a  prestar assistência aos mais necessitados, visa levar informações a eles que  os pobres não são prioridade no orçamento, que não existem políticas específicas destinadas a eles e que, e principalmente que os atuais governos estadual e federal, só gastam dinheiro para equipar as polícias para  atacá-los, como fez agora o Governo do Estado do RJ que adquiriu 15 carros blindados (Caveirões). Não queremos ser iguais às outras organizações e igrejas que levam alimentos ao povo mas este continua sem entender a situação. Em muitos casos eles ficam tão confusos que acabam apoiando quem o ataca.
Nosso propósito é informar os que atendermos que a prioridade sempre foi atender aos interesses dos poderosos financiando seus investimentos e suas dívidas, desviando grandes somas do orçamento  para pagar juros aos bilionários, isentar as exportações de grãos de impostos enquanto o arroz, feijão  e outros itens da cesta do pobre pagam impostos sobre consumo. Nós queremos o contrário, que a maioria do orçamento  se destine a atender ao desenvolvimento do povo necessitado criando novas possibilidades de emprego e de educação e assistência que transforme a sociedade.  

Queremos que o povo consciente exija que os grandes capitalistas paguem impostos sobre dividendo, sobre grandes fortunas e sobre heranças, como acontecem em todo mundo, e que os itens de consumo básico sejam isentos e que haja escolas públicas para todos e não só para os ricos.


Inicialmente concentraremos nossas atividades no bairro da Mangueira, onde já temos uma infraestrutura, para avaliar a nossa iniciativa – no momento estamos fazendo um cadastro das pessoas que podemos atender. Eventualmente ajudaremos pessoas em situação de rua e de outras comunidades desassistidas . 


Estamos avaliando criar uma entidade formal para poder pleitear maiores recursos de entidades públicas.

Contamos com todos que lutam por uma sociedade justa e fraterna onde prevaleça um verdadeiro socialismo onde todos sejam tratados com dignidade.


Nós Por Nós Contra a Fome

01/04/2021

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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

Transporte por aplicativo * Movimento Brasil Operário / MBO

TRANSPORTE POR APLICATIVO
Nos primórdios desta atividade - TRANSPORTE POR APLICATIVO - nem contratante nem contratado tinha em mente os rumos que isso tomaria. Quando surgiu no Brasil, já era velha no mundo. Mas essa é uma das mais recentes atividades econômicas surgidas graças à tecnologia e é  também uma das primeiras a ser vítima da desregulamentação do trabalho. Ou seja, trabalhar sem jornada definida, sem contratação, sem nenhuma REGRA que garanta ao trabalhador uma remuneração digna e em condições suportáveis. 
Mas uma coisa é certa, sem o excedente de mão-de-obra gerado pela crise intestinal do capitalismo, o segmento de restaurantes  fornecedores de comida por entrega não atingiria os quatro cantos do mundo tão rápido como se vê. Nos últimos meses de 2020 assistimos à reação desse setor em todo o mundo, desde o Brasil, passando pelos estados Unidos, chegando aos confins do Oriente. Queremos convidar o distinto leitor a acessar o documento dessa categoria aprovado em 
CONFERÊNCIA MUNDIAL DOS TRABALHADORES POR APLICATIVOS - 
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A Fuga de Multinacionais * Movimento Brasil Operário / MBO

 A FUGA DE MULTINACIONAIS

Temos assistido nos últimos anos, sobretudo de 2018 pra cá, ao que chamamos de FUGA DAS MULTINACIONAIS. O caso da FORD é só o mais gritante deles. E por quê? É muito simples: mesmo com o fim da REGULAMENTAÇÃO DO EMPREGO DE MÃO-DE-OBRA - carteira assinada, FGTS, PIS, folga remunerada, assistência à saúde, férias, 13º salário, vale transporte, vale refeição/alimentação, plano de saúde ( em algumas empresas), ou seja, mesmo com o fim desses fatores de segurança para o trabalhador, o empresariado ainda quer mais. No caso da FORD chega a ser abusivo: ela tem um contrato com o Brasil em torno de 50 anos, além de se beneficiar de incentivos fiscais bastante elevados. Entre 1999 e 2020 ela embolsou 20 bilhoes, sonega impostos de todo tipo, rouba o trabalhador o quanto puder - vide Ministério do Trabalho - com mais de 5 mil processos trabalhistas. Mas ela ainda considera pouco. Diz que vai para a Argentina e até pode ir, pois o "pau-mandado" de lá está oferecendo até o (...) da mãe. Afinal, ele quer aparecer de qualquer jeito. Mas lá não tem freguês pra comprar tanto carro, uma vez que com os incentivos fiscais do Brasil o carro saía barato e era vendido para o mundo todo, inclusive pra lá....

Mas a Argentina não é o único destino para multinacionais "piratas". Tem ainda o Uruguai, o Paraguai, Chile e América Central, só aqui no nosso continente. Além da FORD, tem inúmeras empresas procurando aonde explorar mão-de-obra a custo zero, como a IBM, a GM, a L'OREAL e uma infinidade de ratazanas europeias e americanas, em sua maioria, hoje em dia com nomes asiáticos, chineses e japoneses. 

Ninguém se assuste com isso, pois o que o empresariado busca é ganhar "sequinho", sem custo, sem despesas, sem impostos, de preferência sem legalização de empresas nem prestação de contas a país nenhum. É o chamado CAPITALISMO PREDATÓRIO: ele rouba, destrói, mata o trabalhador de fome e doenças e sai correndo com o bolso cheio. É isso que gerou o ataque dos grandes investidores pelo mundo a fora invadindo o Oriente Médio, Afeganistão, Síria, Líbia, e na América Latina a Colômbia, Costa Rica, Haiti, El Salvador, Bolívia e Brasil, tendo os Estados Unidos como CÃO DE GUERRA. 

ISSO TEM SOLUÇÃO? 

Claro. A solução está no contrato do país com essas empresas. E além do contrato, a fiscalização do mesmo, pelo governo e sobretudo, pelos trabalhadores. Não é possível ter garantia de cumprimento de contratos se não houver a pressão do maior interessado: O TRABALHADOR. Quando falamos em CONTROLE OPERÁRIO, muita gente se arrepia e pensa logo em estatização. Mas a presença do trabalhador na gestão das empresas é um mecanismo muito importante para a garantia do longevidade da empresa. É o trabalhador o maior interessado na boa condução da empresa, uma vez que ele depende da produção para alimentar a sua vida, muito ao contrário do patrão. Este só tem interesse no lucro líquido. Mas para isso, é necessário ORGANIZAÇÃO OPERÁRIA. O trabalhador precisa se organizar, se aperfeiçoar em administração empresarial, e combater o comodismo das direções sindicais agarradas aos cargos. Esse é o chamado PELEGUISMO. E o dirigente sindical pelego quer duas coisas: cargo eterno e trabalhor longe dele... É TUDO QUE O PATRÃO PRECISA.

SE ORGANIZE MEU IRMÃO

Forme um grupinho de 3, 4 e vá crescendo no local de trabalho, na categoria e passe a frequentar o sindicato sorrateiramente até descobrir algum jeito de mudar a realidade da entidade sindical e colocá-la a serviço dos nossos irmãos de classe, construindo o SINDICALISMO OPERÁRIO, classista.

CONTE CONOSCO!

MOVIMENTO BRASIL OPERÁRIO

ALÔ CLASSE TRABALHADORA * Movimento Brasil Operário / MBO

ALÔ CLASSE TRABALHADORA

O DIESAT e a FIOCRUZ

divulgam o questionário de pesquisa

sobre a exposição de trabalhadores(as) ao SARS-CoV-2 buscando saber os riscos ao coronavírus e as condições de trabalho no contexto de pandemia.


Participe respondendo o questionário - você levará 5 minutos - e divulgue


http://diesat.org.br/2020/12/preencha-o-questionario-de-comunicacao-de-riscos-e-condicoes-de-trabalho-covid-19/


AbraSUS

quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

O Bozo Não Cai Sozinho. Faça a Sua Parte * MBO

 O BOZOZZO NÃO CAI SOZINHO. FAÇA A SUA PARTE!

*Bolsonaro é o falastrão da República.*

Se o homem mais poderoso do país, *o presidente*, diz que nada pode fazer pelo seu próprio país, então *por que não renuncia*?


https://m.youtube.com/watch?v=1RbsZfxCB3g


Aaaah, a resposta para essa pergunta é simples! O Bozo gosta é de *gemer*! O Bozo gosta é de *se fazer de vítima*! O Bozo tem de praxe o costume de *terceirizar a culpa*! A culpa nunca é dele, que é um *vagabundo*, que só trabalhou, em média, *3 horas por dia* ao longo do ano todo de 2020, em meio a pandemia. Ele está tentando alegar que há uma *conspiração contra ele* que o impede de governar. 

A única coisa que ele se *empenhou em fazer* ao longo de 2020 foi o *suicídio coletivo da população*. De forma imperativa, disse que os mais pobres *não poderiam parar de trabalhar*, que isolamento social e uso de máscaras era coisa de "marica". *Ele trabalhou duro contra as medidas sanitárias para conter a Covid-19*. 

Bolsonaro gosta de *se fazer de vítima*, gosta de *gemer* e fazer *"mimimi"* em rede nacional, porque ele quer responsabilizar outros por sua *vagabundagem*. Ele é o *impotente*! É *sangue de barata*! Não honra as calças que veste, e *não tem capacidade para negociar uma reforma tributária*. 


Mas e o Brasil, está realmente quebrado?


A resposta é uma pergunta: *o que é o Brasil*? 


Brasil é uma ideia muito *vaga e abstrata*, você pode tirar e colocar o que quiser ali. *A ideia de Estado-nação é perigosa*. Para *Hitler* a Alemanha era "o povo ariano" , e só! Os *não "arianos" foram expulsos ou exterminados*. Quando falamos em termos de Brasil, falamos sobre o que exatamente?


As grandes empresas não estão quebradas! Os bancos, também não! *O que quebrou no Brasil*?


*Pequenas empresas* (que o Guedes afirmou que *não* daria apoio financeiro na crise de 2020, mesmo liberando *1 trilhão*, esse dinheiro ficou "empossado" nos *bancos* [sim, *os bancos privados estão tão acostumados a usurpar dinheiro público que o montante, de 1 trilhão, que deveria ser repassado à pequenas empresas ficou retido neles mesmos*]) e boa parte do *setor industrial* fechou as portas, desde *2019*. Veja aqui a situação industrial de SP:


https://www.google.com/amp/s/economia.uol.com.br/noticias/estadao-conteudo/2019/07/21/numero-de-industrias-fechadas-em-sao-paulo-e-o-maior-em-uma-decada.amp.htm


Por que há essa crise?


Segundo *Maria Lúcia Fattorelli*, a crise econômica foi *fabricada pelo neoliberalismo*. O que mais falta a população é *emprego*, porque o que impera é o *capital financeiro* e não mais o *capital produtivo*. O capital gira entorno do investimento em papéis e *não mais na criação de espaços físicos para o trabalho*. 


O *setor industrial* foi praticamente *extinto* de vez, o *setor de serviços* está *saturado* e o campo é dominado pela *maquinaria do agronegócio*. Não há como gerar empregos em larga escala para atender a população com *um regime neoliberal que investe no capital financeiro e não no produtivo*.


Daqui pra frente será assim, *povo na miséria*, poucas e grandes empresas lucrando horrores, incluindo principalmente *os bancos privados*.


Bolsonaro não renunciará, ainda mais porque *58% dos empresários brasileiros o apoiam e acreditam que ele está fazendo um bom governo*, justamente porque esses mesmos empresários estão lucrando horrores e também NÃO estão nem ai com a miséria do povo, *são sociopatas como Jair, o Bozo*.

*O BOZO NAO CAI SOZINHO. FAÇA A SUA PARTE!*


POR UM GOVERNO DOS TRABALHADORES

!!!